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86 resultados encontrados

  • 5 blogs educativos sobre diabetes tipo 1 que você precisa conhecer hoje mesmo

    A importância da educação em diabetes é 100% inquestionável, né? Ter informações sobre a condição, tratamentos e possíveis complicações, por exemplo, é algo realmente poderoso e que muda a vida de quem é diabético para melhor, estimulando o cuidado com a própria saúde, a autonomia e melhorando a qualidade de vida. Como aqui no Biabética o mais importante é a informação, resolvemos dar algumas dicas para vocês de outros blogs/instagrams educativos sobre diabetes tipo 1, que compartilham conteúdo de qualidade e que, muitas vezes, já me ajudaram também. Em tempos de perigosas fake news, vamos saber um pouco mais sobre lugares em que podemos encontrar informação e conhecimento sobre diabetes tipo 1? Vem com a gente 😊 1. Só mais uma DM1 (@somaisumadm1) O “Só mais uma DM1” foi criado pela Dani Coelho, que é diabética e publica informações principalmente a respeito do seu dia a dia, de suas viagens, da importância de ter amigos diabéticos, das suas aceitações, questionamentos e as inseguranças que já teve em relação ao uso da bomba de insulina, por exemplo. O conteúdo é leve, super informativo e uma ótima referência para quem está em busca de melhores resultados de acordo com a sua realidade. Para se inspirar e virar fã! (Eu já sou <3) 2. Girl0ninsulin ( @girl0ninsulin / https://girl0ninsulin.com/blog/ ) O Girl0ninsulin é um blog gringo criado por Myrthe Hieda, que tem diabetes desde os 5 anos de idade e que conta como levou tempo para aceitar a condição, mas que hoje consegue ver o lado bom, acreditando que o diabetes acabou ajudando a ter mais força, oportunidades de carreira e a fazer amigos em todo o mundo. Seu blog tem muita informação maravilhosa, com análises de novos tratamentos, seu dia a dia, entre outros. Recomendo bastante não só para diabéticos, como também para quem quer realmente saber como é a vida com diabetes tipo 1. 3. Clube do diabetes (https://clubedodiabetes.com/) Se você está em busca de muito conteúdo relevante e escrito por um time de feras, não pode deixar de conhecer o Clube do Diabetes. O blog foi criado por Aline Peach, diabética e que durante um evento em 2006 percebeu que não estava enxergando bem com o olho do lado direito, o que mudou completamente a forma como tratava o diabetes. Entre o time que escreve as matérias está Fabiana Couto, fundadora do Divabética, Luiz Botelho, que fala sobre como ser marido de uma DM1, Carla Bartels, nutricionista, e Renato Hoeppner, personal trainer e educador físico que vai te ajudar a se mexer mais. O Clube do Diabetes é um blog que indico muito e que tem artigos super informativos e muito relevantes! 4. Noelly Dantas (https://www.noellydantas.com.br/ - @noellydantas) Noelly Dantas é nutricionista, educadora em diabetes e, depois que teve o diagnóstico de diabetes tipo 1 em 2005, sentiu a necessidade de aprender sobre Contagem de Carboidratos e também de compartilhar seus conhecimentos e experiências. Já ensinou o método de Contagem de Carboidratos para centenas de pessoas em cursos online e presenciais. No seu blog e instagram, ensina e ajuda diariamente outras pessoas falando de nutrição e diabetes. Muito bacana, né? Indico seus conteúdos e seu curso 120%! 5. Beyond Type 1 ( https://beyondtype1.org/ ) O Beyond Type 1 é uma organização sem fins lucrativos e que por meio de plataformas, programas e muito conteúdo, está conseguindo unir uma comunidade global de diabetes. O blog é recheado de muita informação sobre diabetes em geral, complicações, tipos de diabetes, ferramentas para o dia a dia, saúde mental, bem estar, entre muitos outros. As informações são de extrema qualidade e os conteúdos muito criativos, vale muito a pena conferir! Dias nublados existem, né? Vem com a gente aprender 4 dicas para te ajudar a conviver melhor com o diabetes!

  • Tabagismo e Diabetes: combinação perigosa

    No dia 31 de maio, se comemora o Dia Mundial sem Tabaco, data que foi criada pela Organização Mundial de Saúde para alertar sobre as consequências do tabagismo e até mesmo ajudar as pessoas que querem parar com o vício. Em relação ao diabetes, o tabagismo também apresenta riscos elevados e diversos estudos e pesquisas ainda apontam que o tabaco atua como uma causa para o desenvolvimento do diabetes. Abaixo, vamos te contar melhor sobre essa combinação perigosa entre tabagismo e diabetes, e também quais são os benefícios de parar de fumar. Continue a leitura! Quais os riscos do tabagismo para o diabetes? As consequências do tabagismo para a saúde já são bastante conhecidas, não é mesmo? Entre elas, as complicações cardiovasculares, o aumento da chance de câncer de pulmão e de infarto. Falando de diabetes especificamente, as consequências do cigarro podem ser ainda piores, pois os riscos são cumulativos. Como os diabéticos já tem mais propensão a complicações cardiovasculares e o cigarro compromete esse sistema, acontece um conjunto de fatores adversos nos mesmos órgãos. Além disso, o cigarro também está associado em pessoas diabéticos a um maior risco de acidente vascular cerebral, insuficiência renal, câncer de pulmão, e como atuante em complicações do diabetes não controlado, como nefropatia, retinopatia e neuropatia. Também é muito importante destacar que a nicotina prejudica a eficácia da insulina por meio de uma síndrome chamada de “resistência à insulina”, podendo tornar o controle glicêmico mais difícil. Benefícios de parar de fumar Parar de fumar realmente não é uma tarefa fácil e requer paciência e persistência. A boa notícia é que pela primeira vez em 18 anos está diminuindo o número de fumantes no mundo, segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as tendências do tabagismo no período de 2000 até 2025. Para se ter uma ideia da importância desses dados: anualmente morrem 8 milhões de pessoas em consequência de doenças relacionados ao uso do cigarro. Tem vontade de dar adeus ao hábito de fumar? Ler os benefícios de parar de fumar pode ser o ponta pé inicial para acabar com esse vício! Veja abaixo quais benefícios são esses! - Após 1 dia sem fumar os pulmões já passam a funcionar melhor; - Em dois dias sem fumar, o olfato e o paladar já estão mais aguçados e é possível sentir melhor os cheiros e o sabor da comida; - Em três semanas sem fumar, a respiração e a circulação melhoram significativamente e a pessoa tem mais disposição e folego para atividades físicas; - Pele e cabelo ficam com aspecto mais saudável; - O humor melhora; - Dentes ficam mais saudáveis; - Se desperdiça menos dinheiro; - Melhora a autoestima; - Fumantes tem de 2 a 3 vezes mais chance de ter um infarto e essas chances já diminuem depois de 24h sem fumar; - Depois de um ano sem fumar o risco de problema cardíaco reduz em 50%; - A longo prazo, cerca de 10 a 15 anos, alcança-se uma expectativa de vida igual ao de uma pessoa que nunca fumou. Diabéticos tem maior risco de desenvolver doenças bucais, sabia? E por isso é tão importante que se tenha cuidados diários com a saúde da boca! Veja quais são esses cuidados fundamentais! FONTES: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-12/numero-de-fumantes-diminui-em-nivel-mundial#:~:text=Pela%20primeira%20vez%20em%2018,mas%20tamb%C3%A9m%20entre%20as%20mulheres. http://www.endometa.com.br/diabete-e-tabagismo/ https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes-em-debate/1611-tabagismo-e-diabetes-como-complicar-uma-situacao-ja-delicada https://www.diabetes.org.br/publico/colunas/20-dr-augusto-pimazoni-netto/614-o-tabagismo-aumenta-o-risco-de-diabetes https://minhasaude.proteste.org.br/tabagismo-e-diabetes/ https://clubedodiabetes.com/2017/05/diabetes-x-cigarro-uma-mistura-perigosa/ https://www.ufrgs.br/lidia-diabetes/2017/08/27/diabetes-e-o-cigarro/ https://www.imtep.com.br/site/2019/08/29/8-beneficios-de-parar-de-fumar/ https://vencerocancer.org.br/cancer/noticias/veja-como-seu-organismo-se-recupera-ao-parar-de-fumar/#image-14937

  • Lúpus: Entenda tudo sobre essa doença autoimune

    Em maio, precisamente no dia 10, é comemorado o Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus, em que o objetivo principal é o incentivo ao diagnóstico precoce e também o controle da doença. Embora o lúpus não tenha cura, existem tratamentos, que devem ser indicados pelo reumatologista, que ajudam a melhorar a qualidade de vida do paciente e que se seguidos atentamente é totalmente possível que se tenha uma vida longa, produtiva e ativa. Mais uma vez, informação nunca é demais, né? Aprenda abaixo sobre o que é o lúpus, os sintomas, diagnóstico e o tratamento! O que é o lúpus? Lúpus eritematoso sistêmico (LES), também conhecido apenas como lúpus, é uma doença inflamatória e autoimune, que pode afetar diversos órgãos e tecidos, como pele, rins, cérebro, articulações, olhos, coração e pulmões. Essa doença é caracterizada por células do sistema imunológico que saem do controle e passam a atacar células saudáveis do corpo, provocando assim inflamações que podem afetar o organismo inteiro. É importante destacar que o lúpus não é uma doença contagiosa, ou seja, não passa de um individuo para outro e que se não tratada é capaz de levar o paciente a óbito. Vale dizer, ainda, que o lúpus é mais comum em mulheres do que homens e que pode ocorrer em todas as idades, sendo mais comum entre 20 e 40 anos. Causas e Sintomas Ainda não se sabe exatamente o que causa o lúpus, mas as pesquisas indicam que não existe apenas um fator e que a doença é resultado de uma junção de fatores genéticos, ambientais, hormonais, infecciosos e ambientes. Como o lúpus pode se manifestar de formas diferentes de acordo com o órgão afetado, muitas vezes o diagnóstico acaba sendo tardio. Entre os principais sintomas, podemos citar: – febre; – cansaço e fadiga constantes; – erupções cutâneas avermelhadas, que geralmente atinge a região que vai da bochecha dos dois lados da face à ponta do nariz; – lesões cutâneas que pioram depois de tomar sol; – dor nas articulações; – falta de flexibilidade nos músculos; – inchaço nos membros do corpo; – dor no peito ao respirar fundo; – dor de cabeça; – linfonodos inchados; – alta sensibilidade à luz solar; – dificuldade para urinar; – feridas na boca; – mal-estar. Diagnóstico e Tratamento Como os sintomas do lúpus variam de pessoa para pessoa, podem ser alterar ao longo do tempo e também confundem-se com os sintomas de outras doenças, o diagnóstico nem sempre é fácil de ser realizado. Além disso, como não existe nenhum teste específico para diagnosticar o lúpus, geralmente o diagnóstico é feito através de uma combinação de testes de sangue e urina com os sintomas apresentados. Mais um motivo para prestar atenção aos sintomas, né? Não negligencie os sinais de alerta que o seu corpo emite! Embora não exista cura ainda, o lúpus é uma doença, assim como o diabetes, por exemplo, em que o tratamento consistente no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida do paciente, que pode ter uma vida longa e produtiva, desde que se siga o tratamento. O tratamento inclui a educação sobre o lúpus em geral e, em casos da doença branda anti-inflamatórios não esteroides para artrite e pleurisia, protetor solar para lesões de pele, corticoide tópico para lesões cutâneas pequenas, uma droga antimalárica, entre outros. Já se os sintomas forem mais graves ou que acarretem risco de morte, o tratamento do lúpus é mais agressivo, incluindo alta dosagem de corticoides ou medicamentos e drogas citotóxicas, que podem ter efeitos colaterais graves. Diabetes LADA: você já ouviu falar? Clica para saber do que se trata! Fontes: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/lupus#:~:text=L%C3%BApus%20(CID%2010%20%2D%20M32),l%C3%BApus%20eritematoso%20sist%C3%AAmico%20(LES). https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-05/dia-mundial-do-lupus-conscientiza-populacao-sobre-doenca-cronica https://www.tuasaude.com/lupus/ https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/lupus https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/lupus/32/

  • Dê adeus ao sedentarismo! Confira 5 exercícios para fazer em casa na quarentena!

    É possível que a quarentena tenha atrapalhado um pouco a sua rotina de exercícios ou então feito você adiar os planos de começar a se exercitar, né? Porém, existem alguns exercícios que você pode fazer em casa, sem a necessidade de qualquer material ou equipamento. Aprenda abaixo 5 exercícios para fazer em casa na quarentena e aproveite todos os benefícios que os exercícios físicos podem te proporcionar! Tenho diabetes. Porque devo me exercitar? A prática de exercícios físicos oferece diversos benefícios para os diabéticos, como aumento da ação da insulina, melhoria no controle glicêmico, redução dos fatores de risco cardiovascular, auxilio no controle do peso e do colesterol, diminuição dos sintomas depressivos, melhoria na qualidade de vida e aumento da expectativa de vida. 5 exercícios para fazer em casa na quarentena 1 - Polichinelo completo: Em pé, com as pernas unidas e os braços estendidos ao longo do corpo, dê um salto para cima. Ao mesmo tempo, afaste os pés de forma lateral e bata as mãos acima da cabeça. Agora é só voltar para a posição inicial e depois agachar, encostando a mão no solo. Estenda então as pernas e repita o exercício sem parar. 2 - Agachamento: O agachamento é um excelente exercício para melhorar a postura, fortalecer a coxa e os glúteos, e também ajuda na definição da barriga. Para realizar o agachamento, basta separar os pés na largura do quadril e coloca-los para frente, flexionar os joelhos e agachar. Uma boa dica para fazer em casa na quarentena são 3 séries de 20 agachamentos cada e com intervalo de 30s entre as séries. 3 - Abdominal grupado: O abdominal é um exercício clássico e fácil de ser realizado em casa. Para realizar o abdominal grupado, sente-se no chão, apoie as mãos no solo ao lado do corpo e erga as pernas. Incline então o tronco para trás e estenda as pernas para frente. Agora você deve mover o tronco para frente e ao mesmo tempo flexionar os joelhos, de modo que fiquem próximos do peito. Repita o movimento continuamente. 4 - Burpee: A vantagem de fazer o burpee na quarentena é que esse é um exercício que trabalha o corpo inteiro. Em pé, com as pernas afastadas na lateral do quadril, flexione os joelhos e agache. Apoie então as mãos no chão e “jogue” os pés para trás, ficando em posição de flexão de braços. Volte e estenda o corpo, dando um salto para cima e com as mãos estendidas acima da cabeça. Repita o movimento. 5 - Afundo: O afundo é um exercício que utiliza o peso do corpo para fortalecer braços e pernas, e que deve ser realizado em uma superfície plana e dura. Fique com as pernas posicionadas paralelamente uma da outra e um pouco afastadas. Coloque a mão no quadril e dê um passo a frente com o pé direito, deixando o esquerdo levemente para cima. Dobre então os dois joelhos ao mesmo tempo, mantendo a coluna retinha e o abdômen contraído. Você já ouviu falar em Pré-Diabetes? Vem entender tudo sobre esse sinal de alerta do seu corpo!

  • Diabetes e Alterações de Humor: Existe alguma relação ou é mito?

    É bem comum que se pense que diabetes e alterações de humor não possuem qualquer relação, porém, vamos direto ao ponto: isso é mito! Não é incomum sentir altos e baixos se você tem diabetes, sabia? Os níveis de açúcar no sangue afetam a forma como você se sente e contribui para que alterações de humor aconteçam. Abaixo, nós vamos te contar melhor sobre essa relação entre diabetes e alterações de humor! Continue a leitura 😊 Quais são as alterações de humor mais comuns em caso de hiperglicemia e hipoglicemia? Como as alterações de humor estão diretamente ligadas ao diabetes é importante saber quais são as mais comuns em caso de hiperglicemia e de hipoglicemia, até para que você teste seu nível de açúcar no sangue quando se sentir de determinada maneira e corrija conforme a necessidade. Geralmente, níveis de glicose alto e baixo podem fazer você se sentir: Níveis de glicose baixa Confuso; Nervoso; Com fome; Irritável; Instável; Ansioso; Cansado; Suado. Níveis altos de glicose: Tenso; Bravo; Triste; Nebuloso; Desmaiar; Com sede; Cansado; Nervoso; Letárgico. Entendendo o que exatamente acontece no corpo que causa dessas mudanças de humor O cérebro humano precisa de glicose no sangue para funcionar e, por isso, quando ela é insuficiente, ele fica fraco sem a energia que precisa, podendo causar sensações como confusão, nervosismo, fome, irritação, ansiedade, cansaço, entre outros. Além disso, a hipoglicemia também pode afetar os níveis de acetilcolina, neurotransmissor responsável pela transmissão de sinais entre as células cerebrais, como respiração e frequência cardíaca. Já quando os níveis de glicose no sangue estão altos, o cérebro entra em estado de alerta máximo e existe o aumento do glutamato químico na região, que é justamente quem controla as emoções, podendo acontecer sensações semelhantes a depressão, além de nervosismo, tensão, sede, entre outros. Qual é a solução para que as alterações de humor sejam mais controladas? A melhor maneira de reduzir as chances de alterações de humor é ter um bom controle do diabetes, mantendo os níveis de açúcar no sangue nos níveis saudáveis. Além disso, é importante ressaltar que caso esteja enfrentando problemas com flutuações de humor constantes ao longo do dia, é recomendado que se procure um médico ou o seu educador em diabetes para ajudar com o tratamento do diabetes, auxiliando assim em maneiras de se conseguir um melhor controle. Em relação as conversas, familiares e amigos também podem ajudar e funcionar como uma base de apoio. Fora isso, é muito importante destacar a relevância que a educação em diabetes tem em todos os âmbitos quando se trata da condição. Através de informação verdadeira é possível, por exemplo, conhecer melhor a diabetes e entender quais são os seus padrões de variações de humor em caso de quadros de hipoglicemia ou hiperglicemia, ou seja, compreender de fato o que está acontecendo com o seu corpo quando você se sente de determinada maneira. A educação em diabetes é muito poderosa e pode realmente mudar vidas. Saúde mental e diabetes: Aprenda 4 maneiras de quebrar padrões de pensamentos negativos 😊 Fontes: https://www.healthline.com/health/diabetes/diabetes-mood-swings#mental-health https://www.diabetesselfmanagement.com/managing-diabetes/emotional-health/type-1-diabetes-and-mood/ https://www.jdrf.ca/resources/learn/adults/diabetes-and-mood/ https://diabetesnsw.com.au/about-us/blog/can-diabetes-affect-your-mood/

  • 3 Receitas imperdíveis sem glúten e sem açúcar que celíacos e diabéticos vão amar

    Cerca de 2% a 10% dos diabéticos tipo 1 tem intolerância a glúten, sabia? A relação entre doença celíaca e a diabetes tipo 1 vem sendo há anos estudada por pesquisadores e, acredita-se que essa propensão no desenvolvimento de intolerância a glúten esteja relacionada com o complexo maior de histocompatibilidade. Para os pacientes com diabetes tipo 1, o mais importante é ter uma conversa com o seu médico para que se veja a necessidade de verificar a existência da doença celíaca. Se for confirmado, é importante seguir uma dieta glúten free, que vai conseguir melhorar a saúde geral do paciente e também ajudar no controle dos níveis de glicose. Engana-se que pensa que a dieta sem glúten é sem graça, existem diversas substituições que podem ser feitas e ser acompanhado por uma nutricionista é uma excelente escolha. Confira abaixo 4 dietas deliciosas sem glúten e sem açúcar! Bolo de chocolate simples Ingredientes Massa: - 300g de margarina vegetal - 7 ovos - 7 colheres (sopa) de chocolate em pó Diet - 7 envelopes de adoçante dietético em pó - 1 pacote de coco ralado sem açúcar - 1 colher (sopa) de fermento em pó Cobertura: - 1 caixinha de creme de leite light (pode ser creme de soja também) - 5 envelopes de adoçante dietético em pó - 1/2 xícara de chocolate em pó Diet Modo de preparo: Pré-aqueça o forno a 180ºC. Coloque a manteiga em uma panela e derreta em fogo baixo e deixe que esfrie até ficar morna. Coloque no liquidificador a manteiga derretida, os ovos, o chocolate em pó, o adoçante, o coco e o fermento. Bata até que fique homogêneo e derrame, então, em uma forma untada. Leve a massa ao forno por 40 a 45 minutos. Enquanto o bolo de chocolate assa, misture o creme de leite, o adoçante e o chocolate numa panela e leve ao fogo baixo, sempre mexendo com uma colher até que engrosse. Espalhe a cobertura sobre o bolo já assado e prontinho! Agora é só aproveitar seu bolo de chocolate sem glúten e sem açúcar! Pão sem glúten e sem açúcar Ingredientes: - 2 xícaras e 1/2 de araruta - 1 xícara de farinha de arroz - 1 colher de sopa de óleo de coco - 1 colher de sobremesa de adoçante para forno e fogão - 1/2 xícara de água - 3 ovos - 1 colher de sopa de fermento Modo de preparo: Bata as claras na batedeira até que fiquem firmes e reserve. Bata, novamente na batedeira, as gemas, o adoçante, o óleo, 1 xícara de araruta e um pouquinho da água até formar um creme. Acrescente então o restante da araruta, a farinha de arroz com a água e continue batendo. Depois de bater bem, retire da batedeira e misture as claras em neve e o fermento. Coloque em forma untada e enfarinhada e leve ao forno pré-aquecido por 35 minutos. Aproveite essa receita sem glúten, ela é rapidinha e deliciosa! Cookies de chocolate e banana Ingredientes: - 1 ovo - 2 bananas maduras - 1 xícara de aveia laminada fina - 1 colher (café) de fermento em pó - 2 colheres de achocolatado em pó de sua preferência sem açúcar - Gotas de chocolate de sua preferência sem açúcar Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes em um bowl e mexa bem. Com uma colher de sopa forme os cookies em uma forma untada e pingue as gotas de chocolate em cada um deles. Leve ao forno por 20 minutos a 200ºC, deixe esfriar e sirva. Essa receita sem glúten e sem açúcar é ótima para matar aquela vontade de doce! Setembro é o mês de prevenção ao suicídio, assunto que ainda é tabu para muita gente. Vamos nos permitir entender um pouco mais sobre depressão e a relação com a diabetes?

  • Fique de olho! Quais são os 10 sinais e sintomas do diabetes tipo 1?

    O diabetes tipo 1, diferentemente do tipo 2, costuma ter sintomas iniciais de fácil reconhecimento, o que pode ser visto de forma positiva, já que permite que a condição seja identificada e o tratamento iniciado antes que ocorram consequências e complicações mais graves, como lesões em órgãos, por exemplo. Abaixo, nós vamos listar 10 sinais e sintomas do diabetes tipo 1 que precisam da sua atenção, de maneira que fique mais fácil para você saber quando procurar ajuda médica para que o quadro seja investigado 😉 Excesso de urina A micção frequente, chamada na medicina de poliúria, é um dos primeiros sintomas do diabetes. Isso acontece pois quando existe hiperglicemia, os valores acima de 180 mg/dl, a quantidade de açúcar que chega aos rins é grande e o órgão não é capaz de absorver tudo, permitindo assim a perde de glicose pela urina. Como não é possível urinar açúcar puro, o rim diluí a glicose para eliminá-la e quanto maior for a glicemia, mais será a perda de glicose na urina e o volume de urina diário também. Sede em excesso Como vimos anteriormente, o paciente diabético urina em excesso e, como a perda de água é maior do que o comum, ele acaba ficando desidratado. Por este motivo, a sede excessiva também é um dos sintomas do diabetes tipo 1, já que é a forma do corpo de se defender contra a desidratação. Cansaço O cansaço crônico também é um sintoma do diabetes, podendo ocorrer devido a desidratação e também pela incapacidade das células de receberem glicose. Para explicar melhor: a glicose é a principal fonte de energia das células e quem promove a entrada dela do sangue para dentro das células é a insulina, que no diabetes tipo 1 não é produzida. Com menos glicose recebida então, o organismo produz menos energia e a sensação de cansaço logo aparece. Perda de peso A perda de peso é um sintoma no diabetes tipo 1 bastante comum. Isso acontece pois como a insulina é o hormônio responsável pelo armazenamento de gordura e síntese de proteínas, e no paciente com diabetes tipo 1 a insulina é inexistente, o paciente para de armazenar gordura e de produzir músculos. Para completar, como não há glicose, que é fonte de energia, as células acabam tendo que gerá-la a partir dos estoques de gordura do corpo e da quebra de proteínas. Fome excessiva O que acontece é que como as células não conseguem obter glicose para gerar energia, elas acabam interpretando que o paciente está em jejum, sendo a alimentação o único modo de obter energia. Visão embaçada A visão turva também é um sintoma do diabetes tipo 1, já que o excesso de glicose no sangue pode causar inchaço no cristalino (lente do olho), diminuindo assim a capacidade do olho de focar. Cicatrização deficiente O excesso de glicose no sangue acaba causando vários distúrbios no funcionamento do organismo e um deles é a dificuldade de cicatrização, que acontece devido a diminuição da função das células responsáveis pela reparação dos tecidos, a diminuição da proliferação celular e também pela dificuldade de gerar novos vasos sanguíneos. Infecções O diabetes provoca distúrbios no sistema imunológico e, por isso, uma condição não controlada pode ocasionar em um maior risco de desenvolver infecções, como pneumonia e candidíase. Mau hálito Devido a deficiência de insulina, as células utilizam estoques de gordura do corpo como fonte de energia, sendo que essa quebra das gorduras gera substâncias conhecidas como cetonas. Tais substâncias são eliminadas pela urina e pulmões (através da respiração), sendo possível que o paciente com diabetes tipo 1 desenvolva um hálito ruim, chamado de hálito cetônico. Cetoacidose diabética Trata-se de uma complicação do diabetes tipo 1 e que diversas vezes pode ser um sintoma da condição. Como a falta de glicose nas células leva a produção de cetonas, essas substâncias, quando em grande quantidade, podem gerar acidificação do sangue, quadro denominado cetoacidose. É possível que essa produção de cetoácidos seja grave, diminuindo o pH do sangue até mesmo a níveis fatais. Se trata, portanto, de uma emergência médica, onde os níveis de glicose no sangue são maiores que 500 mg/dl. Como sinais comuns de cetoacidose diabética: vômitos, náuseas, dor abdominal, confusão mental, prostração e dificuldade respiratória. É verdade mesmo que um vírus pode desencadear diabetes tipo 1 e outras doenças autoimunes? Vem se informar! Referências: https://www.mdsaude.com/endocrinologia/sintomas-diabetes/ https://blog.farmadelivery.com.br/sintomas-da-diabetes-que-voce-precisa-ficar-atento.html https://www.boaconsulta.com/blog/sintomas-da-diabetes-saiba-como-reconhecer-essa-doenca/ https://womenshealthbrasil.com.br/sinais-que-podem-indicar-que-voce-tem-diabetes/

  • O que é Diabetes Lada?

    Você sabia que existem outros tipos de diabetes além do 1 e do 2? Sim! E um deles é o chamado Diabetes Lada, sigla em inglês que quer dizer latent autoimunne diabets of the adult e que pode ser traduzido como “diabetes latente autoimune do adulto”. Essa doença atinge 2% da população mundial e é mais comum em adultos. Entenda abaixo o que é o chamado Diabetes Lada! Compreendendo o que é Diabetes Lada Diabetes Lada é uma doença em que acontece a destruição das células Beta, que são as responsáveis por produzir insulina. Essa destruição acontece, pois, o indivíduo começa a produzir anticorpos anti-GAD, sendo GAD (glutamato descarboxilase) o nome de uma enzima importante para o organismo e que auxilia no funcionamento do pâncreas. A diferença entre o Diabetes Lada e o Diabetes tipo 1 é que no primeiro a destruição das células Beta acontece de forma mais gradual, sendo possível o controle do diabetes por mais tempo apenas com medicamentos orais. Já a diferença do Lada e do Diabetes Tipo 2 é que no tratamento do Diabetes Lada a necessidade de incluir insulina no tratamento acontece de forma mais rápida que no Diabetes tipo 2. Portanto, o Diabetes Lada está no meio do caminho entre o Diabetes tipo 1 e o Diabetes tipo 2 e, por este motivo, muitas vezes também é chamado de Diabetes 1.5. Quem é afetado pelo Diabetes Lada? O Diabetes Lada é mais comum em adultos menores de 50 anos, com presença de sintomas agudos, índice de massa corporal < 25kg/m2 e com histórico pessoal ou familiar de outras doenças autoimunes. Os sintomas Os primeiros sintomas do Diabetes Lada são cansaço constante/cansaço regular depois das refeições, cabeça ausente e fome logo depois da refeição. Com o desenvolvimento da doença e a produção de insulina do organismo sendo afetada, os sintomas incluem: - Dificuldade em controlar a sede; - Necessidade frequente de urinar; - Visão turva; - Formigamento. Diagnóstico e Tratamento Em caso de sintomas, não deixe de procurar o médico para fazer o diagnóstico correto. Ele irá fazer um exame de anticorpos chamado Anti-células Beta, anti GAD. O exame precisa ser feito até mesmo para eliminar a possibilidade de diabetes tipo 1 ou 2. Em exames de pacientes com diabetes tipo 1 dificilmente vai aparecer os anticorpos do tipo Lada, em que os anticorpos GADA são os mais característicos. Já em pacientes com diabetes tipo 2 o perfil metabólico costuma ser melhor do que os com Lada. O tratamento do diabetes LADA é parecido com o de outros tipos de diabetes, sendo comum que o médico recomende restrição de consumo de calorias, exercícios físicos regulares, antidiabéticos orais e, em certo momento, insulina. É sempre importante dizer que só o médico está apto a tomar decisões clínicas e que cada caso é único. Todo diabético tem imunidade baixa? É mentira! Vem descobrir o motivo!

  • Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose #façaQTFplus #JuntosSomosPlus

    A tuberculose, apesar de ser uma doença milenar e também dos avanços da medicina, ainda é uma conformidade que realmente mata e que precisa bastante da nossa atenção. Para que você tenha uma ideia melhor da gravidade: a tuberculose infectou 10 milhões de pessoas em todo o mundo e levou a óbito 1,2 milhões, somente em 2019, segundo Relatório Global da Tuberculose 2020. Devido aos números elevados, a Organização Mundial de Saúde criou em 2018 a campanha global “Unidos para acabar com a Tuberculose”, que tem como missão unir os países com maior incidência da doença e também a prática de ações que visam prevenir, diagnosticar e tratar a tuberculose, com o objetivo de que ela seja erradicada de vez até 2030. Muito bacana, né? Aqui no Brasil, país que integra a lista dos 30 países que concentram 90% de todos os casos de tuberculose no mundo, a colaboração para a campanha será a criação da “Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose”, que tem inicio no dia 24 de março – Dia Mundial da Tuberculose – e se estende até 31 do mesmo mês. Como o Dia Mundial da Tuberculose está se aproximando, assim como a campanha brasileira, quero aproveitar para te contar melhor sobre a tuberculose, o que é, seus sintomas, tratamento e também como se prevenir. Quem vem comigo? Ajude também a divulgar a Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose 😊 Vamos juntos conscientizar cada vez mais pessoas e fazer uma corrente de informação para ajudar a erradicar essa doença até 2030 ♥ O que é tuberculose? Tuberculose é uma doença causada pela bactéria Mycrobacterium tuberculosis, que também é conhecida como bacilo de Koch. Apesar dessa doença atingir tradicionalmente o pulmão, ela também pode afetar outros órgãos, como os ossos, dependendo da gravidade. É importante destacar, também, que muitas pessoas podem ser incubadoras da doença e nunca apresentarem sintomas da mesma. A transmissão da tuberculose se dá pelo ar, sendo as gotículas de saliva do paciente infectado durante a tosse ou o espirro as principais formas de contágio. Sintomas da Tuberculose – Tosse forte e frequente por mais de duas semanas; – Expelimento de catarro; – Catarro com a presença de sangue; – Febre; – Dor no peito; – Falta de ar; – Cansaço; – Perda de apetite – Rouquidão. A tuberculose tem cura É muito relevante dizer que a tuberculose, apesar de ser uma doença grave, pode ser curada em 75% dos casos. Geralmente, o tratamento é feito com o uso de três medicamentos diferentes que precisam ser tomados conforme prescrição médica por um período de até 3 meses. Como a tuberculose é uma doença tratável e curável, o diagnóstico e o tratamento precoces são muito importantes, sendo uma das maneiras mais efetivas de evitar a transmissão e de erradicar a doença. Vale destacar que entre os métodos mais eficientes para diagnosticar a tuberculose latente está o teste IGRA QuantiFeron - TB Gold Plus, um exame com resultado rápido e preciso, e que requer apenas uma coleta de sangue e uma visita ao médico. Prevenção Entre as medidas individuais e coletivas para a prevenção da tuberculose, podemos citar: - Imunização das crianças com a vacina BCG (logo após o nascimento ou no máximo até 5 anos de idade); - Evitar aglomerações ou ambientes fechados; - Manter os ambientes bem ventilados e com entrada de luz solar; - Evitar contato direto com pessoas infectadas na primeira fase da doença (em que ela ainda é contagiosa); - Manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e prática de exercícios regulares. Você sabe o que é diabulimia e quais são os seus perigos? Clica para entender melhor do que se trata e como o apoio psicológico pode ajudar bastante! Fontes: https://medprev.online/blog/doencas/tuberculose-o-que-e-causas-sintomas-tratamento-diagnostico-prevencao/ https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/tuberculose https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/tuberculose/#:~:text=A%20tuberculose%20pulmonar%20%C3%A9%20a,15%20kg%20em%20algumas%20semanas.

  • 10 coisas que você precisa saber sobre diabetes

    Existem diversos mitos que envolvem o diabetes e que, muitas vezes, podem acabar causando confusão e incerteza, o que não é nada bom para o tratamento, né? Pensando nisso, nós reunimos 10 coisas que você precisa saber sobre diabetes! Informação é tudo😊 1 - Educação em diabetes A educação em diabetes é imprescindível para o tratamento e não só o paciente, como também familiares e pessoas que ele convive, precisam ser educados, já que ela ajuda a dar o suporte necessário para um bom tratamento e também auxilia na tomada de decisões baseadas em conhecimento e não em achismos. 2 - Tecnologias (bomba de insulina, sensor, pâncreas artificial) A tecnologia ajuda e é essencial no tratamento do diabetes. Aparelhos vão desde glicosímetros, bombas de insulina e sensores, até o pâncreas artificial, que se espera que chegue ao mercado até 2022. 3 - Evitando complicações com tratamento adequado Se o diabetes não for tratado de forma adequada, pode ocasionar diversas complicações, como neuropatia, pé diabético e retinopatia. Porém, se o paciente com diagnóstico seguir os tratamentos específicos, ele consegue levar uma vida normal e evitar tais complicações, já que elas são causadas pelo descontrole da condição. 4 - Contagem de carboidratos A contagem de carboidratos é uma estratégia bastante benéfica para o tratamento do diabetes, pois é esse o nutriente que tem o maior efeito direto nos níveis de glicose. É sempre importante ter orientação de um nutricionista, tá? 5 - A gordura e a proteína se transformam em glicose Embora 100% do carboidrato que ingerimos seja transformado em glicose, é importante saber também que de 35% a 60% da proteína vira glicose, entre 3 a 4 horas depois da absorção, e 10% da gordura dos alimentos também, após 5 horas, aproximadamente, da absorção. 6 - Exercício físico de alta intensidade pode aumentar a glicemia Não é novidade que a prática de exercícios físicos de forma regular é fundamental, já que alivia o estresse, ajuda no controle da glicemia e ainda auxilia na perda de gordura corporal. Porém, é importante saber que exercícios físicos de alta intensidade aumentam a glicemia e, por isso, é necessário sempre se atentar aos níveis de glicose no sangue antes da prática das atividades. 7 - As emoções afetam o diabetes, mas não pode ser considerado diabetes emocional As emoções positivas ou negativas que sentimos podem realmente afetar o diabetes e o controle glicêmico, porém, é importante dizer que não existe um tipo de diabetes chamado “Diabetes Emocional”. O que acontece, de fato, é que as emoções podem funcionar como um empurrão para o desencadeamento do diabetes em indivíduos com predisposição. 8 - O custo financeiro do tratamento é uma das maiores barreiras no autocuidado O custo financeiro do tratamento do diabetes ainda é um desafio a ser vencido, já que se mostra como uma das principais barreiras para que os cuidados e o tratamento sejam realizados da maneira correta. 9 - Os glicosímetros e sensores aceitam até 20% de variação Tanto glicosímetros quanto sensores aceitam até 20% de variação, portanto, é necessário ficar atento, pois quanto mais alta a glicemia estiver, maior será o valor da variação. 10 - Fazer uma caminhada leve durante uma hiperglicemia leve (até 250mg/dL) ajuda a diminuir os níveis de glicemia mais rápido Atividades físicas leves e moderadas tendem a fazer a glicemia cair e, por isso, uma caminhada leve durante uma hiperglicemia também leve (até 250mg/dL) se mostra como uma ajuda interessante para a glicemia diminuir de forma mais rápida. Chegou a estação mais quente do ano! Clica para saber quais são as nossas dicas de cuidados com o diabetes para aproveitar o verão com segurança! FONTES: https://www.accu-chek.com.br/exercicios-fisicos/250mgdl-ou-mais-de-glicemia-faco-ou-nao-atividade-fisica https://www.diabetes.org.br/publico/colunas/32-dr-carlos-negrato/193-esclarecimentos-quanto-a-metodologia-utilizada-nos-monitores-de-glicemia-capilar-glicosimetros-e-erros-mais-frequeentes-na-pratica-clinica https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/a-proteina-eleva-a-glicemia https://www.jj.com.br/jundiai/2020/11/106740-tecnologia-e-novos-insumos-auxiliam-no-tratamento-da-diabetes.html https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-diabetes/