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88 resultados encontrados

  • O que a quarentena tem nos ensinado em relação ao tratamento do diabetes?

    A necessidade de isolamento social diante da pandemia do novo coronavírus (covid-19) se mostrou como uma estratégia fundamental para conter a transmissão do vírus. Ficar em casa realmente é uma forma de salvar vidas, mas você já pensou também que esse momento de quarentena tem nos permitido lançar um novo olhar sobre nós mesmos e a enxergar a vida com mais carinho e gratidão? Em relação ao tratamento do diabetes, esse tempo de quarentena tem me ensinado bastante. Vou dividir com vocês abaixo 4 lições sobre diabetes que a quarentena me ensinou e tem me ensinado. 1º - É possível esperar 15 minutos para aplicar insulina antes das refeições. E não é tão difícil assim. É comum a gente viver no modo automático, fazer mil coisas ao mesmo tempo e achar que esperar 15 minutos para aplicar insulina antes das refeições é uma eternidade. A quarentena me trouxe mais calma em relação a isso e percebi que esperar esse tempinho é super possível. Além de ajudar no meu controle glicêmico, também contribui para diminuir a ansiedade na hora de se alimentar, fazendo que eu coma apenas o necessário. 2º - Fazer exercícios físicos regulares faz diferença e o fato de estar confinado não é desculpa pra não fazer Com a quarentena é normal que a gente fique com preguiça e até mesmo desmotivado alguns dias, mas percebi que nos dias que faço exercícios físicos me sinto melhor, mais motivada, mais feliz e com a glicemia mais controlada. Tenho dado mais valor a fazer exercícios físicos regulares, para minha saúde como um todo, até mesmo a mental. 3º - Não desperdiçar alimentos, consumir produtos mais naturais e fazer a própria comida A quarentena também me trouxe mais consciência dos alimentos que consumo e também a dar mais valor aos produtos, procurando não os desperdiçar. Tenho procurado comer alimentos mais naturais e sempre que possível, eu mesmo preparo as refeições. Por estes motivos, a contagem de carboidratos tem ficado bem mais fácil. 4º - Ter horas a mais no dia e usá-las a meu favor Pra quem trabalhava fora e perdia 2 ou 3 horas no trânsito, na quarentena, nós ganhamos algumas horas a mais no dia fazendo Home Office e, nesse período tenho tentado usar a meu favor em todos os sentidos, até mesmo para ajudar no tratamento do diabetes. Aproveito para tomar um solzinho na varanda, fazer yoga e meditação, estudar, fazer exercícios físicos, entre outros. A quarentena me mostrou que fazer pausas também é importante. Com todas essas lições que a quarentena me deixou e vem me ensinando a cada dia em relação ao tratamento do diabetes, penso que esse momento também pode ser visto como uma oportunidade para muitos em vários aspectos diferentes. Esse tempo de quarentena pode, por exemplo, nos tornar pessoas mais empáticas, que dão mais valor a pequenas coisas da vida, que reclamam menos e que dão mais atenção a si mesmo e ao próximo. Agora é a sua vez! Me conta o que a quarentena tem te ensinado sobre o tratamento do diabetes e também sobre a vida em geral? Quero muito saber 😊 Nessa quarentena recorra à Telemedicina! Fiz uma lista com diversos profissionais que eu indico! Confira aqui!

  • Existe Diabetes Emocional? Entenda do que se trata!

    Os estudos e as pesquisas sobre saúde mental estão cada vez mais avançados e, atualmente, já se sabe que diversas doenças são associadas ao estado psicológico do paciente. Em relação ao diabetes não é diferente, você já ouviu falar do termo “Diabetes Emocional”? Será que realmente existe? Vamos descobrir se essa informação é verdadeira! Afinal, o que é “Diabetes Emocional”? Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes não existe “Diabetes Emocional”, o que existe, de fato, é o diabetes tipo 1 e 2, o diabetes gestacional e outros tipos específicos que podem acontecer devido a doenças genéticas, hormonais e pancreáticas, por exemplo. Entretanto, é possível que situações de estresse e ansiedade sejam um gatilho para o desenvolvimento da condição em indivíduos que já possuem pré-disposição. E aí que entra o termo Diabetes Emocional. Para que você entenda melhor: Não existe um tipo de diabetes chamado “Diabetes Emocional”, porém, as emoções que sentimos, sejam negativas ou positivas, podem desequilibrar os níveis de açúcar no sangue, podendo ser um “empurrão” para o desencadeamento da diabetes em indivíduos com predisposição. Como o estresse pode alterar a glicemia O organismo compreende o estresse como um alerta de perigo e desta forma, a primeira coisa que ele faz é se preparar para fugir. Porém, situações de estresse são muito comuns e nem sempre realmente apresentam uma situação de perigo. Como o organismo não entende isso, ele libera alguns hormônios com o objetivo de distribuir energia (glicose nas células) para ser usado como combustível se for necessário. O que acontece em pessoas com pré disposição a diabetes é que essa energia produzida especialmente para o enfrentamento do estresse não consegue ir até as células, já que não existe insulina suficiente. Dessa forma, a glicose permanece circulando no sangue e, então, a glicemia aumenta. Vale citar, ainda, que o cortisol, conhecido como o “hormônio do estresse” tem influência direta no estoque dos triglicérides que, em grande quantidade, podem alterar os receptores de insulina no organismo e até mesmo desativar suas funções. Pode ser necessário acompanhamento de psicólogos ou terapeutas? O diagnóstico do diabetes, seja qual for o motivo do seu desencadeamento, é um período em que o apoio de profissionais que cuidam da parte psíquica, como terapeutas e psicólogos, pode ser bastante importante. Sobretudo se o diabetes foi desencadeado, em pessoas com pré-disposição, por estados emocionais, esse apoio se faz ainda mais necessário, para ajudar os pacientes a reagir da melhor maneira possível com eventuais problemas que podem vir a ocorrer. Diabetes e estresse não combinam: 5 dicas para lidar melhor com o seu estresse A forma como se encara as situações do dia a dia é fundamental não só para o bom controle da diabetes como também para evitar a mesma. É claro que nem sempre é fácil, já que estamos falando de autoconhecimento, aceitação e motivação, né? Para te ajudar, nós separamos 5 dicas para que você consiga lidar melhor com o seu estresse. Confira abaixo! Pratique exercícios físicos de forma regular. A atividade física tem o “poder” de afetar positivamente a mente e ajuda a aliviar o estresse; A alimentação faz toda a diferença no estresse, sabia? Excesso de cafeína, por exemplo, pode causar aumento da tensão e do nervosismo. Durma bem! A falta de qualidade no sono tem ligação direta com ansiedade e estresse; Evite situações de estresse. Permita-se se poupar de eventos ou pessoas que possam te causar estresse ou, já que você sabe que pode se sentir estressado, que tal tentar se autocontrolar antes disso acontecer?; Tome bastante água! O humor pode ser alterado pela desidratação, sabia? Uma boa dica é levar sua garrafinha de água para onde for, assim fica fácil lembrar de beber água durante o dia. Clique aqui e descubra 12 alimentos fáceis de serem encontrados que podem te ajudar a aumentar a sua imunidade!

  • 4 Dicas para você conviver melhor com diabetes

    Ter uma rede de apoio, por exemplo, é fundamental Se sentir bem logo quando recebe o diagnostico é praticamente uma tarefa impossível, já que realmente a partir de então terá que haver uma rotina de tratamento caso a pessoa queira levar uma vida saudável. Porém, aos poucos e com muita informação, se percebe que é possível viver feliz e bem com a diabetes, que ela não te define, mas que faz parte de você. Confira abaixo 4 dicas para você conviver bem com a diabetes! Dica 1 – Perceba que nós não somos todos iguais A primeira dica para conviver bem com a diabetes é perceber que nós não somos todos iguais, ninguém cresce com as mesmas experiências. Cada ser humano é único, com suas qualidades e defeitos e, por isso, não é um caminho bacana você ficar se comparando com outras pessoas ou acreditando que são melhores ou piores que você, até porque você nem sabe todos os desafios e dores que as pessoas possuem, não é mesmo? Se esforce, somente, para ser a melhor versão de você mesma! Dica 2 – Tenha uma rede de apoio Sem dúvidas, uma rede de apoio vai te ajudar muito, não só no diagnóstico da diabetes, mas também a aceitar a condição e conviver bem com ela. Uma rede de apoio é formada por amigos, irmãos, pais, namorados, colegas de trabalho, tios e tias, primas e primos, entre outros. Não se esqueça de manter perto de você pessoas gentis e amorosas, pois elas vão fazer toda a diferença na sua vida. Dica 3 – Sinta orgulho das suas qualidades Todas as pessoas têm inúmeras qualidades! Você já pensou em quais são as suas? Reserve um tempo para criar uma lista com todas as suas qualidades e sempre que se sentir um pouco triste, seja com a sua glicemia que ficou um pouco alta ou por qualquer outro motivo, consulte a lista, que pode te ajudar a se sentir melhor no momento. Na lista de qualidades se importe mais em falar sobre valores, como empatia, senso de humor, compaixão, confiança, ética e sinceridade, do que com aparência física, ok? Dica 4 – Saiba que dias ruins acontecem Dias ruins acontecem para todos nós, seja com diabetes ou sem diabetes e, por isso, não pense que você precisa estar se sentindo bem 100% do tempo. Não se cobre tanto! Sabendo que os dias mais difíceis passam, você vai conseguir encará-los de forma mais leve, já que sabe que daqui a pouquinho vem outro dia. Porém, caso você esteja se sentindo extremamente triste e por muitos dias, é recomendado que converse com amigos mais próximos ou procure um médico para te ajudar. Dica Extra! Estude sobre a sua própria condição. O conhecimento liberta! Abaixo, deixo alguns links úteis com informações gratuitas para te ajudar nesta pesquisa Canal da Biabética no YouTube Perfil da nutricionista Noelly Dantas Perfil da nutricionista Ana Carolina Almeida Site da Sociedade Brasileira de Diabetes Perfil da Dra Talita Trevisan

  • Neuropatia Diabética: dá pra diminuir o risco de desenvolvê-la?

    A neuropatia é a complicação crônica mais comum e também a mais incapacitante do diabetes, sendo a responsável por aproximadamente 2/3 das amputações que não tem como causa acidentes ou fatores externos. O assunto é realmente sério e merece a sua atenção, já que a complicação pode ser silenciosa e evoluir de forma lenta. Vamos entender um pouco sobre o que é Neuropatia Diabética e como diminuir o risco de desenvolvê-la? Entendendo o que Neuropatia Diabética Neuropatia diabética é um distúrbio nervoso causado pelo diabetes mal controlado ao longo dos anos, em que ocorre a degeneração progressiva dos nervos, diminuindo assim a sensibilidade em diversas partes do corpo, como os pés, por exemplo, ou o aumento da sensibilidade a estímulos que não geram qualquer dor, como trocar de roupa. Em pacientes com diabetes, a Neuropatia Diabética pode se manifestar por diversas razões e entre as mais comuns está o excesso de peso e obesidade, falta de controle do índice glicêmico, doença renal, tempo de diabetes, hipertensão, sedentarismo e tabagismo. Quais são os sintomas da Neuropatia Diabética? Os sintomas mais frequentes da Neuropatia Diabética são dores contínuas, sensação de queimadura e ardência, formigamento, dores sem causa aparente, dor excessiva diante de um estimulo pequeno e dor causada por toques que normalmente não seriam dolorosos. Além disso, também é comum que o suor diminua, que a pele fique mais seca e que ocorra diminuição da energia. É muito importante destacar, mais uma vez, que é comum que pessoas com Neuropatia Diabética não percebam qualquer sintoma por bastante tempo e, por isso, quando o assunto é Neuropatia Diabética, a prevenção é tão significativa. Evitando a Neuropatia Diabética Se você é diabético, saiba que com algumas atitudes e mudanças de rotina é possível evitar a Neuropatia Diabética. Cuide dos seus pés Examine seus pés e pernas com frequência, cuide das suas unhas, aplique hidratantes quando a pele estiver seca e procure usar calçados confortáveis. Uma boa dica de hidratante para pernas e pés ressecados é o Cedraflon, pois ele possui uma hidratação muito intensa, prolongada e não deixa a pele úmida, evitando o aparecimento de fungos e bactérias. Ele tem uma tecnologia de absorção imediata com toque seco, além de possuir baixa concentração de ureia, garantindo uma hidratação na medida certa, sem esfoliar a pele, permitindo pés hidratados e sequinhos ao mesmo tempo! Conheça mais a história de cedraflon no site: www.cedraflon.com.br Controle de forma eficiente a sua glicemia O controle da glicemia é um dos pontos mais importantes para evitar a Neuropatia Diabética, já que a doença é frequente em pessoas que apresentam níveis altos de açúcar no sangue. Por isso, procure mantê-los controlados e, caso precise de ajuda ou tenha dificuldades, não hesite em procure o seu médico. Pare de fumar O tabagismo ajuda a criar acúmulos de gordura nas artérias, bloqueando a circulação o que, consequentemente, reduz o fluxo sanguíneo. Faça exercícios físicos com regularidade A atividade física de forma regular é essencial para manter os níveis de açúcar no sangue controlados e também, é claro, evitar o ganho de peso. Tenha uma alimentação balanceada Ter uma alimentação balanceada ajuda na sua saúde em geral e não só na prevenção da Neuropatia Diabética. Procure ter uma alimentação rica em fibras e evite o consumo excessivo de carboidratos. Faça seus exames com regularidade Para terminar, não se esqueça de manter os seus exames em dia e, caso perceba qualquer alteração no seu corpo, como corte ou ferida que demora para curar, queimação, formigamento ou fraqueza nas mãos e pés, procure o seu médico. Não é sempre que esses sintomas indicam Neuropatia Diabética, mas podem estar sinalizando outros problemas que também precisam de atenção e cuidados médicos. Você já se sentiu extremamente cansado fisicamente e emocionalmente, em estado de total exaustão? Descubra se é Diabetes Burnout!

  • Pé diabético: Sintomas e como evitar

    Muita gente não sabe, mas os pés dos diabéticos devem ser um ponto de atenção para quem possui a condição. Estamos falando do pé diabético, termo que se refere ao maior risco que os diabéticos possuem de desenvolver complicações nos pés, como infecções, trombose, feridas, úlceras, entre outros. Em relação ao pé diabético, é muito importante destacar que esse tipo de problema só é frequente em indivíduos com diabetes não controlada e, por este motivo, a prevenção é o melhor caminho a ser seguido. Leia abaixo quais são os sintomas do pé diabético e aprenda também como evitá-lo! Prevenir é sempre uma boa ideia 😊 Sintomas do Pé Diabético É muito comum que os diabéticos só percebam o pé diabético a partir do momento em que surge alguma ferida ou infecção com demora para sarar. Porém, o pé diabético possui alguns sintomas e pode ser identificado antes do surgimento de feridas ou infecções nos pés. Como sintomas do pé diabético, podemos citar: Sensação de formigamento frequente nos pés; Queimação nos pés e tornozelos; Perda da sensibilidade nos pés; Dormência nos pés; Dor nos pés; Sensação de agulhadas nos pés; Fraqueza nas pernas. Ao perceber os primeiros sintomas ou qualquer desconfiança não deixe de procurar o seu médico. O pé diabético, quando detectado em fase inicial, pode ser tratado com medicamentos, já em fase mais avançada e grave pode ser necessário até mesmo cirurgia ou amputação. Evitando o pé diabético Como falamos anteriormente, a melhor forma de evitar o pé diabético é a prevenção. Confira abaixo 5 comportamentos e cuidados que você pode começar a adotar ainda hoje para evitar o pé diabético! Mantenha a sua glicemia controlada A principal forma de evitar o pé diabético é manter a sua glicemia controlada. Isso porque níveis de açúcar elevados por muito tempo fazem com que o sangue tenha mais dificuldade em alcançar as extremidades do corpo, com os pés, causando assim enfraquecimento das células da região, perda de sensibilidade e lentidão na cicatrização de feridas e cortes. Observe seus pés todos os dias Outro cuidado que pode ser tomado para evitar o pé diabético é prestar atenção nos seus pés diariamente. Caso encontre rachaduras, frieiras, cortes, feridas ou alteração de cor, por exemplo, não deixe de procurar o seu médico. Mantenha os pés limpinhos e hidratados Para evitar o pé diabético, higiene é fundamental. Lave seus pés diariamente com sabonete neutro e água morna, lembrando de higienizar entre os dedos e no calcanhar. Lembre-se, também, de secar os pés com uma toalha macia e hidrata-los. Calçados e meias só devem ser colocados depois que o hidratante tiver sido totalmente absorvido pela pele, tá? Não retire os calos e corte as unhas com delicadeza É muito importante que os calos sejam retirados apenas por profissionais especializados em pés. Além disso, cortar as unhas em linha reta e com delicadeza, e evitar tirar a cutícula, também são recomendações para evitar o pé diabético. Use sapatos confortáveis O tipo de sapato usado também é uma forma de evitar o pé diabético, sabia? Opte por sapatos fechados, macios, confortáveis e que deem segurança ao caminhar. Já quando o assunto é salto alto, prefira os baixos e quadrados, que entregam um melhor equilíbrio para o corpo. Além de problemas nos pés, o diabético também pode desenvolver cetoacidose diabética. Você sabe o que é isso? Clique para aprender e saber como evitar!

  • Especial dia do amigo: Por que ter amigos com diabetes?

    Dani, Noelly e Ana. Minhas melhores amigas com diabetes. Diversas pesquisas confirmam que relações de amizade são capazes de melhorar a nossa saúde em geral, sabia? E em relação ao diabetes, você já parou para pensar o quanto pode fazer bem ter amigos doces como você? Essa é a mais pura verdade! Neste artigo eu vou te mostrar como é importante ter amigos com diabetes e como essas amizades realmente podem mudar a sua vida. Confira abaixo! 😊 Ser compreendido totalmente Em momentos difíceis, é comum que sejamos amparados e aconselhados por familiares, amigos e namorado, mas também é frequente que a gente não se sinta 100% compreendido quando o assunto é diabetes, já que somos nós que temos a condição e realmente sabemos e sentimos o que isso significa. Ao ter amigos com diabetes, esse quadro muda completamente e você se percebe totalmente compreendido, pois seu amigo doce sente as mesmas coisas que você, tem uma rotina parecida, precisa se preocupar com a glicemia, aplicar insulina, compartilha os mesmos medos etc. Ajuda na aceitação do diagnóstico É claro que ser diagnosticado com diabetes não é fácil, mas ter amigos com a mesma condição pode te ajudar muito na aceitação do diagnóstico. Amigos com diabetes vão conseguir te mostrar, de verdade, que é possível ser feliz com a condição e que dias nublados acontecem para todo mundo, mas que eles passam mais rápido do que a gente pensa. Você se sente acolhido, incluído e protegido Ao ter amigos com diabetes você se sente acolhido, incluído e até mesmo protegido. É tão bom fazer parte de um grupo que a gente se identifica, né? Tendo amigos doces a gente não se sente diferente em nenhum momento, porque não é só você que precisa furar o dedo, se preocupar contagem de carboidratos, hipo ou hiper. É uma forma de ajudar o outro Uma das melhores coisas de ter amigos com diabetes é que todo mundo pode se ajudar! Um dia é você que precisa de atenção, mas amanhã pode ser o seu amigo que precisa de ajuda, e é tão bom poder ajudar, né? Faz bem pra você e pro outro 😊 Melhora a saúde Como falamos no início, as amizades são capazes de melhorar a nossa saúde. Quem tem amigos vive mais, fica menos estressado, tem menos probabilidade de ter depressão e também fica mais imune a problemas de saúde. Alguém dúvida do poder que os amigos com diabetes podem ter na sua saúde? Eu não! Feliz dia do amigo, amigos! Se você anda se sentindo sozinho e isolado, procure não se fechar, pois tenho certeza que existem outras pessoas iguais a você em busca de uma amizade sincera e verdadeira. Se dê a oportunidade de conhecer pessoas com a mesma condição que você, que garanto por experiência própria, que a vida vai ficar ainda melhor. Neste dia do amigo, quem vem comigo compartilhar muito amor doce pela internet e fora dela? <3 Você já ouviu falar em Nefropatia Diabética? O assunto é sério e merece a sua atenção!

  • O que é Pré-Diabetes?

    Existem algumas alterações em nosso metabolismo que indicam uma possível evolução para uma doença. É o caso do pré-diabetes, por exemplo, que funciona como um sinal de alerta para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e também de doenças cardíacas. Vamos entender um pouco mais sobre pré-diabetes, os fatores de risco e quais mudanças de hábitos uma pessoa com pré- diabetes deve adotar? Vamos nessa! Entendendo o que Pré-Diabetes Como o nome mesmo já nos diz, o Pré-Diabetes é uma situação que acontece anteriormente ao diagnóstico do diabetes. O Pré-diabetes acontece quando os níveis de glicemia são mais altos do que o normal, porém ainda não tão altos para ser considerado diabetes. Para se ter uma ideia mais precisa, o indivíduo é considerado pré-diabético quando o valor de sua glicemia em jejum varia entre 100 e 125 mg/dl, diabético quando é maior que 125 mg/dl e não diabético se possui valores glicêmicos menores ou iguais a 99 mg/dl. É muito importante dizer que a única forma de diagnosticar o Pré-diabetes é através do exame de sangue e como, na maioria das vezes, os pacientes não apresentam qualquer sintoma, é de extrema importância ficar de olho nos fatores de risco e, é claro, fazer exames com regularidade. Vale citar, também, que em casos raros é possível que o individuo apresente acantose, ou seja, o escurecimento de dobras da pele, como sintoma do Pré-diabetes. Os fatores de risco do Pré-Diabetes Como o Pré-Diabetes é uma situação que na maioria das vezes não apresenta qualquer sintoma, não deixe de verificar se você possui fatores de risco e faça seus exames com regularidade para que o médico possa te indicar as melhores maneiras de prevenir ou adiar o máximo possível que o quadro evolua para o diabetes tipo 2 ou doenças cardíacas. Os fatores de risco do Pré-Diabetes são os seguintes: Hipertensão ou algum outro dado de síndrome metabólica; Alterações nos níveis de triglicérides e colesterol; Ter sido diagnosticada com Síndrome do Ovário Policístico (SOP); Pessoas acima do peso, sobretudo aquelas que concentram gordura na região abdominal; Histórico familiar de diabetes tipo 2; Desenvolvimento de diabetes na gestação; Pessoas acima de 45 anos; Sedentarismo Revertendo o Pré-Diabetes Não é porque você tem Pré-Diabetes que obrigatoriamente vai desenvolver diabetes, ok? Mas caso você tenha e não tome alguns cuidados é realmente provável que desenvolva a doença. A melhor opção, antes de tudo, é fazer seus exames regularmente para que caso seja diagnosticado com Pré-Diabetes, o seu endocrinologista possa verificar quais são os seus reais riscos e também apontar qual é a melhor estratégia que deve ser tomada. Em divesos estudos clínicos foi constatado que existem três estratégias que se mostraram eficientes quanto à prevenção do diabetes em pacientes com Pré-diabetes, são eles: perda de peso, atividade física regular e tratamento farmacológico. Para que você tenha uma ideia melhor, a mudança de estilo de vida, ou seja, alimentação balanceada e atividade física, consegue reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 em cerca de 30 a 40%. Que tal dar o primeiro passo hoje mesmo? Lembre-se, sempre, que pequenas atitudes fazem muita diferença na sua saúde e que equilíbrio é tudo. Você sabia que o melhor chocolate para diabéticos não é o diet? Pois é! Clique aqui e aprenda qual é chocolate mais indicado para diabéticos!

  • Quem tem diabetes tem a imunidade baixa?

    Como o diabetes é uma doença crônica e ainda sem cura, muitas pessoas ficam preocupadas quando o assunto é sistema imunológico. Mas, será que de fato pessoas diabéticas realmente possuem a imunidade mais baixa e por isso são mais suscetíveis a infecções? Antes de tudo, vamos entender um pouco sobre sistema imunológico... Sistema imunológico é a defesa do nosso organismo contra agentes infecciosos, como vírus, protozoários, vermes, fungos e bactérias. Como alguns sintomas da imunidade baixa podemos citar: infecções, febre e calafrios, cansaço físico e emocional excessivo, diarreia, náuseas, vômitos, distúrbios emocionais, queda acentuada do cabelo, doenças simples que demoram a passar, infecções recorrentes, entre outros. Mas, afinal, quem tem diabetes tem a imunidade baixa? O diabetes é uma doença que realmente pode causar a redução da imunidade, assim como acontece com o HIV, HPV, entre outros. Porém, é muito importante destacar que essa baixa na imunidade não é causada pela diabetes em si, mas assim pela hiperglicemia, ou seja, é o aumento da glicemia que pode causar uma baixa na imunidade. Portanto, não é todo diabético que possui a imunidade baixa, mas sim aqueles que possuem a condição não controlada, ok? O fator determinante para a imunidade baixa em diabéticos não é a diabetes, mas sim o descontrole da doença. É a chamada variabilidade glicêmica, ou seja, o processo em que a glicemia entra em um processo descontrolado subindo, descendo, subindo e descendo, que produz substâncias que fazem com que a imunidade fique baixa. Aumentando a imunidade Além de manter a sua glicemia controlada, também existem alguns hábitos que você pode incluir na sua rotina para garantir que a sua imunidade fique alta. A prática de exercícios físicos de forma regular é uma delas. Uma boa dica neste caso é escolher algum exercício que você goste, como pilates, aulas de dança, academia, treino funcional, algum esporte, como handebol, futebol ou basquete, corrida ou até simplesmente caminhar. O que importa aqui é se mexer, seja qual for o jeito! Outra dica para aumentar a sua imunidade é prestar atenção na sua alimentação. Será que ela está nutritiva ou será que você está consumindo açúcares e carboidratos, por exemplo, em quantidade excessiva? Existem alguns alimentos que podem ser aliados para que a sua imunidade fique alta, como castanha do pará, peixe, espinafre, cenoura, entre outros. É super importante também ficar atento aos sintomas da baixa imunidade, como infecções frequentes. Caso você perceba que a sua imunidade pode estar comprometida, não deixe de procurar o seu médico para realizar exames de sangue e assim conseguir fazer uma avaliação precisa das suas células de defesa. Para terminar, também queremos lembrar da importância da saúde mental quando se trata de imunidade. Situações de estresse extremo e ansiedade podem realmente causar uma baixa na imunidade, deixando o nosso organismo menos protegido. Dê muita atenção a como você anda se sentindo e mais uma vez, não deixe de procurar ajuda se for necessário. Clique aqui e confira algumas dicas para economizar com diabetes de forma simples e muito prática!

  • Vegetarianismo e Veganismo com Diabetes

    Uma dieta sem proteína animal pode ajudar no tratamento do diabetes? O que você precisa saber antes de ler esse artigo: - Vegetariano(a) – Individuo que não consome carne (vermelha, frango ou peixe); - Vegano(a) - Individuo que não consome nenhum produto de origem animal, como leite, ovos e mel. O número de vegetarianos e veganos em todo o mundo têm aumentado de forma significativa com o passar dos anos. Para se ter uma idéia melhor, em seis anos, o número de pessoas vegetarianas no Brasil quase dobrou e, uma pesquisa realizada pelo Ibope no inicio de 2019, apontou que 14% da população brasileira já é vegetariana. Provavelmente são os benefícios que são percebidos ao longo de uma dieta sem proteína animal que estão fazendo com que 64% da população brasileira, segundo pesquisa do DataFolha de 2017, queiram diminuir o consumo de carne. Mas será que para diabéticos, uma dieta sem proteína animal pode ser interessante? De acordo com diversos estudos a resposta é positiva. Vamos entender um pouquinho mais? Uma dieta sem proteína animal oferece diversos benefícios, como diminuição do risco de insuficiência renal, melhoria no controle do peso, mais energia, melhoria na digestão, melhoria na qualidade do sono, entre outros. Em relação aos diabéticos, essa dieta ainda pode ajudar a diminuir os níveis de açúcar no sangue e, conseqüentemente, auxiliar no controle glicêmico. Além disso, como a dieta vegetariana/vegana ajuda no controle do peso, ela também ajudar a evitar o desenvolvimento do diabetes tipo 2. A melhor forma de entender a relação entre diabetes e dieta vegetariana/vegana é analisar estudos feitos recentemente sobre o tema. Vamos nessa! De acordo com o LiveKindly, a American Diabetes Association afirma que uma dieta vegetariana é uma das principais formas de conter o aparecimento e os efeitos do diabetes tipo 2; Em estudo recente publicado no The American Journal of Clinic Nutrition foi descoberto que uma pessoa tem uma chance em cada três de desenvolver diabetes tipo 2 ao escolher por comer carne vermelha; Um estudo da Harvard School of Public Health descobriu que uma porção diária de 100g de carne vermelha não processada aumentou em 19% o risco de diabetes tipo 2; Em um estudo realizado por pesquisadores do Comitê dos Médicos para uma Medicina Responsável (EUA), foi apontado que pessoas que aderem a uma dieta sem carne e lacticínios têm uma melhora na sensibilidade à ação de insulina. Além disso, também foi visto que a dieta consegue turbinar a ação das células beta pâncreas, que são as produtoras de insulina; Visto tantos estudos de instituições renomadas, é possível perceber que o vegetarianismo/veganismo pode, de fato, ser um aliado no tratamento do diabetes tipo 1 e também usado como forma de prevenir o diabetes tipos 2, além de outras doenças, como as cardiovasculares e até mesmo o câncer. A comida é, sem dúvidas, um remédio e a natureza consegue nos oferecer tudo o que necessitamos para ter uma boa saúde, né? Vale dizer, ainda, que uma dieta vegana/vegetariana também é uma escolha ética, já que poupa a vida dos animais, o que, com certeza, deixa a nossa alma e mente mais leve e tranqüila. Tenho diabetes e quero começar uma dieta vegana/vegetariana. O que devo fazer? Caso você seja diabético e queira virar vegano ou vegetariano, o primeiro passo que deve ser tomado é procurar um nutricionista e também conversar com o médico que você visita regularmente. A dieta vegana/vegetariana precisa ser equilibrada e conter todos os nutrientes dos quais o seu organismo necessita, ok? Se a dieta for pobre, é até possível que se desenvolva anemia ou outras complicações. Torne-se vegano/vegetariano com consciência e responsabilidade!

  • Diabetes Burnout: o que é isso?

    Saiba o que é, as causas, como cuidar e como evitar essa síndrome que atinge 44% das pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 O diabetes requer um tratamento constante ao longo da vida, e, como é necessário que, todos os dias, sejam tomadas algumas decisões em relação a condição, é bem comum que algumas pessoas passem por uma experiência de severos cansaço físico e emocional. Esse estado de exaustão chama-se síndrome de Burnout, vamos saber um pouco mais a respeito? Entendendo a síndrome de Diabetes Burnout e suas causas A síndrome de Burnout, ou simplesmente Burnout, pode acontecer em momentos particulares da vida, como a perda de alguém querido, problemas familiares, financeiros, entre outros. Nesses momentos, a pessoa se sente desanimada e desmotivada, e começa a ignorar certos (ou todos) os cuidados com a saúde física e mental. A síndrome também é comum em quem tem uma doença crônica. Quem tem diabetes pode experienciar o Burnout, já que o cuidado constante com a glicemia acaba deixando a pessoa em um estado de cansaço mental e físico, ou seja, se sentindo esgotada. Culpa, angústia, depressão, estresse, ansiedade, raiva, isolamento, irritação, ressentimento, frustração e vergonha são alguns dos sentimentos ou situações que podem acompanhar o Burnout. Quem são as pessoas mais afetadas pelo Burnout? É importante saber que a síndrome de Burnout pode afetar qualquer pessoa e a qualquer momento, mas as mais propensas são as que receberam o diagnóstico de uma doença crônica há muitos anos e que, por este motivo, já vêm tratando a condição de forma contínua há bastante tempo. Para se ter uma idéia melhor de como o estresse é muito comum em pessoas com diabetes: 1 em cada 5 pessoas com diabetes tipo 2 apresentam altos níveis de estresse, já em pessoas com diabetes tipo 1, o número é de uma pessoa a cada 4 com níveis preocupantes de estresse. Vale dizer, ainda, que segundo estudos internacionais é estimado que o Burnout afete 44% das pessoas com diabetes tipo 1 ou 2 e, por isso, é tão importante ficar atento aos sinais e cuidar quando começar a percebê-los. Cuidando do Burnout Se você percebeu ou desconfiou que está enfrentando a síndrome de Burnout, não deixe de procurar ajuda profissional, seja com psicólogo, grupos de apoio ou associações de apoio ao portador de diabetes. É muito, muito importante cuidar dessa síndrome e identificar quais foram os gatilhos dela. Além da ajuda profissional, você também pode, através de algumas atitudes, ajudar no tratamento da síndrome, sabia? Veja abaixo algumas atitudes que podem te ajudar nesse momento de estresse! - Seja gentil consigo mesmo e abandone expectativas extremamente altas; - Fale sobre como você se sente. Para isso, procure pessoas queridas ou apoio profissional! Falar pode ser uma ótima maneira de se aliviar; - Crie um tempo para você e para fazer o que te dá prazer, seja fazer um exercício, assistir um filme, ler, entre outros. Todos nós, seres humanos, estamos propensos a viver momentos de estresse e encontrar válvulas de escape ajuda muito a conviver melhor com a rotina, que pode ser muito estressante; Evitando o Burnout Existem formas de evitar o Burnout e a primeira delas, sem dúvidas, é se perdoar, entender que é normal não conseguir atingir todas as vezes o alvo da sua glicemia. Outra boa maneira de evitar a síndrome é visitar de forma regular o médico, pois ele pode te alertar sobre possíveis erros que você possa estar cometendo, ajudar a criar uma rotina e também avaliar as suas evoluções. Por último, se aceite, ninguém é perfeito e a vida é feita de altos e baixos para qualquer um. Permita-se se sentir frustrado, irritado ou chateado quando precisar, isso é natural. O importante é prestar atenção se isso não está sendo muito comum. Tecnologia e o Estresse O uso de ferramentas para diabetes, como sensores de glicemia ajudam e muito no tratamento do diabetes, mas, às vezes, é possível que desencadeie algumas situações estressantes, como, por exemplo, quando por algum motivo, a glicemia está um pouco resistente a baixar e o gráfico fica te lembrando o tempo inteiro que o seu controle está ruim naquele dia. O importante é saber que nenhuma glicemia é perfeita e que não vão ser algumas horas ruins no dia que irão te trazer complicações. Seja mais leve consigo mesmo! Você já teve ou conhece alguém que teve essa experiência de Burnout? Compartilhe este post nas suas redes sociais contando a sua história!