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“Fim das picadas”? Entenda a importância de medir a glicemia na ponta de dedo



O tratamento do diabetes vem ao longo dos anos evoluindo de forma significativa. Para se ter uma ideia melhor, nos anos 80, por exemplo, uma glicemia de jejum poderia levar até 4h para ficar pronta em laboratórios. Além disso, foi só nos anos 2000 que o sensor de glicemia começou a ser comercializado no Brasil. Embora todos esses e outros avanços sejam importantíssimos, é válido dizer que nem sempre eles substituem totalmente outras alternativas já existentes para o tratamento da condição.


Vamos entender um pouco melhor qual é a importância de continuar medindo a glicemia na ponta do dedo mesmo usando o sensor de glicemia?


Glicemia capilar X Sensor de glicemia


O sensor de glicemia mede a glicemia através do liquido intersticial, já quando medimos a glicemia na ponta do dedo é por meio do sangue. A principal diferença entre um e outro é que a concentração de glicose no liquido intersticial é menor do que no sangue e, por isso, a sua leitura é um pouco atrasada. Por este motivo, é recomendado confirmar a glicemia na ponta do dedo na hora de tomar decisões de como tratar uma hipoglicemia, corrigir uma hiperglicemia, durante períodos de rápida alteração nos níveis de glicose ou quando o que você está sentindo não condiz com o que aparece no leitor, pois pode acontecer do sensor de glicemia não estar lendo de forma precisa o nível de glicose no sangue.


O que queremos dizer é que a medição da glicemia na ponta do dedo não deve ser abandonada, ok? O sensor de glicemia não significa o fim total das picadas nos dedos, mas pode reduzir bastante a quantidade delas. Em outras palavras, a glicemia na ponta do dedo ainda é um recurso indispensável para o tratamento do diabetes em casos específicos como os que citamos anteriormente.


Entendendo as setas de tendência


As setas de tendência presentes no sensor de glicemia também ajudam bastante na tomada de decisões no tratamento do diabetes, já que permitem compreender a variação da glicose nos próximos minutos, ou seja, se a tendência é que ela suba, desça, se já está subindo ou descendo de forma rápida, entre outros. Prevendo assim o comportamento da glicose, é possível estimar o risco de hiper ou hipos que sejam significativas.


Porém, é importante dizer que as setas de tendência também não excluem a necessidade da glicemia na ponta do dedo em alguns casos, tá? Ao analisar as setas de tendência é imprescindível analisar diversos fatores antes da tomada de decisão, como último horário da refeição, última administração de bolus, atividade física realizada recentemente, se houve algum estresse, por exemplo, e caso haja suspeita de discrepância entre a leitura e a glicose real, sintomatologia discrepante de glicose ou setas para cima ou para baixo antes da alimentação e aplicação de insulina, é recomendado medir a glicemia na ponta do dedo.


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