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  • O que é Diabetes Lada?

    Você sabia que existem outros tipos de diabetes além do 1 e do 2? Sim! E um deles é o chamado Diabetes Lada, sigla em inglês que quer dizer latent autoimunne diabets of the adult e que pode ser traduzido como “diabetes latente autoimune do adulto”. Essa doença atinge 2% da população mundial e é mais comum em adultos. Entenda abaixo o que é o chamado Diabetes Lada! Compreendendo o que é Diabetes Lada Diabetes Lada é uma doença em que acontece a destruição das células Beta, que são as responsáveis por produzir insulina. Essa destruição acontece, pois, o indivíduo começa a produzir anticorpos anti-GAD, sendo GAD (glutamato descarboxilase) o nome de uma enzima importante para o organismo e que auxilia no funcionamento do pâncreas. A diferença entre o Diabetes Lada e o Diabetes tipo 1 é que no primeiro a destruição das células Beta acontece de forma mais gradual, sendo possível o controle do diabetes por mais tempo apenas com medicamentos orais. Já a diferença do Lada e do Diabetes Tipo 2 é que no tratamento do Diabetes Lada a necessidade de incluir insulina no tratamento acontece de forma mais rápida que no Diabetes tipo 2. Portanto, o Diabetes Lada está no meio do caminho entre o Diabetes tipo 1 e o Diabetes tipo 2 e, por este motivo, muitas vezes também é chamado de Diabetes 1.5. Quem é afetado pelo Diabetes Lada? O Diabetes Lada é mais comum em adultos menores de 50 anos, com presença de sintomas agudos, índice de massa corporal < 25kg/m2 e com histórico pessoal ou familiar de outras doenças autoimunes. Os sintomas Os primeiros sintomas do Diabetes Lada são cansaço constante/cansaço regular depois das refeições, cabeça ausente e fome logo depois da refeição. Com o desenvolvimento da doença e a produção de insulina do organismo sendo afetada, os sintomas incluem: - Dificuldade em controlar a sede; - Necessidade frequente de urinar; - Visão turva; - Formigamento. Diagnóstico e Tratamento Em caso de sintomas, não deixe de procurar o médico para fazer o diagnóstico correto. Ele irá fazer um exame de anticorpos chamado Anti-células Beta, anti GAD. O exame precisa ser feito até mesmo para eliminar a possibilidade de diabetes tipo 1 ou 2. Em exames de pacientes com diabetes tipo 1 dificilmente vai aparecer os anticorpos do tipo Lada, em que os anticorpos GADA são os mais característicos. Já em pacientes com diabetes tipo 2 o perfil metabólico costuma ser melhor do que os com Lada. O tratamento do diabetes LADA é parecido com o de outros tipos de diabetes, sendo comum que o médico recomende restrição de consumo de calorias, exercícios físicos regulares, antidiabéticos orais e, em certo momento, insulina. É sempre importante dizer que só o médico está apto a tomar decisões clínicas e que cada caso é único. Todo diabético tem imunidade baixa? É mentira! Vem descobrir o motivo!

  • Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose #façaQTFplus #JuntosSomosPlus

    A tuberculose, apesar de ser uma doença milenar e também dos avanços da medicina, ainda é uma conformidade que realmente mata e que precisa bastante da nossa atenção. Para que você tenha uma ideia melhor da gravidade: a tuberculose infectou 10 milhões de pessoas em todo o mundo e levou a óbito 1,2 milhões, somente em 2019, segundo Relatório Global da Tuberculose 2020. Devido aos números elevados, a Organização Mundial de Saúde criou em 2018 a campanha global “Unidos para acabar com a Tuberculose”, que tem como missão unir os países com maior incidência da doença e também a prática de ações que visam prevenir, diagnosticar e tratar a tuberculose, com o objetivo de que ela seja erradicada de vez até 2030. Muito bacana, né? Aqui no Brasil, país que integra a lista dos 30 países que concentram 90% de todos os casos de tuberculose no mundo, a colaboração para a campanha será a criação da “Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose”, que tem inicio no dia 24 de março – Dia Mundial da Tuberculose – e se estende até 31 do mesmo mês. Como o Dia Mundial da Tuberculose está se aproximando, assim como a campanha brasileira, quero aproveitar para te contar melhor sobre a tuberculose, o que é, seus sintomas, tratamento e também como se prevenir. Quem vem comigo? Ajude também a divulgar a Semana Nacional de Mobilização e Luta contra a Tuberculose 😊 Vamos juntos conscientizar cada vez mais pessoas e fazer uma corrente de informação para ajudar a erradicar essa doença até 2030 ♥ O que é tuberculose? Tuberculose é uma doença causada pela bactéria Mycrobacterium tuberculosis, que também é conhecida como bacilo de Koch. Apesar dessa doença atingir tradicionalmente o pulmão, ela também pode afetar outros órgãos, como os ossos, dependendo da gravidade. É importante destacar, também, que muitas pessoas podem ser incubadoras da doença e nunca apresentarem sintomas da mesma. A transmissão da tuberculose se dá pelo ar, sendo as gotículas de saliva do paciente infectado durante a tosse ou o espirro as principais formas de contágio. Sintomas da Tuberculose – Tosse forte e frequente por mais de duas semanas; – Expelimento de catarro; – Catarro com a presença de sangue; – Febre; – Dor no peito; – Falta de ar; – Cansaço; – Perda de apetite – Rouquidão. A tuberculose tem cura É muito relevante dizer que a tuberculose, apesar de ser uma doença grave, pode ser curada em 75% dos casos. Geralmente, o tratamento é feito com o uso de três medicamentos diferentes que precisam ser tomados conforme prescrição médica por um período de até 3 meses. Como a tuberculose é uma doença tratável e curável, o diagnóstico e o tratamento precoces são muito importantes, sendo uma das maneiras mais efetivas de evitar a transmissão e de erradicar a doença. Vale destacar que entre os métodos mais eficientes para diagnosticar a tuberculose latente está o teste IGRA QuantiFeron - TB Gold Plus, um exame com resultado rápido e preciso, e que requer apenas uma coleta de sangue e uma visita ao médico. Prevenção Entre as medidas individuais e coletivas para a prevenção da tuberculose, podemos citar: - Imunização das crianças com a vacina BCG (logo após o nascimento ou no máximo até 5 anos de idade); - Evitar aglomerações ou ambientes fechados; - Manter os ambientes bem ventilados e com entrada de luz solar; - Evitar contato direto com pessoas infectadas na primeira fase da doença (em que ela ainda é contagiosa); - Manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e prática de exercícios regulares. Você sabe o que é diabulimia e quais são os seus perigos? Clica para entender melhor do que se trata e como o apoio psicológico pode ajudar bastante! Fontes: https://medprev.online/blog/doencas/tuberculose-o-que-e-causas-sintomas-tratamento-diagnostico-prevencao/ https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/tuberculose https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/tuberculose/#:~:text=A%20tuberculose%20pulmonar%20%C3%A9%20a,15%20kg%20em%20algumas%20semanas.

  • 10 coisas que você precisa saber sobre diabetes

    Existem diversos mitos que envolvem o diabetes e que, muitas vezes, podem acabar causando confusão e incerteza, o que não é nada bom para o tratamento, né? Pensando nisso, nós reunimos 10 coisas que você precisa saber sobre diabetes! Informação é tudo😊 1 - Educação em diabetes A educação em diabetes é imprescindível para o tratamento e não só o paciente, como também familiares e pessoas que ele convive, precisam ser educados, já que ela ajuda a dar o suporte necessário para um bom tratamento e também auxilia na tomada de decisões baseadas em conhecimento e não em achismos. 2 - Tecnologias (bomba de insulina, sensor, pâncreas artificial) A tecnologia ajuda e é essencial no tratamento do diabetes. Aparelhos vão desde glicosímetros, bombas de insulina e sensores, até o pâncreas artificial, que se espera que chegue ao mercado até 2022. 3 - Evitando complicações com tratamento adequado Se o diabetes não for tratado de forma adequada, pode ocasionar diversas complicações, como neuropatia, pé diabético e retinopatia. Porém, se o paciente com diagnóstico seguir os tratamentos específicos, ele consegue levar uma vida normal e evitar tais complicações, já que elas são causadas pelo descontrole da condição. 4 - Contagem de carboidratos A contagem de carboidratos é uma estratégia bastante benéfica para o tratamento do diabetes, pois é esse o nutriente que tem o maior efeito direto nos níveis de glicose. É sempre importante ter orientação de um nutricionista, tá? 5 - A gordura e a proteína se transformam em glicose Embora 100% do carboidrato que ingerimos seja transformado em glicose, é importante saber também que de 35% a 60% da proteína vira glicose, entre 3 a 4 horas depois da absorção, e 10% da gordura dos alimentos também, após 5 horas, aproximadamente, da absorção. 6 - Exercício físico de alta intensidade pode aumentar a glicemia Não é novidade que a prática de exercícios físicos de forma regular é fundamental, já que alivia o estresse, ajuda no controle da glicemia e ainda auxilia na perda de gordura corporal. Porém, é importante saber que exercícios físicos de alta intensidade aumentam a glicemia e, por isso, é necessário sempre se atentar aos níveis de glicose no sangue antes da prática das atividades. 7 - As emoções afetam o diabetes, mas não pode ser considerado diabetes emocional As emoções positivas ou negativas que sentimos podem realmente afetar o diabetes e o controle glicêmico, porém, é importante dizer que não existe um tipo de diabetes chamado “Diabetes Emocional”. O que acontece, de fato, é que as emoções podem funcionar como um empurrão para o desencadeamento do diabetes em indivíduos com predisposição. 8 - O custo financeiro do tratamento é uma das maiores barreiras no autocuidado O custo financeiro do tratamento do diabetes ainda é um desafio a ser vencido, já que se mostra como uma das principais barreiras para que os cuidados e o tratamento sejam realizados da maneira correta. 9 - Os glicosímetros e sensores aceitam até 20% de variação Tanto glicosímetros quanto sensores aceitam até 20% de variação, portanto, é necessário ficar atento, pois quanto mais alta a glicemia estiver, maior será o valor da variação. 10 - Fazer uma caminhada leve durante uma hiperglicemia leve (até 250mg/dL) ajuda a diminuir os níveis de glicemia mais rápido Atividades físicas leves e moderadas tendem a fazer a glicemia cair e, por isso, uma caminhada leve durante uma hiperglicemia também leve (até 250mg/dL) se mostra como uma ajuda interessante para a glicemia diminuir de forma mais rápida. Chegou a estação mais quente do ano! Clica para saber quais são as nossas dicas de cuidados com o diabetes para aproveitar o verão com segurança! FONTES: https://www.accu-chek.com.br/exercicios-fisicos/250mgdl-ou-mais-de-glicemia-faco-ou-nao-atividade-fisica https://www.diabetes.org.br/publico/colunas/32-dr-carlos-negrato/193-esclarecimentos-quanto-a-metodologia-utilizada-nos-monitores-de-glicemia-capilar-glicosimetros-e-erros-mais-frequeentes-na-pratica-clinica https://www.doctoralia.com.br/perguntas-respostas/a-proteina-eleva-a-glicemia https://www.jj.com.br/jundiai/2020/11/106740-tecnologia-e-novos-insumos-auxiliam-no-tratamento-da-diabetes.html https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-diabetes/

  • Dia da mulher: Os cuidados que as diabéticas devem ter

    No dia 08 de março se comemora o Dia Internacional da Mulher e, pensando na data, resolvemos criar este artigo voltado para as mulheres diabéticas e os cuidados necessários com a condição. Para se ter uma ideia melhor em relação aos dados, em torno de 8% de todas as mulheres do mundo vivem com diabetes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, e a condição é a 9º principal causa de mortes em mulheres em ranking mundial. Abaixo, nós vamos te contar um pouco mais sobre a questão feminina em relação ao diabetes e quais cuidados as diabéticas devem ter 😉 Planejamento para engravidar é essencial Planejar a gravidez é algo fundamental para que a futura mamãe possa receber o devido tratamento. A glicose e a hemoglobina clicada precisam estar controladas não só durante a gravidez, mas também antes de engravidar. As malformações que podem acontecer nos bebês de mães com diabetes acontecem no início da gravidez e o risco é significativamente menor se a glicose estiver em níveis controlados. Caso a gravidez não tenha sido planejada, também não é necessário se desesperar, tá? O recomendado é que se procure o mais rápido possível o seu médico. A relação entre diabetes tipo 2 e a Síndrome do Ovário Policístico A Síndrome do Ovário Policístico afeta de 6 a 10% das mulheres e, quando não controlada, pode aumentar as chances do desenvolvimento do diabetes tipo 2 devido a resistência insulínica. Também vale destacar que em mulheres diabéticas ou que estão acima do peso, o risco de devolver a síndrome aumentam. Atividade física de forma regular e boa alimentação são fundamentais para a saúde da mulher A alimentação balanceada é um passo muito importante para ajudar no controle do quadro diabético e engana-se quem pensa que é preciso investir em produtos caros, sabia? Legumes, frutas, oleaginosas, verduras e carnes magras devem entrar para a sua lista de compras. Não se esqueça também de evitar alimentos muito processados e industrializados. Outro quesito que merece atenção é a prática de exercícios físicos regulares, que não só ajudam no tratamento da condição, mas também são poderosos para aumentar a autoestima. Para atividades físicas com gasto energético alto, como corrida, é recomendado que se converse com o seu médico antes, para verificar quais medidas precisam ser tomadas em relação a alimentação e controle da glicemia antes, durante e depois dos exercícios. Risco de câncer endometrial é maior em diabéticas O risco do câncer endometrial costuma atingir mulheres com mais de 60 anos e que já tenham entrado na menopausa. Para as diabéticas, é necessária ainda mais atenção com essa doença, já que ela é até 4 vezes mais comuns em mulheres com diabetes. A melhor maneira de prevenir é realizar os exames preventivos. Cuidados com a pele são fundamentais Pacientes com diabetes tem maior tendência a apresentar pele seca, devido a condição causar alterações nos nervos da pele, que controlam a produção de suor e sebo. Por isso, os cuidados com a pele dos diabéticos precisam ser redobrados, sendo indicado, por exemplo, usar cremes hidratantes que sejam específicos para a pele dos diabéticos, usar calçados confortáveis, evitar meias que tenham costura e ter o hábito de verificar os pés. Uma excelente dica de hidratante para pernas e pés ressecados é o Cedraflon, que conta com uma hidratação intensa, prolongada e não deixa a pele úmida, evitando assim o aparecimento de fungos e bactérias. Além disso, o hidratante Cedraflon tem tecnologia de absorção rápida com toque seco e baixa concentração de ureia. O resultado é uma pele hidratada e sequinha ao mesmo tempo! Conheça mais sobre o produto e visite o site da campanha ''Sua pele também tem sede'', que conta com diversos conteúdos de educação em diabetes e cuidados com a pele ressecada: https://bit.ly/3qiOobo. Acabe já com o ressecamento da sua pele! Saiba mais sobre os produtos Cedraflon e sua tecnologia inovadora! Fontes: https://blog.winsocial.com.br/diabetes-e-menstruacao/#:~:text=A%20diabetes%20pode%20influenciar%20a,e%20ciclos%20menstruais%20mais%20irregulares. https://www.diabetes.org.br/publico/artigos-sobre-diabetes/1442-ovarios-policisticos-favorecem-o-quadro-de-diabetes#:~:text=O%20que%20se%20sabe%20%C3%A9,menos%20sens%C3%ADveis%20%C3%A0%20a%C3%A7%C3%A3o%20dela. https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-gestantes-com-diabetes/ https://clubedodiabetes.com/2019/02/cuidados-para-uma-gravida-diabetica/ https://gliconline.net/gravidez-diabetes/ https://blog.partmedsaude.com.br/diabetes-7-cuidados-para-quem-convive-com-essa-doenca/ https://www.minhavida.com.br/saude/materias/31973-diabetes-5-duvidas-sobre-problemas-de-pele-ligados-a-doenca

  • Curiosidade: Como nasceu o novembro azul?

    No dia 14 de novembro é comemorado o Dia Mundial do Diabetes, definido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial de Saúde desde 1991. A data tem o símbolo de um círculo azul e, sendo assim, não só no dia 14, mas como em todo o mês de novembro, acontece uma série de atividades em prol do diabetes, sempre com o objetivo de informar, prevenir e alertar sobre o número crescente de diagnósticos de diabetes ao redor do mundo. Mas porque o dia 14 de novembro especificamente? É comum que a gente tenha curiosidade em saber qual foi o motivo pelo qual o dia escolhido para comemorar o Dia Mundial do Diabetes tenha sido o 14 de novembro. Esse motivo é bem bacana e uma grande homenagem: em 14 de novembro nasceu o canadense Frederick Banting, um dos descobridores da revolucionária insulina, junto com Dr. Charles Best. Como falamos anteriormente esse dia foi definido em 1991, mas só em 2007 que a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou a data e desde então o mundo inteiro ganha tons de azul no mês de novembro, com diversas ações e esforços liderados pelas mais diferentes frentes, como empresas, ONGs e encontros para atividades educativas, visando conscientizar as pessoas sobre o diabetes. Entendendo a importância do novembro azul Estima-se que há cerca de 425 milhões de pessoas diabéticas em todo o mundo e em torno de 16 milhões só no Brasil. O número é realmente extenso, o que torna o novembro azul ainda mais importante. O esforço coletivo que é realizado por diferentes frentes para conscientizar a população sobre a importância de prevenir quando for possível, assim como se tratar da melhor maneira, sem dúvidas é um movimento que oferece muita informação e consequentemente só tem a ajudar as pessoas. Para que você tenha uma ideia melhor do objetivo das diferentes campanhas do novembro azul e como essa conscientização é importante: - Ajuda a incentivar os governos a desenvolverem políticas de prevenção, assim como de controle do diabetes e suas possíveis complicações; - Informa e divulga quais são os sintomas e sinais do diabetes, promovendo assim a importância do diagnóstico precoce; - Promove ações com o objetivo de reduzir os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2, como obesidade, por exemplo; - Promove ações visando a prevenção e o retardamento das complicações do diabetes. Curiosidade: saiba como aconteceu a descoberta da insulina A insulina foi descoberta em 1921 por Frederick Banting e Charles Best no laboratório do fisiologista J.J.R MacLeod, enquanto eles estavam realizando estudos em cães tentando demonstrar que a secreção exócrina pancreática poderia destruir o composto químico sintetizado pelas ilhotas de Langerhans. Em 11 de janeiro de 1922, Leonard Thompson, de 14 anos e que estava em estado crítico, foi o primeiro paciente a receber insulina de forma injetável, 15 ml de extrato pancreático. Não houve efeito na redução da glicose e de corpos cetônicos na urina, além de efeitos colaterais. Assim sendo, o biólogo James Colip se uniu ao time, purificando o extrato pancreático, o que diminui os efeitos colaterais. Quando aplicado novamente no paciente, as respostas foram positivas ao tratamento. A descoberta da insulina foi totalmente revolucionária e uma conquista para o tratamento do diabetes e para a vida dos pacientes, rendendo a equipe de estudiosos o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia. Você sabia que é possível conseguir a bomba de insulina pelo Estado? Vem saber como consegui a minha! FONTES: https://www.diabetes.org.br/publico/colunas/24-dr-antonio-carlos/91-insulinas-passado-e-presente https://abev.org.br/a-bela-historia-da-descoberta-da-insulina-e-dicas-de-manejo/ https://adj.org.br/viver-bem/entenda-o-diabetes/a-saga-do-diabetes/um-passeio-pela-historia/ https://www.healthline.com/diabetesmine/november-world-diabetes-day-and-diabetes-awareness-month#Diabetes-Months-of-the-Past https://novembrodiabetesazul.com.br/

  • “Fim das picadas”? Entenda a importância de medir a glicemia na ponta de dedo

    O tratamento do diabetes vem ao longo dos anos evoluindo de forma significativa. Para se ter uma ideia melhor, nos anos 80, por exemplo, uma glicemia de jejum poderia levar até 4h para ficar pronta em laboratórios. Além disso, foi só nos anos 2000 que o sensor de glicemia começou a ser comercializado no Brasil. Embora todos esses e outros avanços sejam importantíssimos, é válido dizer que nem sempre eles substituem totalmente outras alternativas já existentes para o tratamento da condição. Vamos entender um pouco melhor qual é a importância de continuar medindo a glicemia na ponta do dedo mesmo usando o sensor de glicemia? Glicemia capilar X Sensor de glicemia O sensor de glicemia mede a glicemia através do liquido intersticial, já quando medimos a glicemia na ponta do dedo é por meio do sangue. A principal diferença entre um e outro é que a concentração de glicose no liquido intersticial é menor do que no sangue e, por isso, a sua leitura é um pouco atrasada. Por este motivo, é recomendado confirmar a glicemia na ponta do dedo na hora de tomar decisões de como tratar uma hipoglicemia, corrigir uma hiperglicemia, durante períodos de rápida alteração nos níveis de glicose ou quando o que você está sentindo não condiz com o que aparece no leitor, pois pode acontecer do sensor de glicemia não estar lendo de forma precisa o nível de glicose no sangue. O que queremos dizer é que a medição da glicemia na ponta do dedo não deve ser abandonada, ok? O sensor de glicemia não significa o fim total das picadas nos dedos, mas pode reduzir bastante a quantidade delas. Em outras palavras, a glicemia na ponta do dedo ainda é um recurso indispensável para o tratamento do diabetes em casos específicos como os que citamos anteriormente. Entendendo as setas de tendência As setas de tendência presentes no sensor de glicemia também ajudam bastante na tomada de decisões no tratamento do diabetes, já que permitem compreender a variação da glicose nos próximos minutos, ou seja, se a tendência é que ela suba, desça, se já está subindo ou descendo de forma rápida, entre outros. Prevendo assim o comportamento da glicose, é possível estimar o risco de hiper ou hipos que sejam significativas. Porém, é importante dizer que as setas de tendência também não excluem a necessidade da glicemia na ponta do dedo em alguns casos, tá? Ao analisar as setas de tendência é imprescindível analisar diversos fatores antes da tomada de decisão, como último horário da refeição, última administração de bolus, atividade física realizada recentemente, se houve algum estresse, por exemplo, e caso haja suspeita de discrepância entre a leitura e a glicose real, sintomatologia discrepante de glicose ou setas para cima ou para baixo antes da alimentação e aplicação de insulina, é recomendado medir a glicemia na ponta do dedo. Sem educação em diabetes, as novas tecnologias são insuficientes. Clique para aprender o que é uma insulina biossimilar!

  • Sarampo: quem tem diabetes deve se preocupar?

    Assim como falar sobre o coronavírus, também é importante falar mais sobre outras doenças extremamente contagiosas, como o sarampo. Para se ter uma ideia melhor, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número global de casos de sarampo teve um aumento de 300% em 2019 se comparado com o ano anterior e em setembro de 2019, a doença teve um surto, com mais de 170.000 casos confirmados em 168 países do continente. É para se preocupar e principalmente se cuidar, né? Aprenda abaixo o que é o sarampo, como é a sua transmissão, seus sintomas, tratamento, a importância da vacinação e também a relação entre o sarampo e a diabetes. O que é sarampo? Sarampo é uma doença infectocontagiosa provocada por um vírus e transmitida por secreções das vias respiratórias, tais como gotículas eliminadas pelo espirro ou pela tosse. Vale dizer que o período entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é de mais ou menos 12 dias, mas é possível que haja transmissão mesmo antes do aparecimento dos sintomas. Sintomas Os sintomas do sarampo são: febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, otite, pneumonia, encefalite, nariz escorrendo ou entupido, mal estar intenso, perda de apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas. Depois de 3 a 5 dias, é comum surgir outros sintomas, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas, e que vão, aos poucos, se espalhando pelo corpo. Tratando o sarampo É super importante destacar que não existe um tratamento especifico para sarampo. Geralmente os pacientes são isolados e os sintomas da decorrência do sarampo são tratados, ou seja, o tratamento é sintomático e tem o objetivo de aliviar os sintomas. É indicado que o paciente faça repouso, ingira bastante liquido, coma alimentos leves, limpe os olhos com água morna, tome anti-térmicos para baixar a febre e também faça um tratamento para o aumento da imunidade. A maioria das pessoas com sarampo conseguem se recuperar em duas a três semanas, mas o número de mortes ainda é elevado, cerca de 5% a 20%, principalmente devido as complicações causados pela doença, como desidratação e infecções respiratórias. Também é muito importante dizer que o sarampo pode deixar sequelas, como surdez, cegueira, retardo do crescimento e redução da capacidade mental. A vacinação é o melhor caminho Se prevenir contra o sarampo é a melhor maneira de evitá-lo. A vacina é segura, é eficaz em 97% dos casos, e existem diversas campanhas de vacinação em larga escala. Não se descuide do programa de vacinação dos seus filhos, procure saber o estado de saúde das crianças que convivem com os seus filhos e não deixe de procurar atendimento médico caso apareçam manchas avermelhadas, mesmo que você ou o seu filho tenham sido vacinados. Se você tiver dúvida, não hesite em procurar um centro de vacinação para se informar melhor, ok? O sarampo é realmente uma doença muito contagiosa e precisa de atenção. Como funciona a vacinação contra sarampo São aplicadas duas doses de vacina. A primeira a partir do 12º mês de vida da criança e a segunda, entre os 15 a 24 meses. Caso você tenha tomado somente a primeira dose até os 29 anos de idade, é recomendado completar o esquema vacinal tomando a segunda dose. Já se você não tomou nenhuma dose é indicado tomar as duas doses caso tenha entre 1 a 29 anos e somente uma dose se tiver de 30 a 59 anos. A vacina contra sarampo não deve ser aplicada em pessoas com suspeita de sarampo, bebês com menos de seis meses de idade, imunodeprimidos e mulheres grávidas. Sarampo e Diabetes O sarampo e o diabetes não possuem uma relação em si, porém, o primeiro pode causar complicações no segundo. O que acontece é que o sarampo pode comprometer o sistema imunológico no combate a infecções e, conseqüentemente, atrapalhar no controle glicêmico, já que doenças infecciosas podem vir a causar resistência à insulina e, portanto, hiperglicemias. A dica de ouro é simples: que tal dar uma olhada na sua carteira de vacinação ainda hoje? Tendo diabetes ou não, a vacina do sarampo é de extrema importância para a sua saúde. Quer saber como foi a minha viagem para o Congresso de Tecnologias e Tratamentos Avançados em Madrid? Confira aqui nesse link e fique por dentro das novidades envolvendo diabetes!

  • Conheça 5 apps que podem te ajudar no controle do diabetes

    Graças a tecnologia, o controle do diabetes tem se tornado cada vez mais prático, né? Os apps voltados para ajudar no controle do diabetes também são uma excelente opção a ser analisada por você e que podem ajudar bastante. Como são diversos apps disponíveis, nós fizemos uma lista com 5 deles que já testamos e que você precisa conhecer, pois podem fazer a diferença no seu tratamento. Não deixe também de indica-los para um amigo diabético, dica boa precisa ser compartilhada 😊 Glic O glic é pioneiro em saúde digital para o tratamento do diabetes no Brasil e é um app gratuito disponível para iOS e Android. O aplicativo oferece diversas funcionalidades para ajudar na rotina de cuidados com o diabetes, como consulta e registro de carboidratos, cálculo de dose de insulina, alerta de hipoglicemias, lembretes de medicamentos e registro de glicemia. Além disso, é importante citar que pelo app é possível se conectar com a equipe médica em tempo real, pelo prontuário médico. Sociedade Brasileira de Diabetes Se você precisa de uma ajuda para contar os carboidratos, não deixe de baixar o app “Contagem de Carboidrato” da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), que é gratuito e está disponível para iOS e Android. O aplicativo foi desenvolvido pelo Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes e conta com mais de 1.300 alimentos cadastrados, além do manual de contagem da instituição. Minsulin Outro aplicativo gratuito bastante relevante e que pode te ajudar no tratamento é o Minsulin, disponível para Android e iOS. Através do Minsulin é possível calcular a dose de insulina de cada refeição por meio da técnica de contagem de carboidratos e também compartilhar com seus profissionais de saúde informações de glicemia, doses de insulina aplicada, quantidade em gramas de carboidratos ingeridos pelo Minsulin Cloud, entre outros. Insulin Calculator O Insulin Calculator é um app voltado para diabéticos tipo 1 e que calcula as doses de insulina por meio da contagem de carboidratos, de proteínas e gorduras, informando também se há necessidade de fracionar a dose e indicando os melhores horários para aplicar as próximas. O app é intuitivo, fácil de ser usado, gratuito e está disponível para Android. MySugr O MySugr, disponível para iOS e Android, é outra alternativa de app que pode te ajudar no tratamento diário do diabetes, já que conta com registro automatizado de glicose, peso, pressão arterial, entre outros. Em sua interface atraente e motivacional, se encontra funcionalidades como registro rápido (refeições, dieta, medicações, glicemia, etc), gráficos de glicemia, HbA1c estimada, análises médicas diárias, semanais e mensais, desafios para atingir metas pessoais de terapia, feedbacks motivadores para ajudar a lidar melhor com o diabetes tipo 1 e tipo 2, calculadora de bolus, taxas basais para usuário de sistema de infusão contínua de insulina, entre outros. Bônus: iGlicho Lançado recentemente, é um aplicativo que promete ser uma ferramenta completa para o tratamento do diabetes. Entre suas funcionalidades, estão: Dados de glicemia em tempo real, emissão de relatórios completos com dados consolidados e gráficos para acompanhamento médico e possibilidade de conversar com seu médico por meio da ferramenta. O aplicativo está disponível para Android e IOS. Tem dúvidas sobre vacinação e diabetes? Clique para entender melhor sobre a importância de se vacinar! FONTES: https://www.accu-chek.com.br/apps-softwares/mysugr https://deolhonodiabetes.com.br/conheca-10-aplicativos-que-podem-ajudar-e-muito-no-dia-a-dia-do-diabetico/ https://play.google.com/store/apps/details?id=com.plssolucoesti.insulincalculator&hl=bs&gl=US http://minsulin.com.br/ https://www.diabetes.org.br/profissionais/app-oficial-e-atualizado-de-contagem-de-carboidrato-da-sbd https://gliconline.net/

  • Diabetes Mody: Entenda o que é esse tipo raro de diabetes

    Existem alguns tipos de diabetes, como o tipo 1, o tipo 2 e o emocional. Nesse artigo, em especial, nós vamos falar sobre um tipo raro e que pode gerar bastante dúvida sobre o que se trata, como é diagnosticado e qual é de fato a diferença desse tipo específico para outros. Vamos aprender mais sobre o diabetes Mody? Informação nunca é demais 😊 O que é diabetes Mody? Mody vem da sigla em inglês Maturity-Onset Diabetes of the Young, que, em tradução livre significa “diabetes de início precoce”. Esse tipo de diabetes é o mais raro da doença, atingindo cerca de 2% a 5% dos diabéticos. É importante destacar que no diabetes tipo Mody a produção ou a eficiência da insulina no corpo é prejudicada por causa de mutações genéticas que são passadas de pais para filhos. Para que se tenha uma ideia melhor: se apenas um dos pais tiver a mutação, existe 50% de chances de o filho apresentar a mutação ao nascer e 95% de desenvolver diabetes. Geralmente, as pessoas que apresentam diabetes Mody tem o seguinte perfil: um dos pais tem diabetes, há casos de diabetes na família há pelo menos duas gerações, foram diagnosticadas com menos de 25 anos e não precisam necessariamente fazer uso da insulina. Quais são os sintomas? Na maioria dos casos, o sintoma mais característico do diabetes mody é a hiperglicemia, ou seja, o excesso de açúcar no sangue, e esse quadro pode levar a outros sintomas mais populares do diabetes. Assim sendo, é frequente o diagnóstico incorreto do diabetes mody e que ele seja tratado como diabetes tipo 1 ou 2. Mas qual é a diferença entre o Mody e o Diabetes tipo 1 ou 2? O mody é o único tipo de diabetes de origem genética e, como falamos anteriormente, é comum que ele seja diagnosticado como diabetes tipo 1 ou 2, já que apresenta sintomas parecidos. Diagnóstico e Tratamento Para o diagnóstico do diabetes mody é realizado uma análise genético-molecular, que poderá indicar o tratamento mais adequado, o curso clínico da doença e um aconselhamento genético. Tal investigação é super necessária, já que se trata de uma doença hereditária e que afeta gerações. Entretanto, como os sintomas do diabetes mody podem se apresentar de forma branda, muitas vezes esse tipo de diabetes acaba sendo diagnosticado em exames de rotina. Já em relação ao tratamento, vale dizer que não existe um que seja indicado para todos os pacientes de uma maneira geral, pois depende do tipo de mutação que causa o mody e existem em torno de 10 variações desse diabetes que são reconhecidos. É necessário que sejam avaliadas pelo médico características individuais para que o melhor tratamento seja indicado, que pode ser uso de medicamentos, uso de insulina ou até mesmo mudança na alimentação. Vamos falar sobre diabetes e gravidez? Essa é uma preocupação bastante comum e que gera dúvidas, mitos e muitas incertezas! Fontes: https://www.alert-online.com/br/news/health-portal/forma-rara-da-diabetes-necessita-de-tratamento-alternativo http://farmadia.com.br/2017/07/13/o-que-e-diabetes-mody/ https://blog.supersaudavelshopping.com.br/diabetes-tipo-modyatico/ https://adj.org.br/viver-bem/entenda-o-diabetes/outros-tipos-de-diabetes/ https://clubedodiabetes.com/2018/10/conheca-o-diabetes-mody/ https://drasuzanavieira.med.br/2015/02/25/diabetes-monogenico-mody/

  • Você sabe o que é diabulimia e quais são os seus perigos?

    A diabulimia é uma palavra que une outras duas: bulimia e diabetes. Trata-se de um dos transtornos alimentares mais perigosos do mundo, em que o paciente com diabetes tipo 1, entre outras atitudes, omite intencionalmente as doses de insulina com o objetivo de perder peso. Dessa maneira, a glicemia se mantém alta de forma constante, porque sem insulina, as células não recebem a energia necessária para se manterem ativas, então o corpo começa a procurar fontes alternativas de energia - porém perigosas - resultando em um emagrecimento nada saudável e consequentemente à cetoacidose. O fato é que esse quadro é muito perigoso, aumentando de forma significativa as internações, a descompensação da glicemia, hipoglicemias graves e complicações crônicas precoces, como retinopatia, neuropatia e nefropatia. Abaixo, quero te contar um pouco mais sobre a diabulimia e como esse transtorno alimentar é grave e muito preocupante, quais os sinais de alerta e o tratamento. Informe-se, pois essa também é uma excelente maneira de ajudar quem está precisando <3 Entendendo o que é a diabulimia e seus sinais A diabulimia, como falamos anteriormente, é um transtorno alimentar em que o paciente com diabetes tipo 1 omite de forma intencionalmente as doses de insulina, tem sentimento de perda de controle sobre a alimentação, pratica exercícios físicos em excesso ou se alimenta de forma compulsiva seguida de vômitos ou uso de laxantes, com o objetivo de perder peso. Em relação ao transtorno alimentar, vale dizer também que mulheres com diabetes tipo 1 tem 2,4 vezes mais probabilidade de desenvolver um distúrbio alimentar do que mulheres sem diabetes, segundo pesquisa publicada pelo jornal britânico British Medical Journal. Além de entender o que é a diabulimia, é essencial saber também quais são os sinais de alerta desse transtorno alimentar. São eles: - Preocupação excessiva com a imagem corporal; - Aumentos inexplicáveis nos valores de A1C; - Episódios frequentes de cetoacidose diabética; - Mudança nos padrões alimentares; - Amenorreia (ausência da menstruação por pelo menos 3 meses); - Padrões incomuns de exercício físico, que podem estar associados a hipoglicemia; - Depressão e ansiedade; - Perda de peso sem justificativa; - Sede persistente e excesso de urina (poliúria); - Infecções urinárias frequentes; - Mudanças bruscas de humor. Quais são os riscos da diabulimia? Esse transtorno alimentar é perigoso, podendo levar a exaustão, incapacidade de pensar com clareza, desidratação severa, cetoacidose diabética, elevação das taxas de colesterol, infecções, desordem menstrual, retinopatia, neuropatia, comprometendo da circulação periférica, osteoporose, danos nos rins, problemas no coração, coma e também à morte. Apoio psicológico é parte fundamental do tratamento É preciso entender que pode não ser fácil uma pessoa que sofre com diabulimia pedir ajuda e, por isso, a atenção aos sinais e o apoio da família e de profissionais é mais do que importante para que o tratamento possa ser iniciado o mais rápido possível a fim de evitar possíveis complicações. O tratamento da diabulimia é realizado com psicoterapeutas (individuais ou em grupo), acompanhamento médico e nutricional e uso de medicamentos. Em casos mais graves, pode ser necessário hospitalização do paciente. É claro que cada caso é um caso e, por isso, a etapa mais importante ao ser verificado os sinais de alerta é procurar por apoio profissional. A saúde é o nosso bem mais precioso. Confira 12 alimentos que podem ajudar a aumentar a sua imunidade!