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86 resultados encontrados

  • AllCare cria plano de saúde com cobertura de medicamentos

    Este artigo foi retirado do site sindsegsp.org.br O Valor Econômico informa que a AllCare, administradora de planos de saúde por adesão, e a ePharma, que atua em assistência farmacêutica, fecharam parceria para comercialização de um convênio médico com cobertura de medicamentos. Essa modalidade é comum nos Estados Unidos, mas no Brasil não vingou por ser um custo adicional. No entanto, agora, com o crescimento dos programas de prevenção de doenças para evitar sinistros elevados e controlar os custos do plano de saúde, a cobertura de medicamentos ganha relevância. “Às vezes, é até melhor financiar o medicamento do que deixar o paciente internar. Muitas pessoas não tomam remédio porque não têm condições financeiras para comprar”, disse Farias Sousa, presidente da AllCare. A AllCare possui 160 mil usuários de planos de saúde por adesão e faz a gestão de uma carteira com 100 mil convênios médicos corporativos. O novo serviço será oferecido aos atuais e novos clientes. A expectativa é que cerca de 30% dos 160 mil usuários de planos por adesão contratem a cobertura de medicamentos. O valor cobrado dependerá dos serviços contratados. “São sempre remédios com prescrição médica. O usuário poderá contratar cobertura para medicamentos genéricos ou de marca, com coparticipação ou não”, disse Luiz Carlos Silveira Monteiro, fundador e presidente da ePharma. A empresa faz gestão de vários programas, como o Farmácia Popular. A ePharma tem como controladores o fundo Valliant, com uma participação de 42%, as redes de farmácia Pague Menos e Araújo, com 32%, e os fundadores que detêm o restante. Questionados sobre o impacto da cobertura de medicamentos e a taxa de sinistralidade dos planos de saúde, os executivos disseram que ainda não é possível mensurar porque se trata de um produto novo no país. “No Brasil, não temos dados, mas nos Estados Unidos, para cada US$ 1 investido em medicamento, há uma economia de US$ 7 em internação”, afirmou o presidente da ePharma. O serviço permitirá a formação de um banco de dados. A ePharma consegue rastrear as compras dos medicamentos porque seu sistema está integrado a 27 mil farmácias do país, cerca de metade desse setor. Isso permitirá à AllCare ter informações sobre a saúde dos seus usuários.“Não adianta só ter programas de prevenção ou dar remédios, é preciso acompanhar também se eles estão fazendo o tratamento corretamente”, disse o presidente da AllCare, que fará esse trabalho de acompanhamento. Opinião da Biabética Achei interessante a oportunidade de uma modalidade de plano de saúde que pensa na prevenção de doenças e de complicações. Me chamou atenção o ''Programa de Gestão de Crônicos'', onde oferece assistência diferenciada para pessoas com condições crônicas de saúde, por meio de mensagens eletrônicas, lembretes no aplicativo, entre outros. Me pergunto se insulina, tiras e sensor de glicemia estariam na lista de medicamentos cobertos neste plano. Mais informações sobre a empresa: https://allcare.com.br/ Fonte: https://www.sindsegsp.org.br/site/noticia-texto.aspx?id=32336

  • Cuidando do diabetes de forma lúdica: conheça alguns jogos aliados do tratamento

    Com o intuito de auxiliar crianças e adolescentes no tratamento do Diabetes diversas pessoas e empresas criam jogos virtuais e/ou de tabuleiro onde o tema central é a manutenção da condição. Vamos falar sobre alguns destes jogos e como funcionam. Nos últimos 15 a 20 anos foram feitas diversas tentativas de criar jogos educativos cujo objetivo seria mesclar o cuidado do diabetes e os bons hábitos com a diversão de jogar e competir. Uma destas tentativas foi o jogo "Future Focus", que consiste em perguntas e respostas, dados e consequências que alteram o placar do jogo. Future Focus educa os jogadores e explica a diferença entre Diabetes Tipo 1 e 2, foi criado por dois adolescentes e foi utilizado em hospitais e eventos voltados para diabetes. Já no Brasil temos o jogo Gamelitto, desenvolvido por alunos e servidores da Universidade Estadual de Londrina, feito especificamente para crianças com Diabetes tipo 1. O jogo consiste em cuidar e garantir a boa saúde de um "pet virtual" que vive em um planeta distante e precisa de crianças do planeta Terra para ajudá-lo no tratamento da condição tanto dele quanto delas. O jogo venceu o prêmio Games4Health da Universidade de Utah, nos Estados Unidos e ainda se encontra em fase de testes e aprovação. Também seguindo a mesma ideia de "pet virtual", o Diapets é, provavelmente, o mais fofo dos jogos citados aqui. O Diapets conta com o Flippy, um dragãozinho muito fofo que acabou de ser diagnosticado com Diabetes Tipo 1. No jogo a criança vai ajudar Flippy a contar carboidratos, medir a glicose nos intervalos certos e ajudar o dragãozinho a enfrentar o medo de agulhas. O aplicativo envia notificações para o seu celular na hora de medir a glicemia ou comer, ajudando a criança a criar o hábito de fazê-lo principalmente fora do jogo. Também temos o Batalha Glicêmica, um divertido jogo de cartas ao estilo "Magic" que tem como objetivo manter a sua glicemia controlada com cartas de efeito positivo enquanto usa cartas de efeito negativo para atrapalhar seu adversário. No Batalha Glicêmica você pode competir contra o computador e no futuro contra jogadores do mundo todo através do modo online que ainda está em desenvolvimento. Ao mesmo tempo em que Batalha Glicêmica é um jogo educativo e divertido ele também pode ser visto como ofensivo já que o objetivo é descontrolar a glicemia e atrapalhar o controle do oponente com cartas como "Cetoacidose". No meu ponto de vista o público alvo do jogo são adolescentes com mais de 16 anos e adultos que entendem que o jogo se trata de uma brincadeira educativa e um teste de conhecimento para pessoas com Diabetes Tipo 1. Também existem jogos eletrônicos voltados para o Diabetes, como por exemplo o "Captain Novolin", jogo lançado para o Super Nintendo em 1992 que tem como protagonista um super herói Diabético que precisa salvar o planeta de alienígenas disfarçados de "junk foods" açucarados responsáveis pelo sequestro do prefeito da cidade, que também tem Diabetes e está com seu estoque de insumos quase acabando. O objetivo do Capitão Novolin é salvar o mundo da ameaça alienígena e resgatar o prefeito. Na época em que foi lançado, Captain Novolin não teve muito sucesso nem popularidade mas com o tempo e graças a colecionadores e amantes de video games, o jogo acabou aparecendo em plataformas de vídeo como o YouTube, nem sempre por sua qualidade como jogo mas por ser algo único e abordar temas diferentes. Estes são apenas alguns dos jogos sobre Diabetes, aparentemente o interesse por jogos educativos vem crescendo bastante com o advento dos smartphones e tablets, uma vez que é muito simples baixar e se divertir através do seu celular. Esperamos que muito mais jogos de alta qualidade e diversão cheguem ao mercado, sendo eles no formato de tabuleiro e cartas ou digital. E aí, o que achou da seleção de jogos sobre diabetes? Já jogou algum deles? Conte nos comentários a sua opinião.

  • FDA aprova pâncreas artificial ''Control IQ''.

    2020 começou bem! No dia 2 de janeiro saiu a notícia de que a FDA (Food and Drug Administration), havia aprovado o pâncreas artificial Control IQ, fabricado pela empresa Tandem Diabetes Care. Esta é primeira aprovação de um algoritmo interoperável para uso em um sistema de dosagem automatizada de insulina. A tecnologia Control-IQ foi construída com a bomba de insulina t: slim X2 e o monitor de glicose contínuo Dexcom G6 trabalhando em conjunto com a ajuda do algoritmo inovador da Control-IQ. Os recursos do algoritmo incluem bolus de correção automatizada de insulina para hiperglicemia, além da suspensão da insulina basal, com um sistema de segurança dedicado à hipoglicemia (como o da 640G de suspensão de basal na previsão de hipoglicemia) e controle intensificado durante a noite para atingir 110-120 mg / dL pela manhã. O sistema foi projetado para melhorar gradualmente o tempo no alvo. Nenhum outro circuito fechado híbrido ofereceu bolus de correção automática ou foi capaz de ignorar as calibrações pela ponta de dedo. O sensor Dexcom G6 é considerado um dos mais precisos do mercado atualmente e dispensa calibrações. Pode ser usado por até 10 dias. Os estudos feitos com essa nova tecnologia revelaram que os usuários experimentaram um aumento no tempo no alvo de 11% (até 71%), traduzindo-se em 2,5 horas adicionais por dia, com glicemias entre 70-180 mg / dl. As hemoglobinas glicadas dos usuários também tiveram uma queda média de 7,4% no início do teste para 7% no final. Os participantes também viram menos tempo no geral em hiperglicemia e hipoglicemia. O IQ Control baseia-se no algoritmo de IQ básico, que foi aprovado pelo FDA ano passado. O QI-basal é um recurso de prevenção de hipoglicemias da bomba t:slim X2 que funciona como a 640G que temos no Brasil. A t:slim X2 usa dados do sensor Dexcom G6 para prever hipoglicemias e suspender a insulina basal e, em seguida, retomar automaticamente a infusão de insulina assim que os níveis de glicose começarem a normalizar. Atualmente, o Tandem está na fase de recrutamento de um estudo pediátrico para o Control-IQ e antecipa a aprovação do FDA para uso em pediatria (6 a 13 anos) até o final do verão de 2020. Ainda não temos previsão de quando esse sistema chegará ao Brasil. Para isso, é preciso que primeiro a empresa Tandem comece a comercializar suas bombas de insulina no Brasil, e até a data presente, não há rumores de que irá acontecer em 2020. Fontes: https://beyondtype1.org/fda-approves-control-iq/ https://newsroom.uvahealth.com/2020/01/02/fda-approves-uva-developed-artificial-pancreas/ https://diatribe.org/tandem%E2%80%99s-control-iq-hybrid-closed-loop-algorithm-submitted-fda

  • Diabetes na escola: minha experiência e dicas de como lidar

    Escrevo este texto em homenagem ao Colégio Antares, que cuidou de mim praticamente como filha por 8 anos. À tia Marisa, tia Zitinha, tio Alan, tia Pati, tia Adriana, entre outros. São mais de 30 mil crianças com diabetes tipo 1 no Brasil e grande parte das escolas ainda não está educada o suficiente sobre a condição. Acredita? O diagnóstico de diabetes em uma criança traz diversas preocupações para os pais, já que a condição, que ainda não tem cura, precisa ser controlada diariamente. E no dia a dia as crianças estão na escola, longe de casa, então eles vão ajudá-la na aplicação da insulina, na verificação da glicemia ou no controle de uma hipoglicemia ou hiperglicemia? É ai que entra a importância da educação em diabetes tipo 1 nas escolas, que ajuda não só no controle diário, mas também na aceitação da criança diante do diagnóstico. Hoje, o Brasil tem cerca de 30.900 crianças com diabetes tipo 1 e ocupa o 3º lugar no ranking de países com mais crianças diabéticas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Porém, mesmo com esses dados, muitas escolas ainda não estão preparadas para lidar com essas crianças e não há nenhuma norma estabelecida que as obrigue a tomar qualquer providência a cerca do assunto. Infelizmente! Entenda a seguir mais detalhes sobre Educação em Diabetes tipo 1 nas escolas e a sua importância! O que é a Educação em Diabetes tipo 1 nas escolas? As crianças com diabetes tipo 1 precisam de controle diário da condição e como estão boa parte do tempo na escola, é necessário ajuda para lidar no tratamento. Nesse sentido é que as escolas e todo o seu corpo docente precisam estar preparados para acompanhar essa criança e, para isso, é essencial ter conhecimento sobre o que é diabetes tipo 1, hiperglicemia, hipoglicemia, monitoramento das glicemias e também como ajudar a criança em situações emergenciais. Existem alguns materiais que podem ajudar as escolas a se educarem em relação o diabetes tipo 1. Um deles é o “Programa Kids – Diabetes in Schools”, desenvolvido pela ADJ – Diabetes Brasil em parceria com a International Diabetes Federation. O material, que também é conhecido como “Pacote Educativo para informar sobre Diabetes nas Escolas” é aprovado pelo Ministério da Saúde, pela Sociedade Brasileira de Diabetes e pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Acesse o material, de forma gratuita, através do site www.idf.org/education/kids. Mas, qual a importância da Educação em Diabetes tipo 1 nas escolas? A educação em diabetes tipo 1 nas escolas é importante e essencial para a criança com a condição, já que ajuda no controle diário e seguro do diabetes, mas também a desmitificar a condição, evitar casos de bullying, orientar alunos e país sobre a prevenção do diabetes e da obesidade, entre outros. Enfim, educadores possuem a função de ajudar e dar aos alunos recursos de aprendizagem para que atinjam o seu potencial, não é mesmo? E diante de uma criança com diabetes a escola precisa ser educada em relação à condição, para que consiga dar recursos e ferramentas para ela se sentir acolhida, segura, incluída e incentivada a se desenvolver. Relacionamento entre pais/responsáveis pela criança e professores O primeiro passo dos pais e responsáveis pela criança em relação à escola é ter uma conversa sobre o tratamento e a rotina seguidos. É necessário falar sobre doses de insulina, grau de controle do diabetes, se a criança está tendo freqüentemente hipoglicemias, de quanto em quanto tempo deve se alimentar, o que a escola deve fazer em caso de emergência e qual medicamento de segurança é necessário que esteja disponível, entre outros. Nesse processo de educar as escolas em relação ao diabetes tipo 1, se os pais ou responsáveis pela criança manterem um relacionamento saudável com os professores também ajuda muito. Lembre-se que as escolas que são educadas para o diabetes tipo 1 podem ajudar muito as crianças com diabetes, já que funcionam como uma rede de apoio para que a criança se sinta segura e confortável no ambiente escolar, que é tão importante para o seu desenvolvimento. A educação das escolas em relação ao diabetes tipo 1 é uma questão fundamental e que precisa ser discutida com mais freqüência e peso, pois é muito relevante para que a criança consiga se desenvolver e aceitar o seu diagnóstico e tratamento da melhor maneira possível. Minha experiência Fui diagnosticada com diabetes tipo 1 aos 6 anos, no período da alfabetização. Tive sorte do diagnóstico não prejudicar meu desempenho escolar, porque as glicemias altas podem afetar na capacidade de aprendizado. Sabia disso? A escola em que estava matriculada foi super solícita e responsável quando meus pais informaram o meu novo quadro de saúde. Estava quase no final do ano e terminei normalmente. No ano seguinte, resolvemos nos mudar de bairro e consequentemente, de escola. Meus pais receberam uma boa indicação dos meus padrinhos e fomos visitá-la. Logo na entrevista, meus pais e eu nos sentimos confortáveis com a forma como a diretora e os professores lidaram com a situação. Em 2001, não era comum o diagnóstico de diabetes tipo 1, então pouquíssimas pessoas já haviam ouvido falar sobre o assunto ''diabetes em crianças''. Mas isso não impediu que a escola estudasse a respeito para que pudessem cuidar de mim da melhor forma. Meus pais deram diversas aulas aos professores, diretores e todas as pessoas que teriam contato comigo sobre a minha condição de saúde. Explicaram sobre os meus horários de refeição, como aplicar insulina, como medir a glicemia, os sintomas que eu poderia ter, acreditar quando eu dissesse que não estava bem, e acima de tudo, que eu não poderia ser tratada como uma criança diferente. Fiquei do 1º ao 8º ano nesta escola. Foi uma experiência de amor inesquecível. Lembro com perfeição de diversos momentos divertidos lá. De quando, por exemplo, faziam rodinha para me ver aplicando insulina ou para conhecer a bomba de insulina. Participei de todos os passeios possíveis, e foi só no ano passado que descobri que minha mãe ia junto, escondida, pra auxiliar, caso necessário. Todos na escola sabiam que eu tinha diabetes mas ninguém nunca me tratou diferente. Tinham os cuidados necessários mas não era prejudicada de nenhuma forma. E é assim que tem que ser. O diabetes é uma doença séria? É. Tem riscos? Tem. Mas não é por conta dessas questões que a pessoa precisará viver em uma bolha! Com responsabilidade e planejamento, há possibilidade de vida feliz e de conquistar sonhos. <3 *Outros materiais interessantes sobre Educação em Diabetes tipo 1 nas escolas: - Manual com diretrizes para professores de crianças com diabetes: https://debemcomavida.accuchek.com.br/media/14152/guia_dbcv_professores_a4.pdf - Canal no Youtube da ADJ Diabetes Brasil, com diversos vídeos que falam sobre Educação em Diabetes nas Escolas: https://www.youtube.com/channel/UCj5rxMlBYLDiRSVdy2FprMA/videos

  • Setembro amarelo: Vamos entender um pouco mais sobre depressão e diabetes?

    A depressão atinge 4,4% da população do planeta Terra e em torno de 5,8% dos brasileiros sofrem com a doença. Setembro é o mês amarelo, ou seja, o período da conscientização e prevenção do suicídio. Sabemos que as causas para uma pessoa tirar a própria vida podem ser as mais diversas, sendo a depressão uma das mais significativas. Vamos aprender um pouco mais sobre a depressão e também como ela se relaciona com a diabetes? A depressão é uma doença que ainda é tabu para muitos e que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) atinge cerca de 322 milhões de pessoas ao redor do mundo, ou seja, 4,4% da população do planeta Terra. O Brasil, por exemplo, é o país com a maior taxa de pessoas com depressão do continente latino americano, em torno de 5,8% dos brasileiros sofrem com a doença e a cada 45 minutos um brasileiro tira a própria vida. Os números são alarmantes, né? E é por isso mesmo que a depressão deve ser um assunto recorrente nos lares, nas escolas, com os médicos, nas revistas, nos jornais e blogs, entre amigos e familiares, ou em rodas de conversas. Essa é uma doença grave, mas que com cuidado e acompanhamento profissional, pode ser curada. Depressão e Diabetes A depressão é uma doença bastante comum em pessoas com diabetes, sabia? Como o diabetes é uma condição crônica que provoca uma mudança radical na vida das pessoas, exigindo cuidados diários e uma rotina de tratamento, é comum que o diagnostico afete o estado emocional, fazendo com que as pessoas com diabetes tenham mais propensão ao desenvolvimento da depressão. Vale dizer, ainda, que o equilíbrio hormonal também sofre alterações com a falta do controle glicêmico e que é possível que pessoas com níveis muitos baixos ou altos de glicemia sintam alguns sintomas da depressão, como ansiedade, cansaço, irritabilidade, desânimo e tristeza. O que quero dizer, é que, de fato, o diabetes mal cuidado pode simular sintomas da depressão. Também é importante destacar que a depressão em indivíduos com diabetes pode atrapalhar bastante a rotina de cuidados diários e está associada até mesmo a complicações mais graves. Como pessoas com diabetes precisam se cuidar diariamente, os que sofrem com depressão podem deixar o controle glicêmico de lado pela dificuldade que sentem diante da realização das tarefas diárias, sejam elas básicas ou complexas. Acho que estou com depressão, o que devo fazer? Se sentir triste, às vezes, é normal e faz parte da vida de qualquer pessoa. Porém, se você perceber que não está saindo desse estado por mais de duas semanas e que sente uma tristeza aparentemente sem causa, é possível que esteja com depressão. Neste caso, procure ajuda profissional imediatamente! A depressão é uma doença que pode ser tratada e que, se o tratamento for iniciado nas primeiras fases da doença, a chance de resultados positivos e duradouros é ainda maior. É a ajuda profissional que vai te ajudar a descobrir a origem da depressão, as maneiras de melhorar a sua saúde mental e também formas de aceitar e administrar da melhor maneira possível o diabetes. Se você conhece alguém que está sofrendo com a depressão, não deixe também de orientá-la com o que você sabe sobre a doença, ok? Não ignorar a depressão é o primeiro passo para a cura! Centro de Valorização da Vida (CVV) Se você tem diabetes ou não, mas está com depressão ou por qualquer outro motivo precisa de ajuda, procure o CVV, o Centro de Valorização da Vida. Você pode entrar em contato por telefone, e-mail ou chat, e os voluntários vão estar prontos, 24h por dia, para te atender de forma gratuita e sigilosa. Para mais informações acesse https://www.cvv.org.br/ ou ligue 188.

  • Você sabia? Insulinas Análogas são realidade no SUS. Entenda!

    Talvez você ainda não saiba, mas é possível conseguir Insulinas Análogas de ação ultrarrápida através do SUS. O medicamento demorou a estar disponível, já que a incorporação do protocolo tinha o prazo até 22 de agosto de 2017 e, até a data, não havia respostas. Foi iniciada, então, a campanha #análogasjá, twitaço cobrando a incorporação e marcando o perfil do Ministério da Saúde e que teve bons resultados. Em 27 de março de 2019 foi comunicada a incorporação das insulinas análogas no SUS, através do Diário Oficial. Viva! Fases antes da incorporação da insulina no SUS A incorporação da insulina no SUS passou por algumas fases antes de ser incorporada de fato. Entenda a seguir como se deu esse processo. 1ª Fase - A primeira fase foi o pedido de incorporação dos análogos de insulina por parte da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao SUS (CONITEC); 2ª Fase – A CONITEC abriu uma consulta pública para que a sociedade opinasse sobre o assunto, mas a sua recomendação inicial era a favor da não incorporação. Na consulta pública, que ocorreu entre 13 de setembro e 03 de outubro de 2016 foram colhidas 1.092 assinaturas, de pacientes, familiares, profissionais de saúde, entre outros. 3ª Fase – Em 22 de agosto de 2017 foi publicada no Diário oficial a Portaria nº 10/2017 da Secretária de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, em que foi acatado a incorporação dos análogos ao SUS para tratamento de pessoas com diabetes tipo 1. O prazo era de 180 dias para que fosse disponibilizada no SUS a tecnologia incorporada; 4ª Fase – Quase 180 dias após a publicação, não houve respostas e, através da campanha #análogasjá, promovida pela Associação de Diabetes Infantil (ADJ), houve um twitaço que gerou pressão e cobrou providências a cerca do assunto; 5º Fase – Foi publicada em 28 de março de 2019 no Diário Oficial a decisão de incorporação de insulina análoga no Sistema Único de Saúde (SUS) e se deu o inicio da distribuição. Como conseguir o medicamento pelo SUS? Para conseguir a Insulina pelo SUS é necessário ir ao posto de saúde mais próximo da sua residência e cadastrar-se como paciente com Diabetes. Nesse mesmo local, deve-se pedir pelos medicamentos necessários, com prescrição médica, porém, é preciso preencher alguns critérios para que seja aprovada a distribuição das insulinas ao paciente, como por exemplo: ''- Uso prévio de insulina NPH e insulina Regular por pelo menos três meses; Hipoglicemia grave (definida pela necessidade de atendimento emergencial ou de auxílio de um terceiro para sua resolução) comprovada mediante relatório de atendimento emergencial ou registros em softwares ou glicosímetros; Hipoglicemia não graves repetidas (definida como dois episódios ou mais por semana) caracterizadas por glicemia capilar < 54mg/dL com ou sem sintomas ou < 70mg/dL acompanhado de sintomas (tremores, sudorese fria, palpitações e sensação de desmaio); Hipoglicemias noturnas repetidas (definidas como mais de um episódio por semana); Persistente mau controle, comprovado pela análise laboratorial dos últimos doze meses de acordo com os critérios da HbA1c; Realização de automonitorização da glicemia capilar (AMG) no mínimo três vezes ao dia; Acompanhamento regular (mínimo duas vezes ao ano) com médico e equipe multidisciplinar e sempre que possível com endocrinologista, entre outros'' É muito importante dizer que ainda existe uma burocracia lenta que impede o recebimento de tais medicamentos e, como o profissional de saúde precisa preencher um documento extenso a ser renovado a cada três meses, muita vezes eles optam pela terapia fornecida anteriormente. Porém, a SBD em parceria com a ADJ está solicitando que o documento tenha validade de pelo menos 6 meses. Vamos aguardar as próximas novidades :) Sem dúvidas, essa foi uma super conquista a ser reconhecida. A incorporação da insulina no SUS é uma conquista e um grande passo na melhoria da assistência aos pacientes brasileiros com diabetes. Vale um agradecimento especial a todos os envolvidos. OBRIGADA! De olho nas fake news Recentemente, publicações nas Redes Sociais confundiram as pessoas dizendo que as insulinas NPH e REGULAR não seriam mais distribuída pelo SUS. Na realidade, o que houve foi apenas a suspensão de parcerias com laboratórios públicos que produzem alguns medicamentos, como essas duas insulinas, indicados para o tratamento da Diabetes, e por este motivo, o estoque poderia diminuir temporariamente. Porém, o Ministério Público informou às Associações de Diabetes que tomou medidas para que não houvesse prejuízo no fornecimento. Com saúde não se brinca e, por isso, é sempre importante ficar de olho e checar bem as fontes das notícias que saem nas mídias.

  • ANVISA aprova a primeira insulina inalável no Brasil

    NOVIDADE QUENTE PARA VOCÊS! A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou a primeira insulina inalável no Brasil, a Afrezza®, uma insulina de ação rápida para uso antes das refeições, que, segundo estudos, proporciona um melhor controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus. O medicamento vem sido comercializado nos Estados Unidos desde sua aprovação pelo FDA, em 2015. A previsão é que estará disponível no Brasil até o quarto trimestre deste ano, após o registro de preços pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). CHEGA LOGO!!!! Importante ressaltar que este blogpost não recebeu nenhum tipo de patrocínio. Como funciona? A insulina inalável é fornecida com um inalador pequeno, discreto e fácil de usar. Deve ser administrada no início da refeição. Ela se dissolve rapidamente após a inalação para o pulmão e atinge imediatamente a corrente sanguínea. Os níveis máximos de insulina são alcançados entre 12 a 15 minutos após a administração e declinam em aproximadamente 180 minutos. Vale lembrar que a insulina inalável deve ser usado em combinação com uma insulina de ação prolongada em pacientes com diabetes mellitus tipo 1. Seu uso não é recomendado para o tratamento da cetoacidose diabética e nem para pacientes que fumam. Pra quem não entende muito de diabetes Atualmente, o diabetes afeta 425 milhões de pessoas no mundo, segundo a Federação Internacional de Diabetes (2018), sendo o Brasil a quarta maior população afetada. A diabetes é caracterizada pela incapacidade do organismo de controlar adequadamente os níveis de glicose no sangue. A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, normalmente regula os níveis de glicose do corpo, mas em pessoas com diabetes mellitus são produzidos níveis insuficientes de insulina ou o organismo não responde adequadamente à insulina que produz. Um sonho realizado "A insulina foi descoberta em 1921 e hoje, quase cem anos depois, temos a Afrezza, única opção do mercado que não é injetável. Estamos empolgados por possibilitar que os pacientes brasileiros tenham acesso a este medicamento inovador, pois acreditamos que o perfil distinto e a administração inalável de Afrezza atenderão muitas demandas dos pacientes. Como uma empresa de biotecnologia pioneira no Brasil, acreditamos que podemos ampliar nosso atual portfólio de medicamentos para diabetes, oferecendo uma nova opção a um crescente número de pacientes com diabetes", afirma Heraldo Marchezini, diretor-presidente da Biomm S/A. "Estamos orgulhosos de oferecer Afrezza® ao mercado brasileiro". E aí, o que acharam? Eu achei O MÁXIMO! Um grande avanço para o tratamento do Diabetes. Comenta aqui embaixo o que você achou dessa novidade ;) Sobre as fontes da notícia: MANNKIND CORPORATION A MannKind Corporation (NASDAQ: MNKD) (TASE: MNKD) concentra-se na descoberta, desenvolvimento e comercialização de produtos terapêuticos para pacientes com doenças como o diabetes. A MannKind mantém o website www.mannkindcorp.com, no qual publica regularmente seus comunicados à imprensa, além de informações adicionais sobre a MannKind. As pessoas interessadas podem se inscrever no site da MannKind para receber alertas por e-mail automaticamente quando a companhia emitir comunicados à imprensa, enviar seus relatórios na Securities and Exchange Commission ou publicar outras informações no site. BIOMM S/A A Biomm tem a missão de desenvolver, produzir e comercializar biomedicamentos de competitividade global, com qualidade e acessibilidade. O foco da companhia está no desenvolvimento de medicamentos biológicos, acessíveis para tratamento de doenças crônicas no país. Com inovação em seu DNA, a companhia é pioneira no setor de medicamentos biotecnológicos no Brasil. Fundada em 2001, tem sede e fábrica em Nova Lima (MG). É listada na bolsa de valores (BVMF:BIOM3). Para mais informações, acesse www.biomm.com

  • A minha história com a WinSocial & Diabetes 💧

    Oi queridos e queridas! Tudo bem com vocês? Venho aqui no blog contar uma história super legal e útil para muitas pessoas com diabetes que pensam no seu futuro com uma condição de saúde crônica e não querem contar apenas com a sorte. 😉 Importante ressaltar que este blogpost tem o apoio da WinSocial. Em 2018 fui convidada pela WinSocial para desenvolver uma pesquisa e captar respostas do público do Biabética com o objetivo de entender melhor a relação entre seguro de vida / invalidez e nós, pessoas com diabetes. Fizemos a campanha e surpreendentemente, depois de verificar as respostas, o número de pessoas que tentaram comprar seguro e tinham diabetes era 3 vezes maior do que as pessoas que não tinham diabetes. O que isso indica? Que pessoas com diabetes têm mais interesse em seguros. Porém, infelizmente, não conseguem comprar porque as seguradoras não os aceitam ou cobram preços absurdos só pelo fato da pessoa ter diabetes. 😡 #BiaSincera: a sociedade nos olha uma pessoa doente, como se o diabetes fosse uma doença terminal. O que não é verdade. Seguindo as recomendações médicas, cuidando da alimentação e da saúde no geral, a pessoa doce pode até ter uma vida mais saudável do que quem não tem diabetes. Pensando nisso - e sabendo que sou uma excelente profissional de Relações Públicas 🤣 - a WinSocial me convidou para fazer parte do time e ajudar a criar uma tecnologia que enxergasse a pessoa como um todo, na qual o diabetes seria apenas uma parcela da vida da pessoa. Com essa verificação de saúde mais justa, nós, pessoas com diabetes, teríamos a liberdade de comprar seguros quando quiséssemos, sem medo de sermos negados ou taxados. 👸🏻Euzinha, supervisionaria todo o conteúdo online sobre diabetes das redes sociais, do blog e do aplicativo que faria a verificação de saúde para que as pessoas com diabetes se sentisse bem representada. Comecei assim, mas hoje faço muito mais do que isso. Já conto para vocês! O que eu faço na WinSocial? Já estou no time há quase 1 ano e sou a florzinha da equipe, a única mulher #GirlPower! Sou responsável por todo o Marketing que envolve Diabetes, além de ser a Community Manager dos Influenciadores de Diabetes e Curadora de Conteúdo de Diabetes. Realizei um treinamento sobre diabetes com os consultores de seguros para que eles soubessem como falar com as pessoas com diabetes e organizei um super evento de Planejamento Financeiro e Mídias Sociais para os Influenciadores em Diabetes. Teve consultor financeiro com diabetes tipo 1 e teve a presença da diva Liliane Ferrari para falar de Mídias Sociais & Diabetes. Modéstia à parte, esse evento foi sensacional! Mas o que é a WinSocial e o que estamos fazendo de tão legal para quem tem diabetes? 🧐 A WinSocial é uma empresa de tecnologia que estuda longevidade. Nascemos em 2018 como uma empresa do grupo Aegon, uma multinacional com sede na Holanda e que aqui no Brasil também tem a seguradora Mongeral Aegon, a mais antiga do Brasil, com um propósito: pesquisar sobre longevidade e saúde para INCLUIR riscos excluídos nos seguros da MAG (Mongeral Aegon). E o que seriam riscos excluídos? São pessoas que não são aceitas pelas seguradoras por serem um risco à seguradora. Por exemplo: PESSOAS COM DIABETES. Mas isso é baseado em quê? A sociedade no geral acredita que pessoas com diabetes, na sua maioria, não são saudáveis e morrem cedo por causa do diabetes. É cruel pensar assim, mas é como a sociedade pensa. Pois bem, existem inúmeros estudos que apontam que com um bom tratamento e controle glicêmico, as chances das pessoas desenvolverem as complicações diminuem muito ou até são eliminadas. O estudo mais famoso é o DCCT, de 1993! Serviços personalizados 🙌 Sabendo disso, a WinSocial resolveu incluir pessoas com diabetes na lista de pessoas que podem comprar serviços da Mongeral! Criamos alguns serviços que entendem as necessidades da pessoa com diabetes e recompensa se essa pessoa tiver um bom cuidado com a sua saúde. São eles: Seguro de Vida e Invalidez, Previdência Privada e um Programa de Saúde e Bem-Estar. Aplicativo WinSocial Longevidade 📱 Para poder rastrear essa saúde das pessoas com diabetes, a WinSocial criou um aplicativo chamado WinSocial Longevidade, onde a pessoa pode responder um questionário de saúde e fazer uma verificação por vídeo para no final receber a sua nota de saúde e ter um preço personalizado de seguro. Sim, quanto mais saudável, mais barato o preço do seu seguro. Seguro de Vida e Invalidez da WinSocial 🛡 O Seguro de vida e invalidez da WinSocial foi pensado para atender as pessoas com diabetes que têm uma boa saúde e que geralmente são negadas em seguros só pelo fato de ter diabetes. Agora, na WinSocial e na Mongeral, isso não existe mais. Com a verificação de saúde, você consegue comprovar que o diabetes é apenas uma pequena questão da sua saúde. Não quer dizer que você não seja saudável por causa disso. A Previdência Privada da WinSocial 💰 A Previdência Privada da WinSocial foi pensada para pessoas com diabetes que precisam gastar cada vez mais com seus medicamentos (insulina, tiras, etc) e com o passar dos anos, cada vez mais com o plano de saúde, uma vez que o valor da mensalidade do plano de saúde aumenta com a idade. Sabendo disso, e sabendo que a aposentadoria do governo é incerta e não dá conta quando você chegar aos 60 anos, criamos um plano de previdência privada especial para pessoas com diabetes! Você poderá simular o valor da sua aposentadoria aqui. Na minha opinião, é uma super oportunidade para quem já conhece a importância de se ter um seguro de vida e invalidez e investir em previdência privada. Mas para quem ainda não conhece (como era o meu caso antes de trabalhar na WinSocial), sugiro que você entre nos canais da WinSocial e pesquise um pouco mais sobre o assunto. #DicaDaBia: Eu já fiz os meus seguros de vida e invalidez e a minha previdência privada. Com a instabilidade política e financeira que estamos lidando no nosso país, é importante termos um plano B para nos aposentarmos com tranquilidade, né? 💁🏻‍♀️ Se tiver dúvidas, deixo aqui o contato de um consultor de seguros que pode te ajudar e te dar uma consultoria financeira sobre o assunto: Leonardo Fernandes: (21) 99358-3413 Dúvidas? Deixa um comentário que vou te responder 😉

  • IPORT: Menos dor, mais conforto! Conheça a nova tecnologia da Medtronic, o i-Port Advance.

    No dia 26 de abril, a Medtronic Brasil lançou no SITEC uma nova tecnologia para pacientes que precisam injetar medicamentos de forma subcutânea. Prometi a vocês que escreveria um resumão sobre isso e aqui está. Conheça o i-Port! Importante ressaltar que este blogpost não recebeu nenhum tipo de patrocínio. ''Em uma pesquisa de pacientes, 98% acha confortável de usar, 99% diz que e mais benéfico do que as injeções e 100% relata que ajuda a diminuir a ansiedade.'' Relato retirado do site da Medtronic. O que é o i-Port Advance? O i-Port Advance é um dispositivo para administração direta de fármacos, sem necessidade de injeções. E como funciona? Do tamanho de uma moeda, o dispositivo fixa na pele com um adesivo. A inovadora aplicação permite a introdução, praticamente indolor, do tubo flexível sob a pele: uma cânula que atua como porta de entrada da medicação no tecido subcutâneo. Através desta cânula, o número de perfurações cutâneas é reduzido de várias vezes ao dia por uma vez a cada três dias. Como insiro a cânula no meu subcutâneo? A porta de injeção avançada do i-Port é fácil de aplicar. Inclui um aplicador integrado, que oferece uma aplicação rápida e praticamente indolor. Apenas um tubo flexível e macio, chamado de cânula, fica sob a pele. Uma vez aplicado, você pode injetar sua medicação através da porta em vez de sua pele (nenhuma medicação é armazenada dentro do dispositivo). Pra quem é indicado? É importante ressaltar que a terapia é isenta de prescrição médica. É indicado para casos variados e pode ser administrado com canetas e seringas, e para injeções subcutâneas de qualquer medicação prescrita, incluindo a insulina. Quem deve considerar a injeção através do i-Port Advance? - Aqueles recém diagnosticados com diabetes tipo 1 e não estão prontos para uma bomba. - Se você tem diabetes tipo 2 e tomar insulina é uma novidade esta é uma ótima maneira de melhorar a transição. - Qualquer um que experimente os desafios emocionais de agulhadas como medo, ansiedade e estresse. - É especialmente benéfico para as crianças e seus entes queridos, que costumam ter ansiedade quando é hora de aplicar a insulina. Por quanto tempo posso usar o i-Port Advance? Remova e substitua i-Port Advance a cada 72 horas (3 dias) ou após 75 injeções, o que ocorrer primeiro. Após às 72h e/ou 75 aplicações, a membrana que tem dentro do i-port pode ser danificada, correndo o risco de não injetar a dose completa aplicada. Por isso é importante a troca de dispositivo ser feita no tempo indicado pelo fabricante. Quanto custa? 1 caixa com 10 unidades custará cerca de R$499,00. Se fizer uso contínuo, 1 caixa equivale a 1 mês de i-Port, pois cada unidade dura 3 dias. Quanto estará disponível para o público comprar? A previsão é estar disponível para compra em Agosto/2019. Onde posso comprar? Será vendido pela Onofre, no site e por telefone. Por enquanto, os interessados devem enviar um e-mail para atendimento.diabetes@medtronic.com É preciso prescrição médica? Não precisa, uma vez que o i-Port é apenas uma ''porta'' para a medicação. Você vai permanecer utilizando o medicamento conforme orientação médica e do fabricante do remédio / insulina. Qual o tamanho da agulha que posso usar no I-Port? Agulhas de 5mm a 8mm. Agulhas menores menores que 5mm correm o risco de não perfurar a membrana do i-Port completamente, depositando assim a medicação apenas no dispositivo e não no subcutâneo da pessoa. Agulhas maiores que 8mm correm o risco de perfurar o subcutâneo da pessoa. Qual a diferença para a terapia com Bomba de Insulina? O i-Port é uma porta para medicação no tratamento de múltiplas doses de insulina, combinando insulina basal e bolus (rápida e lenta). A diferença do tratamento com o uso do i-Port é que ao invés de furar a pele em toda aplicação, você fura a membrana do dispositivo. Já a Bomba de Insulina é uma terapia de infusão contínua de insulina que imita um pâncreas saudável. Você pode conhecer mais sobre a Bomba aqui, aqui e aqui. Você também pode assistir um vídeo meu e da Dani falando sobre as diferenças do tratamento com Múltiplas Injeções de Insulina e Bombas. Crianças e idosos podem usar? Sim <3 Tá liberado! É à prova d'água? Sim! A membrana que inserimos a agulha se fecha depois que tiramos a agulha e fica ''vedada'', sem risco de entrar água. Como o I-Port muda meu tratamento atual de múltiplas injeções por dia? Se você tem uma média de cinco injeções por dia, pode reduzir de 150 para 10 aplicações por mês! lsso significa 93% menos picadas e muito mais conforto no tratamento. Posso aplicar duas insulinas nele? (Rápida + Lenta?) Sim, mas há uma regra: sempre injetar insulina de ação rápida primeiro, esperar uma hora e depois injetar sua insulina de ação prolongada. ''Podem ser utilizadas diferentes insulinas e diferentes medicações no mesmo i-port, com estudos demostrando a eficácia e segurança do uso múltiplas drogas no mesmo i-port. Para outras medicações, é importante ler a bula da medicação e repeitar o tempo de ação da droga antes do uso de outro produto, evitando assim interações medicamentosas.'' Tainá Pizzignacco. Quais são os locais de aplicação do dispositivo? São os mesmos locais de aplicação de insulina: abdômen, parte de trás do braço, quadris e lateral externa das coxas. Ainda precisa fazer rodízio de aplicações? Sim. É importante fazer o rodízio por que mesmo minimizando a Lipodistrofia por menos lesões mecânicas (inserção da agulha na pele), ainda existe o mecanismo de depósito da medicação no tecido subcutâneo. Rodiziar quer dizer dar tempo ao tecido para que ele se refaça e se recupere antes de receber a medicação novamente. Qual a grande vantagem do uso do I-Port? ''A vantagem do i-port advance é a redução do número de aplicações que o paciente tem que fazer. Sabemos que a adesão a terapia é um grande problema nas situações crônicas e quando se trata de aplicações com agulhas essa é uma realidade dos pacientes com DM: pular algumas aplicações para evitar o desconforto. Essa é a principal vantagem do I-port advance, permitir uma melhor adesão ao tratamento insulínico, com mais doses de insulina sendo administradas, porém com menos picadas''. Tainá Pizzignacco Será possível a reutilização de agulhas, uma vez que não estarão em contato com a pele? A recomendação da troca de agulhas é feita pelo fabricante da agulha. O que podemos afirmar com o uso do i-port é a redução de lipodistrofias, uma vez que a aplicação repetitiva no subcutâneo não acontece. Então, o que acharam? Ficou alguma dúvida? Comenta aqui embaixo para que eu possa responder você :) Um beijo, Biabética Fontes: www.medtronic.com www.instagram.com/somaisumadm1 www.instagram.com/deboabetes

  • #INSULIN4ALL: Entenda o que é esse movimento!

    Você sabia que cerca de 50% das pessoas no mundo que precisam de insulina não conseguem ter acesso confiável por ser inacessível ou não estar disponível? E que, nos Estados Unidos, a média anual dos custos com insulina por paciente aumentou de $231 para $736 em menos de 10 anos? Talvez você ainda não saiba, também, que a expectativa de vida de uma criança com DM1 na parte rural de Moçambique é de menos de 8 meses, que os custos mensais de uma pessoa com diabetes no Brasil podem chegar a 82% da renda mensal da pessoa ou que a insulina é o 7º liquido mais caro do mundo. Importante ressaltar que este blogpost não recebeu nenhum tipo de patrocínio. Os dados são verdadeiros e, por isso, nos deixam um pouco desconcertados. Por outro lado, existem instituições e indivíduos ao redor do mundo lutando para que esses números sejam revertidos e uma delas é a T1International. Trata-se de uma organização global sem fins lucrativos que trabalha com o objetivo de melhorar o acesso a insulina e a assistência médica para pessoas com diabetes tipo 1 em todo o mundo. É através do apoio as comunidades locais e do acesso a ferramentas para que lutem e defendam os seus direitos que é desenvolvido o trabalho. Diante desse propósito, eles criaram no Dia Mundial do Diabetes, em 2014, a campanha #insulin4all, com o objetivo de chamar atenção para a precariedade existente no acesso à insulina em todo o mundo. Em outras palavras, é uma luta para que o acesso à insulina faça parte dos direitos humanos e de saúde. Vale destacar, também, que a campanha foi criada, pois eles sentiam que o verdadeiro intuito da data havia se perdido. Essa luta é mais que importante e o #insulin4allUSA merece destaque, pois nos Estados Unidos houve grande aumento no preço da insulina nos últimos anos, o que fez com que muitas pessoas não tivessem mais como pagar por ela e até viajassem para o México, onde é possível comprar por um valor 10x mais barato. Para se ter uma melhor idéia da situação americana, se você não tiver plano de saúde, precisa pagar o valor integral dos medicamentos, cerca de $400 por um frasco de insulina, que no Brasil custa R$100. Se você deseja participar dessa luta, será sempre bem vindo e é possível ajudar de algumas maneiras diferentes: Compartilhe a hashtag #insulin4all. Escolha uma foto que seja relevante com o tema e ajude o movimento a se espalhar por cada canto do mundo. Se você deseja se unir a pessoas por essa causa, faça o download do “Kit de Ferramentas de Defesa de Direitos”. Esse material vai te ajudar a organizar os recursos para defender melhor o acesso à insulina, suprimentos, cuidados e educação em diabetes. Compartilhe nas redes sociais. Siga a campanha do Facebook (https://www.facebook.com/t1international), marque fotos com a hashtag #insulin4all no Instagram, tweet sua imagem para @t1international e divulgue o link www.insulin4all.tumblr.com. Faça matérias sobre a campanha no seu blog e envie para que eles possam compartilhar. Fale com a imprensa – Você pode procurar o jornal local da sua cidade ou agência para contar a sua história com diabetes e também falar sobre a campanha #insulin4all. Entre no site e assine a carta que reforça que existem muitas vozes unidas para que a insulina seja um direito. Organize um evento para levantar fundos – Que tal organizar um evento em prol do Diabetes? Nele, você pode convidar pessoas que se interessem pela causa e contar quais são as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com dm1 ao redor do mundo. As doações arrecadadas irão diretamente para a causa. Compre produtos da loja da T1International (https://www.t1international.com/t1i-shop/) - Cada compra significa uma doação em prol da causa. As formas para participar são diversas e cada um pode escolher qual é a que mais se encaixa com o seu perfil. Não importa a forma, pois o objetivo é apenas um: unir e fortalecer a comunidade de diabetes em todo o mundo na luta para que o acesso a insulina, suprimentos e tratamento seja um direito para todos. Fontes: https://www.t1international.com/ https://insulinnation.com/living/315746/ http://insulin4all.tumblr.com/ https://www.t1international.com/usainsulin4allaction/ https://www.instagram.com/p/Bs3xCUCAxii/ https://www.instagram.com/p/BtOmlq2hN0C/ https://www.instagram.com/t1international/ https://www.instagram.com/robincressman/ https://www.instagram.com/p/Bs4Ef7EAMPs/ #insulina #diabetes #diabetestipo1 #dm1