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Você sabe o que é diabulimia e quais são os seus perigos?


A diabulimia é uma palavra que une outras duas: bulimia e diabetes. Trata-se de um dos transtornos alimentares mais perigosos do mundo, em que o paciente com diabetes tipo 1, entre outras atitudes, omite intencionalmente as doses de insulina com o objetivo de perder peso.


Dessa maneira, a glicemia se mantém alta de forma constante, porque sem insulina, as células não recebem a energia necessária para se manterem ativas, então o corpo começa a procurar fontes alternativas de energia - porém perigosas - resultando em um emagrecimento nada saudável e consequentemente à cetoacidose.


O fato é que esse quadro é muito perigoso, aumentando de forma significativa as internações, a descompensação da glicemia, hipoglicemias graves e complicações crônicas precoces, como retinopatia, neuropatia e nefropatia. Abaixo, quero te contar um pouco mais sobre a diabulimia e como esse transtorno alimentar é grave e muito preocupante, quais os sinais de alerta e o tratamento. Informe-se, pois essa também é uma excelente maneira de ajudar quem está precisando <3


Entendendo o que é a diabulimia e seus sinais


A diabulimia, como falamos anteriormente, é um transtorno alimentar em que o paciente com diabetes tipo 1 omite de forma intencionalmente as doses de insulina, tem sentimento de perda de controle sobre a alimentação, pratica exercícios físicos em excesso ou se alimenta de forma compulsiva seguida de vômitos ou uso de laxantes, com o objetivo de perder peso.


Em relação ao transtorno alimentar, vale dizer também que mulheres com diabetes tipo 1 tem 2,4 vezes mais probabilidade de desenvolver um distúrbio alimentar do que mulheres sem diabetes, segundo pesquisa publicada pelo jornal britânico British Medical Journal.


Além de entender o que é a diabulimia, é essencial saber também quais são os sinais de alerta desse transtorno alimentar. São eles:


- Preocupação excessiva com a imagem corporal;

- Aumentos inexplicáveis nos valores de A1C;

- Episódios frequentes de cetoacidose diabética;

- Mudança nos padrões alimentares;

- Amenorreia (ausência da menstruação por pelo menos 3 meses);

- Padrões incomuns de exercício físico, que podem estar associados a hipoglicemia;

- Depressão e ansiedade;

- Perda de peso sem justificativa;

- Sede persistente e excesso de urina (poliúria);

- Infecções urinárias frequentes;

- Mudanças bruscas de humor.


Quais são os riscos da diabulimia?


Esse transtorno alimentar é perigoso, podendo levar a exaustão, incapacidade de pensar com clareza, desidratação severa, cetoacidose diabética, elevação das taxas de colesterol, infecções, desordem menstrual, retinopatia, neuropatia, comprometendo da circulação periférica, osteoporose, danos nos rins, problemas no coração, coma e também à morte.


Apoio psicológico é parte fundamental do tratamento


É preciso entender que pode não ser fácil uma pessoa que sofre com diabulimia pedir ajuda e, por isso, a atenção aos sinais e o apoio da família e de profissionais é mais do que importante para que o tratamento possa ser iniciado o mais rápido possível a fim de evitar possíveis complicações.


O tratamento da diabulimia é realizado com psicoterapeutas (individuais ou em grupo), acompanhamento médico e nutricional e uso de medicamentos. Em casos mais graves, pode ser necessário hospitalização do paciente. É claro que cada caso é um caso e, por isso, a etapa mais importante ao ser verificado os sinais de alerta é procurar por apoio profissional.


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