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  • Conheça 12 alimentos para ajudar a aumentar a sua imunidade

    A capacidade do nosso organismo de se defender de invasores, como bactérias, vírus ou fungos, recebe o nome de imunidade. Quando a nossa imunidade está baixa, portanto, ficamos mais suscetíveis a doenças, infecções, entre outros. Se você está percebendo que a sua imunidade está baixa, ou quer simplesmente dar uma turbinada nela, pode usar a alimentação como aliada, sabia? Existem diversos alimentos que nos ajudam a aumentar a nossa imunidade de forma natural e, assim, garantimos que nosso sistema imunológico fique mais forte. Confira a seguir 12 alimentos que você não deve deixar de incluir nas suas refeições para que ajudar a aumentar a sua imunidade! 1. Frutas cítricas As frutas cítricas, como laranja, acerola, limão e kiwi, são ricas em vitamina C, antioxidante poderoso que aumenta a resistência do organismo. 2. Vegetais verde escuros Alimentos com coloração verde escuro, como brócolis, couve e espinafre, são riquíssimos em ácido fólico. Esse nutriente ajuda na formação dos glóbulos brancos, que são os responsáveis pela defesa do nosso organismo. 3. Alimentos ricos em zinco Os alimentos ricos em zinco, como carne, cereais integrais e leguminosas, ajudam a combater resfriados e gripes. 4. Oleaginosas Oleaginosas, como castanhas, nozes e amêndoas, são ricas em zinco e também em vitamina E. Essa vitamina age no combate à diminuição da atividade imunológica que acontece com o passar dos anos. 5. Tomate Talvez você não saiba, mas o tomate é rico em licopeno e, por isso, ajuda a combater doenças cardiovasculares. 6. Alimentos fonte de ômega 3 O ômega 3 ajuda as artérias a ficarem longe das inflamações. Ele pode ser encontrado no azeite e no salmão, por exemplo. 7. Gengibre O gengibre é rico em vitamina C, B6 e possui ação bactericida, indo muito além do auxilio nas inflamações da garganta, já que auxilia na defesa do organismo. 8. Iogurte O iogurte, se consumido de maneira regular, ajuda na recomposição das bactérias benéficas da flora intestinas, os probióticos. Um intestino saudável consegue separar o que não faz bem e absorver somente os principais micronutrientes, como as vitaminas. 9. Alho O alho é um ingrediente base para diversas receitas e muita gente não sabe como ele é benéfico para a nossa saúde. O alho, rico em vitamina A, C e E, reduz e ajuda na diluição do muco dos pulmões, sendo assim, eficaz contra tosse e bronquite. 10. Cebola Outro alimento base para as mais variadas receitas é a cebola. Ela é rica em substâncias antiinflamatórias, antivirais, anti parasitárias, antibacterianas e antifúngicas. 11. Própolis O Própolis pode ser usado como um aliado para aumentar o nosso sistema imunológico, já que contém proteínas e compostos que ajudam a alterar e regular o sistema, e também conta com ação antibacteriana e antiviral. 12. Geléia Real A Geléia Real vem do mel, assim como o própolis e é uma estratégia que muitos nutricionistas estão usando com seus pacientes. Ela é rica em proteínas, lipídios, aminoácidos, vitamina A, vitamina C e vitamina E, vitaminas do complexo B, além de possuir diversos minerais em sua composição, como potássio, cálcio, magnésio, cobre, ferro, cromo e zinco. Importante ressaltar que apenas consumir tais alimentos não é o suficiente. Além de uma alimentação rica e saudável, aposte também nesses hábitos para que a sua imunidade fique fortalecida: Pratique exercícios físicos regularmente. Pare de fumar; Mantenha um peso saudável; Durma de 7 a 8 horas por noite; Evite o estresse! Ele é um grande vilão para a imunidade; Consuma bebidas alcoólicas de forma moderada; Tome sol diariamente para aumentar a produção de vitamina D no organismo. Os horários recomendados são até as 10h da manhã ou após as 16h; Evite tomar remédios sem orientação médica; Beba cerca de 2 litros de água diariamente (pacientes com problema renal devem consultar o médico em relação a esta quantidade); Cuide das suas emoções. Ansiedade, medo e pânico contribuem de forma direta para o enfraquecimento da imunidade; Mantenha a sua carteira de vacinação em dia. Consulte um nutricionista para saber a quantidade necessária de alimentos que seu corpo precisa. O plano alimentar deve ser individualizado. Se cuidar é tudo de bom, né? Clique e aproveite para aprender também sobre o que fazer para prevenir a doença renal crônica!

  • Máscara de tecido: como elas ajudam no combate ao coronavírus? #masks4all

    Com toda essa situação do coronavírus, você já deve ter percebido que a maioria dos governos e com a ajuda da mídia, estão pedindo para que os cidadãos parem de comprar máscaras de uso hospitalar, pois pode faltar para profissionais que trabalham em hospitais e prontos socorros, certo? Além disso, também incentivam o uso das máscaras apenas por quem apresenta sintomas, né? Existe um movimento chamado #masks4all, criado na República Tcheca que incentiva todas as pessoas, com sintomas ou não, a usarem as máscaras, mesmo que sejam caseiras, sempre que forem sair de casa. Tal medida, juntamente, com isolamento social, reforço na higiene e outras ações, estão ajudando a frear o número de novos doentes. Vamos saber um pouco mais sobre o #masks4all? O que é e como nasceu o #masks4all? #masks4all é um movimento criado na República Tcheca que incentiva a produção de máscaras caseiras para que sejam distribuídas para o seu vizinho, amigo, familiares e até mesmo para os hospitais. O movimento nasceu de um vídeo educativo que o palestrante, escritor e influenciador Petr Ludwig produziu sobre a importância de usar máscaras, não só para se proteger, como também para proteger os outros. O vídeo viralizou no país e, como as máscaras cirúrgicas se tornaram raras, até mesmo os hospitais foram às mídias em busca de voluntários que pudessem produzir máscaras caseiras, já que os estoques estavam acabando. Inúmeras pessoas, pequenas empresas, fábricas e ongs se mobilizaram e as máscaras caseiras foram produzidas e distribuídas para os vizinhos, amigos, hospitais, entre outros. Com a mobilização, o governo tcheco anunciou que seria uma obrigação que todas as pessoas usassem algo para cobrir seu nariz e boca ao sair de casa e, assim, grupos se organizaram e fortaleceram o movimento #masks4all, que conta com site para coordenar os trabalhos e a distribuição das máscaras no país. Qual o objetivo do #masks4all? Segundo o movimento, seu objetivo é que as pessoas não protejam apenas a si mesmas, mas também as outras, e assim ambas possam estar protegidas, já que o coronavírus é altamente transmissível e, muitas vezes, assintomático. Para que você entenda melhor: caso você esteja com coronavírus, é possível que você não tenha sintomas, mas consiga transmitir o vírus. É importante citar, entretanto, que as máscaras caseiras são consideradas parcialmente eficazes na proteção individual, mas que qualquer barreira de proteção na boca e no nariz pode ajudar a diminuir a propagação do coronavírus. Informações sobre a eficácia do uso de máscaras caseiras De acordo com o estudo feito pelo #masks4all, as máscaras caseiras impedem de 95% a 100% a propagação de diversos vírus, não só o coronavírus. Além disso, em entrevista dada por George Gao, diretor geral do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), ele afirmou que considera que o grande erro que está sendo cometido nos Estados Unidos e na Europa, é que as pessoas não estão usando máscaras, que poderiam impedir que gotículas transportem o vírus e acabem infectando mais pessoas. Também é válido dizer que o uso das máscaras, além de atuar como uma barreira mecânica, também funciona como um lembrete constante para que a pessoa não coloque as mãos na boca, nos olhos e no nariz, regiões que, freqüentemente, pomos a mão sem perceber. Por outro lado, também é preciso dizer que há relatos que mostram que as máscaras de tecido são muito heterogêneas e, que por isso, não é possível garantir que sejam eficazes, já que o tecido não conta com componentes que bloqueiam a transmissão de gotículas. Passo a passo para fazer a sua máscara de tecido 1º : Passo: Corte o tecido em dois retângulos iguais; 2º: Passo: Eles deveram ser costurados juntos, um em cima do outro. Antes de costurar, faça três dobras no centro dos tecidos, criando um efeito sanfona; 3º: Passo: Costure as bordas com agulha e linha; 4º: Passo: Para as alças, separe duas tiras de 1m de comprimento de tecido ou elástico com 2,5cm de largura. A máscara deverá ser costurada exatamente na metade do comprimento da tira, formando duas alças de cada lado; 5º: Passo: Para costurar a máscara dentro da tira, é importante dobrá-la ao meio na largura, para envolver a máscara dos dois lados. Dica: os melhores materiais para confecção das máscaras são o tricoline, 100% algodão ou TNT. Se não quiser ou souber fazer a sua máscara, ajude um produtor local! Caso prefira comprar a fazer a sua própria, opte por comprar com pequenos produtores do que com grandes redes de comércio. Com a crise, infelizmente as pequenas empresas serão as primeiras a quebrarem. Eu estou ajudando a minha prima, Wilma Scher, que confecciona biquinis. Ela começou a fazer máscaras de tricoline para vender e comprei várias com ela para revender e enviar para todo o Brasil. Veja os modelos na minha loja online! Nós, diabéticos, fazemos parte do grupo de risco do novo coronavírus, sabia? Clique aqui para ler sobre esse tema!

  • Qual o melhor chocolate para quem tem diabetes?

    A Páscoa está chegando e, nesta data, com os mercados cheios de ovos de páscoa, é comum ficar na dúvida se diabéticos podem ou não comer chocolate. E, se podem, qual o melhor chocolate para quem tem diabetes? Já foi se o tempo em que Páscoa era uma tortura para os diabéticos. Hoje, com tanta informação se sabe que é possível que os diabéticos consumam chocolates, mas sempre tendo em mente o equilíbrio. Quanto de chocolate por dia é o recomendado? A recomendação é que as porções de chocolate não ultrapassem 25g de chocolate (não carboidratos) no período de 24h. A diferença do consumo de chocolate por uma pessoa com diabetes ou não é que, na primeira opção, é necessário que o chocolate esteja dentro da quantidade de carboidratos que o individuo pode consumir por dia, de acordo com seu plano alimentar. Escolhendo o chocolate que vai ser consumido Existem diversos tipos de chocolate e a boa notícia é que os diabéticos podem consumir qualquer um deles, desde que, mais uma vez, com equilíbrio. É necessário ter atenção com os chocolates diets, que embora não possuam açúcares, podem ter quantidade bem parecida de carboidratos da versão tradicional. Portanto, engana-se quem acha que a quantidade de chocolate diet a ser consumida pode ser maior do que a versão tradicional de chocolate, tá? Também é importante destacar que o chocolate diet não ajuda na perda de peso e, que, muitas vezes, a quantidade de calorias e gordura desse chocolate é superior ao dos chocolates não diets. Portanto, não existe um chocolate ou outro que seja mais indicado para diabéticos, desde que ele esteja dentro de um plano alimentar adequado. Caso você queira fazer uma escolha por um chocolate mais nutritivo, opte pelo amargo ou meio amargo, que é rico em antioxidantes e que pode até mesmo diminuir o risco de doença cardíaca. Resumindo: O melhor chocolate é aquele que você mais gosta, desde que seja consumido com responsabilidade! Benefícios do chocolate O chocolate, consumido de forma equilibrada, pode trazer diversos benefícios para a sua saúde, sabia? Ele é rico em antioxidantes, o que pode ajudar a prevenir doenças cardíacas, como falamos anteriormente. Além disso, o produto pode melhorar o fluxo sanguíneo das artérias e, em diabéticos tipo 2, o consumo diário de 20g de chocolate amargo por dia, pode ajudar no aumento da sensibilidade à insulina. Equilíbrio é o segredo Quando o assunto é diabetes e chocolate, equilíbrio é o grande segredo – como tudo na vida. Se você for diabético e conseguir controlar direitinho a sua glicemia, levando em conta os valores nutricionais do chocolate, você pode sim consumir, de forma balanceada, o chocolate. Aproveite a páscoa e lembre-se de consumir chocolate, mas sempre com equilíbrio, tá? Não se esqueça de ficar ligada nos seus níveis de açúcar e de praticar atividades físicas regularmente! Quer dicas de aplicativos para contagem de carboidratos? Confira esse vídeo aqui ;)

  • Perda de visão por pacientes com diabetes pode ser evitada! Entenda.

    Perda da visão é uma das complicações mais temidas pelos pacientes com diabetes. O edema macular diabético, doença associada ao controle inadequado do diabetes, é a principal causa de cegueira em idade produtiva São Paulo, 02 de abril de 2020 - Considerada umas das doenças crônicas mais comuns do mundo, o diabetes atinge globalmente 463 milhões de pessoas entre 20 e 79 anos - 38 milhões a mais em comparação com 20172. O diabetes tipo II, que ocorre geralmente em virtude de maus hábitos alimentares e estilo de vida, responde por cerca de 90% dos casos3. O Brasil figura como o 8º país com maior prevalência da doença, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Atualmente, a enfermidade atinge 16 milhões de pessoas no País4, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes. No entanto, o número de brasileiros diagnosticados vem crescendo exponencialmente. O alerta vem da nona edição do Atlas de Diabetes, documento produzido a cada dois anos pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) e que mapeia a dimensão da doença em 138 países. Segundo esse levantamento, o número de brasileiros com diabetes aumentou 31% nos últimos dois anos, enquanto no resto do mundo essa taxa ficou em 9%. Se as tendências atuais persistirem, a IDF calcula que, em 2030, serão 578 milhões de diabéticos no mundo e, em 2045, 700 milhões. Diabetes e os riscos da perda da visão A falta de controle adequado do diabetes ocasiona diversas complicações5, dentre elas doenças que podem causar a perda da visão, o que coloca o diabetes como a principal causa de cegueira em pessoas em idade produtiva. Uma dessas graves consequências é o edema macular diabético (EMD)6, que afeta a retina -parte de trás do olho, sensível à luz, e responsável por formar imagens enviadas ao cérebro- e se desenvolve devido ao excesso prolongado de açúcar no sangue. Isso prejudica os vasos sanguíneos causando o extravasamento de líquidos, o que provoca o inchaço da retina. Estudos mostram que depois de 20 anos com diabetes, 90% dos pacientes com o tipo I e 60% dos pacientes com o tipo II desenvolvem retinopatia diabética, e cerca de 30% dessas pessoas desenvolverão o EMD. "É imprescindível que os pacientes com diabetes mantenham a doença sob controle, para evitar complicações, como o edema macular diabético, que traz um impacto negativo importante na qualidade de vida das pessoas. Ele dificulta a execução de atividades rotineiras como, por exemplo, ler, cozinhar e dirigir e se não for diagnosticado e tratado precocemente, pode levar esses pacientes a uma perda irreversível da visão", alerta a Dr. Liane Touma, Oftalmologista, diretora médica de oftalmologia da Novartis e membro associada do CBO. Tratamento e acesso no SUS O EMD não tem cura, e o tratamento varia de acordo com o tipo e a gravidade da doença que o paciente apresenta, determinados no momento do diagnóstico, podendo incluir injeções de antiangiogênicos - anti-fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) -, uso de anti-inflamatórios e cirurgia para remover o vítreo, chamada de vitrectomia, ou cirurgia a laser. As estratégias terapêuticas mais eficazes visam combater as causas do EMD, ou seja, o diabetes descontrolado (altos níveis de glicose no sangue) e/ou a pressão arterial elevada e, em seguida, tratar diretamente os danos na visão. Atualmente, já são ofertados no SUS anti-inflamatórios, diuréticos e corticoides, além de medicamentos para controlar o diabetes. A terapia padrão para tratamento de EMD é feita por injeções intravítreas de anti-VEGF, que bloqueiam a proliferação dos vasos sanguíneos anormais na retina. Consulta Pública No último dia 5 de março, ocorreu uma reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS - Conitec, que discutiu, entre outros temas, a inclusão de medicamentos biológicos anti-VEGF para o tratamento do EMD no sistema público de saúde (SUS). Essas medicações, injetáveis no olho, tratam as lesões da retina, causadas por vazamento e crescimento anormal dos vasos sanguíneos em doenças que podem provocar diminuição da visão, e são capazes de impedir a progressão da doença, evitando a perda da capacidade visual. "O EMD é uma doença grave, incapacitante e, por isso, devem ser dadas aos médicos e pacientes atendidos pelo SUS opões seguras e eficazes para seu tratamento", destaca Touma. Para promover a participação da sociedade no processo de tomada de decisão, foi aberta uma Consulta Pública. Para participar da consulta, que ficará aberta até o dia 20 de abril, acesse aqui e procure pela consulta. Sobre a Novartis A Novartis está reinventando a medicina para melhorar e prolongar a vida das pessoas. Como líder global em medicamentos, utilizamos inovações científicas e tecnologias digitais para criar tratamentos transformadores em áreas de grande necessidade médica. Com foco na descoberta de novos medicamentos, estamos entre as principais empresas do mundo que investem consistentemente em pesquisa e desenvolvimento. Os produtos da Novartis alcançam mais de 750 milhões de pessoas em todo o mundo e estamos encontrando maneiras inovadoras de expandir o acesso aos nossos tratamentos mais recentes. Cerca de 105 mil pessoas de mais de 140 nacionalidades trabalham na Novartis em todo o mundo. Saiba mais em: https://www.novartis.com. Referências 1 - Panamerican Health Organization (PAHO). Disponível em https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=394:diabetes-mellitus&Itemid=463.Último acesso em 19 de fevereiro de 2020. 2 - International Diabetes Federation (IDF Diabetes Atlas). Disponível em https://diabetesatlas.org/en/. Último acesso em 19 de fevereiro de 2020. 3 - Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes-tipo-2. Último acesso em 19 de fevereiro de 2020. 4 - Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em Sociedade Brasileira de Diabetes. O Que é Diabetes? Disponível em: https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/oque-e-diabetes. Acesso em setembro de 2019. 5 - Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em:https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf. Acesso em setembro de 2019. 6 - World Blind Union. Diabetic retinopathy. Disponível em:https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf. Acesso em setembro de 2019. World Blind Union. Diabetic retinopathy. Acesso em setembro de 2019. 7 - Diretrizes Brasileiras de Diabetes (SBD) de 2014 e 2015. Retinopatia diabética. Disponível em:https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/pdf/diabetes-tipo-1/012-Diretrizes-SBD-Retinopatia-Diabetica-pg149.pdf. Acesso em setembro de 2019. 8 - DAVIDOV E., BREITSCHEIDELl L., CLOUTH J. et al. (2009). Diabetic retinopathy and health-related quality of life. Graefe's Archive for Clinical and Experimental Ophthalmology. 247:267-272. 9 - HARIPRASAD S.M., CALLANAN D., GAINEY S. et al. (2007). Cystoid and diabetic macular edema treated with nepafenac 0.1%. Journal of Ocular Pharmacology and Therapeutics. 23(6):585-589. 10 - MATZA L.S., ROUSCULP M.D., MALLEY K., et al. (2008). The longitudinal link between visual acuity and health-related quality of life in patients with diabetic retinopathy. Health Qual Life Outcomes. 6:95. 11 - NIH-National Eye Institute. Facts about macular edema. Disponível em: https://nei.nih.gov/health/macular-edema/fact_sheet Acesso em janeiro de 2017. 12. The Lancet Diabetes & Endocrinology. Diabetic macular oedema. Disponível em:https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2213858716300523 Acesso em janeiro de 2017. 13. Oftalmologia. Na era dos anti-vegfs faz sentido fazer laser focal/grelha macular no tratamento do edema macular diabético? Disponível em: https://www.spoftalmologia.pt/wp-content/uploads/revista_n3_2014/files/assets/common/downloads/publication.pdf#page=71 Acesso em fevereiro de 2017. 14 - NIH-National Eye Institute. Facts about macular edema. Disponível em: https://nei.nih.gov/health/macular-edema/fact_sheet Acesso em janeiro de 2017. 15- The Lancet Diabetes & Endocrinology. Diabetic macular oedema. Disponível em:https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2213858716300523 Acesso em janeiro de 2017. 16 - American Academy of Ophthalmology. Macular edema treatment. Disponível em: https://www.aao.org/eye-health/diseases/macular-edema-treatment Acesso em janeiro de 2017. 17 - Rename. Disponível em https://saude.gov.br/saude-de-a-z/rename. Acesso em fevereiro de 2020. 18 - Bula Lucentis. Disponível em https://portal.novartis.com.br/UPLOAD/ImgConteudos/1511.pdf. Acesso em fevereiro de 2020.

  • Vacina e Diabetes: Entenda qual a importância da vacinação para quem tem diabetes

    Sarampo, Gripe, Febre amarela... essas são apenas algumas das doenças que podem ser evitadas caso sejam tomadas as vacinas contra elas. É importante dizer, também, que a vacina deve ser compreendida não apenas como responsabilidade para com a sua saúde, mas também com a das pessoas a sua volta. Uma frase conhecida em relação às vacinas e que pode nos ajudar a entender melhor a importância delas é a seguinte: “Vacinação é um pacto coletivo para a erradicação de doenças”. Sendo assim, não se trata de escolha individual, como tomar remédio ou não, comer ou não, pois quando você não toma uma vacina, não é somente sobre você, mas sobre o outro. Já em relação às vacinas e o diabetes, a vacinação contra diversas doenças, como sarampo, por exemplo, é super importante, pois os diabéticos podem sofrer complicações graves em decorrência de tais doenças e até mesmo pode ocorrer o descontrole da glicemia. Confira a seguir mais detalhes sobre vacinas e diabetes! Diabéticos podem tomar vacina? A resposta é sim. A vacinação em pacientes diabéticos é livre de riscos, desde que não haja nenhuma contraindicação, como alergia aos componentes da vacina, doença imunossupressora grave, glicemia muito descontrolada ou idade superior a 60 anos, por exemplo. Em todos os casos e, embora as contraindicações sejam poucas, é recomendado que você sempre procure o aconselhamento do seu médico, pois realmente existem vacinas, como a da catapora, que não são indicadas para alguns grupos de indivíduos, como portadores de AIDS ou grávidas, e a do sarampo, que não é indicada para gestantes. Não subestime a importância da vacinação, em pacientes diabéticos ou não, ela pode ser o diferencial para salvar vidas. Quais cuidados devo tomar antes e depois de me vacinar? O único cuidado que diabéticos devem ter antes e depois de se vacinar é manter a glicemia controlada. Fora isso, os cuidados são os mesmos que o de outros indivíduos, como evitar coçar o local onde foi aplicada a vacina, lavar o local apenas com água e sabão, mantê-lo seco, entre outros. Caso sejam observadas qualquer reação adversa diferente do que as indicadas pelo vacinador é necessário o retorno ao centro de saúde com a caderneta de vacinação. Diabéticos: Vamos falar da importância de se vacinar? A vacinação é de extrema importância para os diabéticos, pois como a condição crônica torna mais difícil o combate a infecções pelo sistema imunológico, o diabético possui maior risco de complicações graves em decorrência de uma doença. Além disso, algumas doenças, como a gripe, podem aumentar de forma perigosa os níveis de glicose no sangue. Vale citar, ainda, que diabéticos tem taxas maiores do que o resto da população de hepatite B e tem risco maior de morte por pneumonia e meningite. Já percebeu a importância da vacinação para os diabéticos? Elas são uma das maneiras mais seguras de você se proteger contra doenças. Campanha da vacina da gripe é antecipada devido ao Coronavírus Neste ano, a campanha da vacina da gripe foi antecipada pelo governo devido à pandemia do coronavírus e vai acontecer a partir do dia 23 de março e não mais na segunda quinzena de abril. A medida é uma maneira de não apenas diminuir os casos de pessoas com gripe no próximo inverno, como também ajudar os profissionais de saúde a descartarem a gripe na triagem dos casos de coronavírus. Para completar, a vacina contra a gripe ajuda a proteger a população mais vulnerável, evitando que a gripe sobrecarregue o sistema respiratório, pois se sabe que o coronavírus tende a provocar complicações em quem está mais enfraquecido. Quem deve tomar a vacina contra a gripe - Idosos com mais de 60 anos; - Adultos com 55 a 59 anos; - Crianças de 6 meses a 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias); - Gestantes; - Puérperas (mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias); - Trabalhadores da área de saúde; - Professores de escolas públicas e privadas; - Povos indígenas; - Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas; - Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas; - População privada de liberdade; - Funcionários do sistema prisional; - Profissionais de forças de segurança e salvamento (policiais e bombeiros, por exemplo). Datas: 23 de março: idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde; 16 de abril: professores, doentes crônicos e profissionais das forças de segurança e salvamento 9 de maio: crianças, grávidas e demais públicos Vacine-se e compartilhe o que você aprendeu com os seus amigos! Para ter acesso a mais conteúdos sobre diabetes, visite o canal do Biabética no Youtube!

  • Cetoacidose Diabética: Você sabe o que é e como evitar?

    A Cetoacidose Diabética é uma condição já bem conhecida e que se não tratada da maneira correta pode levar a óbito. Mas calma, não se assuste, a tecnologia e a medicina avançaram e, hoje, é possível tomar medidas para prevenir essa complicação. Saber do que se trata, os sintomas e as causas é o primeiro passo! Vou tentar explicar de forma bem simples. Vamos lá! O que é Cetoacidose Diabética? Cetoacidose Diabética é uma complicação aguda grave que só acontece em pessoas que tem diabetes, já que está diretamente relacionada com a ação da insulina no sangue. O que acontece é que quando falta insulina, o corpo não consegue usar a glicose circulante no sangue como fonte de energia e as células começam a buscar outras formas de se manterem ativas. Essa energia que necessitam, muitas vezes, é encontrada nos estoques de gordura que o fígado produz e é nesse momento que começa o problema. Essa gordura que o fígado produz gera os corpos cetônicos, que podem levar o indivíduo a uma grave cetoacidose diabética. Mas, o que são corpos cetônicos? São substâncias  que deixam o sangue ácido, ou seja, com o pH mais baixo do que o normal, desequilibrado. Essa acidez é extremamente desfavorável para o organismo, porque a maioria das reações químicas que acontecem a cada segundo em nossas células depende de uma faixa muito estreita de pH. Em resumo, funciona mais ou menos assim: Falta insulina -> o corpo não consegue usar a glicose circulante no sangue como fonte de energia e busca alternativas -> encontra energia nos estoques de gordura que o fígado produz -> a gordura que o fígado produz gera os corpos cetônicos -> pH do sangue fica ácido e desequilibrado -> Cetoacidose Diabética As causas da Cetoacidose Diabética A Cetoacidose Diabética tem algumas possíveis causas, são elas: - Desconhecimento de que a pessoa é portadora de diabetes e conseqüentemente, a falta de tratamento; - Aplicação de dose de insulina menor do que seria necessário; - Consumo de energia do corpo temporariamente aumentado exigindo doses maiores de insulina. Esse consumo de energia pode se elevar em virtude de infecções, traumas, acidentes vasculares e uso de certos medicamentos, por exemplo. Os sintomas da Cetoacidose Diabética Agora que você já sabe do que se trata, fique atento aos sintomas da Cetoacidose Diabética e, quando identificá-los, procure o mais rápido possível ajuda médica. Os sintomas são: 1) Glicemia muito alta, acima de 250 mg/dL; 2) Vontade de urinar também constante; 3) Fadiga intensa, às vezes sem motivo aparente; 4) Sede intensa e boca seca além do normal para uma simples hiperglicemia; 5) Pele seca; 6) Dor abdominal, enjôo e vômito; 7) Confusão mental; 8) Respiração rápida e superficial; 9) Hálito com odor de acetona; 10) Altos níveis de corpos cetônicos na urina. O tratamento da Cetoacidose Diabética Se você foi ao médico e foi confirmado, através de avaliação química, exames laboratoriais de sangue e urina, que o seu quadro é de Cetoacidose Diabética, chegou a hora de tratá-la. O tratamento deve ser feito no hospital e inclui a administração de insulina, hidratação endovenosa, correção das alterações dos íons no sangue (principalmente de fosfato, sódio e potássio) e acompanhamento dos níveis de consciência. Prevenção – Informação é a base de tudo A melhor forma de prevenir a cetoacidose diabética é, em primeiro lugar, saber do que se trata, se informar. Informação é tudo! Se cuide, faça a aplicação correta das injeções de insulina, realize as medidas de glicemia capilar com o glicosímetro, tenha acompanhamento médico regular e claro, não se esqueça de ter uma alimentação balanceada e equilibrada, evitando alimentos com alto teor de açúcar. Níveis de Cetona. Quando devo medir? Lembre-se que a recomendação médica para se medir cetona é quando a glicemia capilar (o teste de ponta de dedo feito no glicosímetro) estiver acima de 250 mg/dL. Sendo assim se o nível de cetonas estiver: Abaixo de 0.6 mmol/L O que fazer?  Leituras abaixo de 0.6 mmol/l estão num intervalo normal. Siga as indicações do seu profissional de saúde antes de fazer qualquer alteração na sua medicação. Entre 0.6 e 1.5 mmol/L O que fazer? Leituras dentro deste intervalo, com um nível de glicose no sangue superior a 250 mg/dl, podem indicar o início de um problema. Entre em contato com seu profissional de saúde. Mais de 1.5 mmol/L O que fazer?  Leituras acima de 1.5 mmol/l, com um nível de glicose no sangue superior a 300 mg/dl, sugerem que a pessoa pode estar em risco de desenvolver cetoacidose diabética. Entre em contato com seu profissional de saúde. A cetoacidose euglicêmica Talvez você não saiba, mas também é possível estar com cetoacidose diabética mesmo com a glicemia abaixo de 200mg/dL. Estamos falando da cetoacidose euglicêmica, em que a glicemia está aparentemente normal ou apenas um pouco elevada, mas o paciente já está com quadro de cetoacidose. Tem sido feito diversos estudos sobre a cetoacidose euglicêmica e, muitos deles, indicam que o uso de medicamento, como forxiga e o jardiance, que aumentam a excreção de glicose pela urina são os principais causadores da condição. E como prevenir? Mais uma vez é importante estar atento aos sintomas da cetoacidose e realizar a medição de cetona sempre que a glicemia capilar estiver acima de 250 mg/dL. Não se esqueça que ter um medidor de cetona em casa é essencial, ok?! .

  • Coronavírus e Diabetes: Por que estamos no grupo de risco?

    Idosos e pessoas com doenças crônicas fazem parte do grupo de risco e precisam de mais atenção. Saiba o porquê e como se proteger! ATUALIZAÇÃO SÁBADO, 14 de março de 2020, 12h19 Desde o começo deste ano uma nova doença vem aparecendo nos noticiários e preocupando o mundo inteiro. Estamos falando de uma infecção provocada por um coronavírus e, com certeza, ultimamente você já deve ter ouvido falar nesse nome várias vezes, né? Ao que tudo indica, o vírus foi transmitido ao humano através da ingestão de animais silvestres na região de Wuhan, na China. Para se ter uma noção melhor, o vírus já infectou mais de 130 mil pessoas em todo o mundo (dados de 13 de março de 2020). Sim, a situação é grave e já foi declarado como Pandemia pela Organização Mundial de Saúde. Mas, afinal, o que a diabetes tem haver com o coronavírus? Vamos entender! Por que fazemos parte do grupo de risco? ''Em geral, quando infectadas com um vírus, as pessoas com diabetes têm maior probabilidade de apresentar sintomas e complicações graves. O problema que as pessoas com diabetes enfrentam é por conta das complicações que podem ocorrer e não porque possuem maiores chances de contrair o vírus. Na China, onde a maioria dos casos ocorreu até agora, as pessoas com diabetes apresentaram taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes'' Fonte: ADA Em relação a quem tem diabetes, o primeiro fato que precisamos saber é que excesso de glicose no sangue e processo inflamatório ativo afetam o funcionamento do sistema imunológico. Além disso, alguns medicamentos podem afetar prejudicar à resistência à insulina, causando hiperglicemias constantes caso não faça um ajuste da dose. É preciso prestar muita atenção a qualquer detalhe e ficar em contato com o médico de forma constante Agora, para pessoas com idade avançada a preocupação é por conta do ''enfraquecimento do sistema imunológico e pelo aumento da inflamação que pode promover a replicação viral e respostas mais prolongadas à inflamação, causando danos permanentes aos órgãos''. Fonte: Exame Sintomas Como principais sintomas do coronavírus podemos citar: pneumonia, febre, tosse e dificuldades respiratórias. Os sintomas são bem parecidos com a gripe e também com os do vírus SARS, a diferença maior é ausência de congestão nasal, de dor de garganta e espirros. Como se proteger? A melhor maneira de se proteger é aumentando a sua imunidade. Para isso, o controle da sua diabetes é essencial, além disso, não se esqueça de adotar bons hábitos de saúde, dormir adequadamente, tentar se expor ao sol no período da manhã, para conseguir produzir vitamina D, consumir alimentos saudáveis, evitar fastfood e alimentos industrializados, não tomar remédio sem conhecimento médico, beber cerca de 2L de água diariamente e fazer exercícios físicos com regularidade. Existem, também, algumas atitudes que podem ser tomadas para evitar não só o coronavírus, mas outras doenças. Compartilhe essas dicas abaixo com seus familiares, colegas de trabalho e amigos, para que todos fiquem mais protegidos! - Evite contato próximo com pessoas doentes e que tenham infecção respiratória aguda; - Lave as mãos freqüentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos; - Use anti-séptico para as mãos à base de álcool em gel após contato direto com pessoas doentes e antes de se alimentar; - Use lenços descartáveis para higiene nasal e não lencinhos de pano; - Cubra o nariz e boca sempre que for espirrar ou tossir com um lenço de papel e, depois, descarte no lixo; - Evite tocar em olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas; - Mantenha os ambientes muito bem ventilados; - Não compartilhe objetos de uso pessoal; - Limpe e desinfete objetos e superfícies que toca com freqüência. Algumas empresas estão adotando o home office como forma de prevenção. Pense nisso! Fontes: Bem Estar Unimed Estadão Abril

  • Doença Renal Crônica: Saiba como prevenir

    Exame de creatinina é principal ferramenta para prevenir a Doença Renal Crônica. Tratamento renal é um dos principais gastos em saúde em todo o mundo. No Dia Mundial do Rim, médica nefrologista chama a atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Um em cada dez adultos sofre de Doença Renal Crônica. Isso significa que cerca de 850 milhões de pessoas têm algum tipo de comprometimento nos rins em todo o mundo. Nas últimas duas décadas, o Brasil viu o número de pacientes renais triplicar. Hoje mais de 133 mil pessoas fazem diálise no país e estima-se que pelo menos 25 mil pacientes morram por ano em decorrência da doença. Celebrado neste ano em 12 de março, o Dia Mundial do Rim chama a atenção para a necessidade de cuidado com o órgão e a importância do exame de creatinina, uma simples avaliação que é, muitas vezes, deixada de lado em check-ups e é a principal ferramenta para a avaliação da saúde do rim. A nefrologista Ana Beatriz Barra, gerente médica da Fresenius Medical Care, explica que a dosagem de creatinina é feita para avaliar a função renal. “A creatinina é um resíduo produzido pela quebra de uma proteína chamada creatina fosfato. Em níveis elevados, ela pode indicar comprometimento da função renal. Ou seja, valores de referência, podem indicar que os rins não estão fazendo o papel de filtros de forma eficaz, por algum motivo, podendo ser um acometimento crônico, que vem comprometendo a função dos rins ao longo de anos, como por exemplo uma diabetes mal controlada, ou um acometimento agudo, quando por exemplo um paciente desidrata muito ou tem uma infecção grave, que chamamos de sepse.” ''Existe uma necessidade real de aumentar a conscientização geral sobre a importância de medidas preventivas nas populações, profissionais e governantes. O número de pacientes é cada vez maior em todo o mundo e isso poderia ser evitado com intervenções preventivas”, destaca a médica Ana Beatriz Barra. Ela destaca ainda que os médicos devem avaliar com regularidade os níveis de creatinina principalmente dos pacientes de maior risco, como diabéticos, hipertensos, pacientes com cálculos renais ou infecção urinária de repetição, portadores de Lúpus ou artrite reumatoide, e também aqueles com histórico de doença renal na família. Este exame simples pode prevenir e retardar as doenças renais crônicas. Caso não estejam na lista de exames periódicos solicitados pelo seu médico, questione”, orienta a especialista. A doença renal crônica é um dos principais gastos em saúde em todo o mundo. Os custos de diálise e transplante consomem de 2 a 3% do orçamento anual de assistência médica em países de alta renda. O valor é gasto em menos de 0,03% da população total desses países. Nos países de baixa e média renda não conseguem arcar com todas as despesas de reposição renal da sua população e o resultado é a morte de milhares de pessoas por ano por insuficiência renal não tratada. Dê atenção aos seus rins - Além de remover resíduos e fluidos extras do sangue, os rins têm as tarefas de controlar o equilíbrio químico do corpo, ajudar a controlar a pressão sanguínea, manter os ossos saudáveis e produzir o hormônio necessário para a produção dos glóbulos vermelhos. Fonte: Fresenius Medical Care – Com sede em Bad Homburg, na Alemanha, a Fresenius Medical Care é a maior fornecedora mundial de produtos e serviços para pessoas com doenças renais e está presente no Brasil há mais de 20 anos. No país, são mais de 3.000 colaboradores, uma fábrica localizada em Jaguariúna (SP), três bases operacionais de serviços externos e 32 clínicas de diálise que, juntas, realizam mais de 1 milhão de tratamentos por ano. LINKEDIN: fresenius-medical-care-brasil/ FACEBOOK: freseniusmedicalcarebr/ INSTAGRAM: freseniusmedicalcarebr/

  • Nefropatia Diabética: O que é isso?

    Você já ouviu falar em Nefropatia Diabética? A doença atinge cerca de 30% das pessoas com diabetes tipo 1 e de 10% a 40% dos diabéticos tipo 2. O mais agravante é que a Nefropatia Diabética se instala aos poucos, sem dar muitos sinais. Já a boa notícia é que é possível tomar algumas atitudes para evitá-la e também que existem exames que podem detectar essa complicação ainda no início. Aprenda a seguir mais detalhes sobre Nefropatia Diabética, também conhecida como doença renal diabética! Entendendo o que é Nefropatia Diabética e as suas causas Nefropatia Diabética é uma alteração nos vasos sanguíneos dos rins e que leva a perda de proteína através da urina. Com essa complicação, os rins reduzem ou até mesmo paralisam de forma total a sua função principal que é a filtração dos resíduos do sangue. Para que você entenda melhor: em rins saudáveis, existem pequenas estruturas chamadas de glomérulos que filtram substâncias do sangue e que conseguem manter as proteínas dentro do corpo, para que elas sejam aproveitadas pelo organismo. E é justamente o alto nível de glicose no sangue junto à alta pressão arterial que podem resultar na danificação dos glomérulos, que não conseguem mais filtrar de maneira eficiente o sangue e, assim sendo, as proteínas acabam sendo eliminadas pela urina. Quando isso acontece, temos então a chamada Nefropatia Diabética. Sintomas da Nefropatia Diabética A Nefropatia Diabética não costuma apresentar qualquer sintoma, o que reforça ainda mais a necessidade da prevenção e também de conversar com o seu médico endocrinologista caso note qualquer alteração em sua urina. Na fase inicial da doença, o aumento da pressão arterial pode ser percebida, já nos estágios posteriores, os sinais podem ser: proteína na urina, inchaço dos pés, tornozelos, mãos ou olhos, maior necessidade de urinar, menor necessidade de insulina, confusão, dificuldade de se concentrar, perda de apetite, náusea, vômito, coceira persistente e fadiga. Aprenda como cuidar dos seus rins e evitar a Nefropatia Diabética A melhor forma de evitar a Nefropatia Diabética é cuidando dos seus rins. Lembre-se que ele é um órgão importantíssimo para o bom funcionamento do nosso organismo como um todo. Para cuidar bem dos seus rins, tenha algumas atitudes como: - Manter a glicose sanguínea no nível correto. Essa é uma atitude fundamental, pois uma glicemia estável evita o desenvolvimento de diversas complicações ligadas ao diabetes; - Manter a pressão arterial sob controle; - Seguir uma dieta balanceada; - Realizar o teste de microalbuminúria para analisar a função renal pelo menos 1x por ano; - Controlar o colesterol; - Parar de fumar. Não dê chance para a Nefropatia Diabética. Faça seus exames regularmente! Como falamos anteriormente, a melhor forma de evitar a Nefropatia Diabética é se cuidando, pois essa é uma doença que em seu estágio inicial não apresenta qualquer sintoma. Por isso, faça exames freqüentes de urina e ao perceber qualquer alteração, como dor ou ardor ao urinar, urina nebulosa ou avermelhada e necessidade de urinar com mais freqüência, por exemplo, procure o seu endocrinologista. Caso o dano já esteja instalado, o médico também vai indicar qual será o tratamento, os medicamentos, entre outros. Em casos graves de Nefropatia Diabética é possível que seja necessária hemodiálise ou até mesmo transplante duplo, ou seja, de pâncreas e de rim. Vamos começar hoje mesmo a nos cuidar mais? ☺ Nesse vídeo você pode aprender algumas atitudes que eu tomo para lidar melhor com os dias cinzas do diabetes e torná-los cada vez mais passageiros.

  • Transplante de pâncreas: como funciona e pra quem é indicado?

    O transplante de pâncreas é indicado somente em casos específicos de diabetes tipo 1. Saiba mais! O transplante de pâncreas existe, mas é necessário bastante atenção quando se fala sobre o assunto. Esse tipo de transplante é indicado para pessoas com diabetes tipo 1 que não conseguem ter o controle da glicemia com insulina ou que já apresentaram alguma complicação grave, como insuficiência renal, por exemplo. Como se trata de um procedimento delicado e que pode ocasionar em diversas complicações, como infecções, rejeição do novo pâncreas e risco à vida do paciente, o transplante é realmente indicado somente em último caso no tratamento da condição. Antes de tudo, vamos falar sobre o pâncreas O pâncreas é um órgão do corpo humano que pesa 100 gramas, mede cerca de 15cm em um adulto e, em condições normais, situa-se na porção superior do abdômen. Esse órgão, que entre outras funções é responsável pela produção de insulina, que regula os níveis de glicose no sangue. Pessoas com diabetes tipo 1 não conseguem produzir insulina suficiente, sendo necessário, portanto, aplicações diárias do hormônio. Para quem o transplante de pâncreas é indicado? Como já falamos anteriormente, o transplante de pâncreas é indicado em último caso no tratamento de diabetes tipo 1, podendo ser feito de três maneiras distintas: Transplante simultâneo de pâncreas e rim: Neste caso, o transplante de pâncreas acontece simultaneamente ao de rim e é indicado para indivíduos com diabetes tipo 1 com insuficiência real crônica grave, em diálise ou fase pré-diálise; Transplante de pâncreas após transplante de rim: Indicado para indivíduos com diabetes tipo 1 que já fizeram transplante renal e que possuem bom funcionamento do rim atual, a fim de evitar novas complicações, como neuropatia ou problemas renais; Transplante isolado de pâncreas: Indicado para casos muito específicos de diabetes tipos 1 por orientação do endocrinologista. É um transplante que pode apresentar diversos riscos e complicações, como retinopatia, neuropatia, doença renal crises de hipoglicemia ou cetoacidose, entre outros. O transplante de pâncreas e a recuperação Para a realização do transplante de pâncreas, após a indicação do endocrinologista, é necessário, no Brasil, entrar em uma fila de espera, que pode durar de 2 a 3 anos. A cirurgia consiste na remoção do pâncreas do doador, após morte cerebral, e implante na pessoa com a necessidade. Além disso, é importante citar que não acontece a remoção do pâncreas deficiente, já que o novo é implantado próximo a bexiga. Após cirurgia é necessário ficar internado 1 ou 2 dias na UTI, além de: - Permanecer hospitalizado por cerca de 10 dias para avaliação médica do organismo e para evitar possíveis complicações; - Fazer exames clínicos e de sangue semanalmente e conforme for se recuperando, o intervalo vai aumentando; - Tomar analgésicos e outros medicamentos que sejam indicados pelos médicos; - Tomar medicamentos imunossupressores indicados pelos médicos com o intuito de evitar que o organismo rejeite o novo órgão. Em 1 ou 2 meses, a pessoa transplantada poderá ir voltando, aos poucos, à vida normal. Porém, vale lembrar que é necessário manter hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada e atividades físicas regulares para que o pâncreas transplantado funcione bem e também para evitar doenças e até mesmo um novo diabetes. Transplante não é cura! O transplante de pâncreas não é uma cura, já que o diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que afeta o pâncreas, sendo possível que, mesmo com o transplante, o órgão volte a parar de produzir insulina. Por este motivo e também pelas complicações, riscos e o pós-cirúrgico o assunto precisa cada vez mais ser desmitificado, para que não parece algo simples e que pode ser feito por qualquer paciente com diabetes tipo 1. Gostou deste artigo? Deixe sua opinião nos comentários :) Fontes: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/doen%C3%A7as-imunol%C3%B3gicas/transplante/transplante-de-p%C3%A2ncreas http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/doacao-de-orgaos/pancreas https://profluizcarneiro.com.br/o-transplante-de-pancreas-cura-o-diabetes/ https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/pdf/diabetes-tipo-1/007-Diretrizes-SBD-Transplante-Pancreas-pg248.pdf https://www.tuasaude.com/transplante-de-pancreas/