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86 resultados encontrados

  • Conselho Federal de Medicina regulamenta consultas online, telecirurgias e outras formas de atendime

    No último domingo, 3 de fevereiro de 2019, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou em seu portal a Resolução nº 2.227/18, que permite consultas online, telecirurgias e outras formas de atendimento médico à distância. LINK PARA A RESOLUÇÃO LINK PARA O PORTAL DO CFM INOVAÇÃO PARA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) Segundo a publicação, ''a norma abre portas à integralidade do Sistema Único e Saúde (SUS) para milhões de brasileiros, atualmente vítimas da negligência assistencial''. O presidente do CFM, Carlos Vital, acredita que ''na esfera da saúde pública essa inovação será revolucionária ao permitir a construção de linhas de cuidado remoto, por meio de plataformas digitais''. ENTENDA O QUE MUDA! Teleconsultas A resolução estabelece que ''a primeira consulta deve ser presencial, mas no caso de comunidades geograficamente remotas, como florestas e plataformas de petróleo, pode ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde. Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada a realização de consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias. (...) No caso de prescrição médica à distância, ela deverá conter identificação do médico, incluindo nome, número do registro no CRM e endereço, identificação e dados do paciente, além de data, hora e assinatura digital do médico''. Telediagnóstico O telediagnóstico é caracterizado pela ''emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet (...) que deve ser realizado por médico com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) na área relacionada ao procedimento''. Teleinterconsulta É quando ocorre a troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para auxílio diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico. Telecirurgia O procedimento é feito por um robô, manipulado por um médico que está em outro local. A Resolução do CFM estabelece, no entanto, que um médico, com a mesma habilitação do cirurgião remoto, participe do procedimento no local, ao lado do paciente. “Com isso, garantimos que a cirurgia terá continuidade caso haja alguma intercorrência, como uma queda de energia”, explica o conselheiro federal Aldemir Soares. Poderá, também, haver a teleconferência de ato cirúrgico, que é quando há a transmissão síncrona no momento da cirurgia, desde que o grupo receptor das imagens, dados e áudios seja formado por médicos. PREOCUPAÇÃO COM O SIGILO Para assegurar o respeito ao sigilo médico todos os atendimentos devem ser gravados e guardados, com envio de um relatório ao paciente. “Sempre deverá ser mantida a confidencialidade, pois precisamos ter certeza de que não haverá vazamento das informações trocadas entre médico e paciente, seja por meio da atuação de hackers, ou por indiscrição dos profissionais”, destacou Soares. QUANDO COMEÇA A VALER? Segundo a publicação no portal, a Resolução CFM nº 2.227/18, entra em vigor três meses após a data de sua publicação. ​Você poderá ler a publicação completa aqui. E aí, o que acharam dessa novidade? Comente aqui embaixo ;) Fonte: Portal do Conselhor Federal de Medicina: http://www.portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28061 #diabetes #diabetestipo1 #diabetestipo2 #endocrinologista

  • Doença Periodontal em pessoas com diabetes

    A doença periodontal acontece devido ao acumulo de placa bacteriana sob a superfície dos dentes. Essa placa, penetra no espaço entre o dente a gengiva e isso causa uma irritação na gengiva, o que desencadeia uma inflamação. No estagio inicial essa inflamação é caracterizada com gengivite. Nesse estagio a gengiva inflamada fica com a coloração avermelhada, edemaciada e sangra facilmente. Se o fator principal, a placa bacterina, não for removido, a doença evolui para periodontite. A periodontite é caracterizada como uma infecção crônica que acomete as raízes e o osso que sustenta os dentes, com isso os dentes perdem o suporte e começam a apresentar mobilidade. Dependo do grau de mobilidade o dente precisa ser extraído. Além dos malefícios bucais, a doença periodontal esta intimamente ligada com a diabetes e diversos estudos afirmam que as duas doenças podem ser consideradas como bidirecionais. O paciente com diabetes é mais susceptível a desenvolver a doença periodontal devido à sua dificuldade em reagir a processos inflamatórios e infecciosos quando está com um controle inadequado da glicemia. A inflamação causada pela doença periodontal pode dificultar a absorção de insulina e aumentar a resistência à insulina dos pacientes com diabetes. Alem disso, existem outras alterações bucais comuns no diabetes não controlado, como: - diminuição do fluxo salivar; - queimação da boca e/ou língua. Estas condições podem predispor às infecções oportunistas, como por exemplo, a candidíase, causada pelo fungo Candida Albicans. Com isso podemos perceber a importância de um controle de placa por esses pacientes, tanto para o controle da saúde bucal quanto para o controle da diabetes. Dúvidas? Deixe o seu comentário para a Dra Victoria! Dra Victoria Helena Seglia Cirurgiã Dentista (21) 98393-1993 Fontes: BRANDÃO, D.F.L.M.; SILVA, A.P.G.; PENTEADO, L.A.M. Relação bidirecional entre a doença periodontal e a diabetes mellitus. Odontol. Clín.-Cient., Recife, 10 (2) 117-120, abr./jun., 2011 WEHBA, C. Diabetes e Doença Periodontal. Sociedade Brasileira de Periodontia - SOBRAPA Disponível em https://www.sobrape.org.br/doencas-periodontais/diabetes-e-doenca-periodontal. Acesso em 18 de jan. de 2019. #diabetes #periodontite #complicaçõesdodiabetes #doençaperiodontal #insulina

  • Como consegui a minha Bomba de Insulina pelo Estado?

    Sim, eu consegui a minha bomba de insulina VEO gratuitamente pelo Estado do Rio de Janeiro em 2015! Vou te contar como eu fiz. Eu recebi as informações de um Defensor Público que conheci por acaso em uma barraca de acarajé em Ipanema. Segundo ele, é possível abrir uma ação judicial contra o Estado, Município ou Plano de Saúde para receber insulinas mais novas do que as que distribuem nos postos de saúde e até uma Bomba de Insulina. Isso só é porque o tratamento disponibilizado no SUS não atende toda a população (só existem 2 tipos de insulina disponíveis no SUS. E algumas pessoas não se adaptam a essas insulinas, infelizmente, precisando recorrer a tratamentos alternativos). Daí­, ao saber que eu comprava meus insumos básicos (cateter, reservatório, insulinas e tiras) e que minha médica havia indicado o uso do sensor, ele me sugeriu que eu tentasse a VEO pelo Estado. Antes, eu usava a 722, mas sem sensor (falta de grana mesmo). Ele me passou um passo a passo. 1- Conversar com o médico para saber se tem indicação Conversei com a minha endocrinologista sobre tentar a bomba com sensor, que ela havia indicado na última consulta. Ela ficou um pouco cética pelo fato de eu conseguir pelo estado - assim como meu pai - mas me forneceu o laudo médico indicando a importância desta nova terapia para o meu tratamento. 2- Laudo Segundo o defensor público, esse é um dos documentos mais importantes. Minha médica foi bem explicativa sobre o quanto era importante para a minha saúde o uso da bomba como sensor. Eu tinha hipoglicemias constantes e precisava da tecnologia da VEO que suspende em caso de hipoglicemia para evitar uma hipo grave. 3- Procurar um advogado ou dar entrada na ação judicial pela defensoria pública. Como no Rio de Janeiro não tem processo administrativo, precisei entrar com ação judicial contra o Estado e Município. Fui até a Defensoria Pública da minha cidade, peguei uma senha e apresentei os documentos (identidade, laudo médico, receita com os insumos e comprovante de residência). O Defensor me disse que algumas pessoas preferem entrar com uma ação com advogado e contra o plano de saúde. Como na época eu não tinha condições de arcar com um advogado, preferi tentar pela defensoria mesmo. 4- Aguardar a tutela antecipada Me informaram que eu poderia acompanhar o processo pela internet e me deram as direções. Esperei por cerca de 1 mês até que fosse deferido. Meus amigos disseram que foi bem rápida a tutela antecipada. 5- Buscar os insumos No local indicado para a dispensação dos insumos é preciso chegar bem cedo, pegar uma senha e aguardar em uma fila enorme. Preciso ir 1 vez por mês. Apresento o número do processo, o laudo e a receita e eles entregam o que tem (nem sempre tem tudo). Se faltar algum insumo, exija a Declaração Negativa para você ir junto ao juiz solicitar que comprem. Pelo plano de saúde, alguns entregam, outros pedem que vá buscar em algum local Pontos importantes: Nem todo mundo tem indicação e perfil para usar bomba de insulina. Por isso que a consulta com o médico é essencial. Conheço pessoas que demoraram 1 ano pra conseguir, mas também conheço quem conseguiu em 1 mês. Se tiverem qualquer dúvida, eu aconselho a procurarem um advogado que entenda do assunto. De preferência um que trabalhe com diabetes. Por algum motivo, algumas pessoas não conseguem ganhar a ação. E eu não sei o porquê. Me informaram que é possível conseguir da mesma forma que tentei apenas tipos de insulina diferente das que fornecem no SUS e o FreeStyle Libre. Gostariam de saber sobre esse tema em Planos de Saúde? Deixa um comentário aqui embaixo! #diabetes #bombadeinsulina #DM1 #diabetestipo1

  • O que é uma insulina biossimilar?

    Oi amorecos! Tudo bem? O post de hoje será bastante informativo. Vou falar sobre um assunto bastante comentado nas últimas semanas... a INSULINA BIOSSIMILAR! Hoje aconteceu um evento de lançamento da BASAGLAR, a primeira insulina biossimilar do mercado, e fui convidada a participar. Tivemos uma aulinha básica sobre o assunto para poder passar para vocês. Vamos lá, vou explicar: Existem dois tipos de medicamentos: biológicos e sintéticos. Os biológicos precisam envolver organismos vivos em sua produção, enquanto os sintéticos têm um processo de manufatura mais simples, puramente química. Alguns medicamentos são tão complexos, como a insulina, por exemplo, que é praticamente impossível ser sinetizado em processo de manufatura simples (medicamento químico), e por isso, precisa ser um medicamento biológico. Pronto, uma parte está explicada, o BIO de biossimilares (hehe). Agora vamos para a outra parte. Muita gente pode se perguntar: Ah, então biossimilar quer dizer genérico? NÃO!!! Biossimilar é biossimilar. Genérico é genérico. Porque são diferentes? A insulina, por conta da sua natureza biológica e complexidade molecular, não é possível ser “copiado”. Hoje em dia, ainda não é possível fabricar um medicamento biológico idêntico a outro. Por isso, não existem medicamentos biológicos genéricos, mas sim, biossimilares aos medicamentos de referência (no caso da basaglar, o medicamento de referência é a glargina). Os medicamentos biossimilares são cópias similares aos medicamentos de referência. Embora não seja identico por completo, a sua estrutura principal é idêntica. Dá pra entender? Para ser aprovado pelos órgãos reguladores, as diferenças precisam ser insignificantes de forma clínica e não apresentem risco nenhum e nem influenciem no comportamento do organismo humano. Ou seja, é um medicamento meio difícil de ser aprovado, pois precisa passar por muitas normas regulatórias. Então não é qualquer indústria farmacêutica que vai se aventurar a criar um medicamento biológico para correr o risco de perder todo investimento caso não seja aprovado. A única indústria que se aventurou até agora no ramo das insulinas biossimilares é a aliança Boehringer Ingelheim e Eli Lilly. No evento de ontem eles mostraram toda a sua tragetória no ramo dos medicamentos para diabetes e a apresentação foi bem legal! A Lilly foi a primeira empresa a comercializar insulina em 1923. A primeira a utilizar insulina humana e a primeira a utilizar insulina análoga. E agora mais uma vez é pioneira: com as insulinas biossimilares! A BASAGLAR será a primeira insulina e segundo medicamento biossimilar aprovado no Brasil. Para o medicamento biossimilar ser aprovado, ele precisa ser tão eficaz quanto o produto de referência. Não é melhor, é tão bom quanto! Já existem muitos medicamentos biossimilares no mundo, mas no caso da insulina, é a primeira!!!! Ah, mas Bia, e no caso da Novorapid, Apidra e Humalog? Elas são iguais né? Não são biossimilares? Não! Elas possuem moléculas diferentes, portanto, mesmo que pareçam, NÃO SÃO IGUAIS. Conseguiram entender bem? Vou passar mais umas infos QUENTES pra vocês! - A BASAGLAR está chegando no mercado brasileiro e já está esquentando a concorrência. A lantus, insulina glargina similar, que antes custava em média R$120,00, agora está nas farmácias por R$60,00 em média. COINCIDÊNCIA? EU ACHO QUE NÃO! Livre concorrência tá aí para os preços ficarem mais acessíveis, meus amores! Eu tô é vibrando com essa novidade! Ainda mais quando fiquei sabendo que o preço MÁXIMO aprovado para o consumidor nas farmácias será de R$41,00! Segundo a Dra Marcela Vaz, (Endocrinologista pela UNICAMP que nos apresentou a basaglar), esse preço mais acessível serve para que mais pessoas possam ter acesso a outras tecnologias de monitorização (economiza na insulina pra comprar libre ou mais tirinhas, more! Quer coisa melhor?). Essa mentalidade de preço mais acessível com o objetivo de acesso a outras tecnologias serve tanto para o consumidor final quanto para o governo que compra insumos de diabetes para estado e/ou município. - NÃO MUDE DE INSULINA SEM ANTES CONSULTAR O SEU MÉDICO. - A Basaglar estará disponível no final de novembro de 2017 nas farmácias brasileiras <3 E aí? Gostou? Compartilha e passa essa informação adiante! Mais informações: #Diabetestipo1 #Diabetes #educaçãoemdiabetes #basaglar #insulina

  • Saiba como tratar e prevenir a perda de visão relacionada ao diabetes!

    A diabetes atinge, atualmente, mais de 16 milhões de pessoas no Brasil. Um dos grandes problemas é que o controle inadequado da doença pode levar a diversas complicações crônicas, como a retinopatia diabética. Essa complicação é uma das principais causas de cegueira em pacientes com diabetes. Conheça um pouco mais sobre essa doença e saiba como ela se desenvolve, seu tratamento e formas de prevenção. Desenvolvimento da retinopatia diabética A retina é uma membrana localizada na parte posterior do olho, responsável por transformar o estímulo luminoso em estímulo nervoso, para que a imagem que vemos seja interpretada. A alta concentração de glicose no sangue que ocorre na diabetes causa alterações na estrutura dos vasos sanguíneos da retina. Com o tempo, essas alterações podem levar ao rompimento desses vasos, com liberação de sangue e fluidos que irão interferir na visão. Outros fatores que contribuem para o surgimento (e agravamento) da doença são: tabagismo; hipertensão arterial; e colesterol alto. Tipos de retinopatia Existem dois tipos de retinopatia diabética: Retinopatia diabética não proliferativa (RDNP): estágio inicial da doença, no qual há hemorragia e vazamento de líquidos de pequenos vasos da retina, levando a um edema local. Retinopatia proliferativa (RDP): estágio avançado da doença, no qual áreas da retina deixam de receber sangue devido ao dano permanente nos vasos sanguíneos. Há formação de novos vasos anormais (chamados neovasos) que causam grandes hemorragias e algumas vezes descolamento da retina. Sintomas e Diagnóstico Um dos grandes riscos da retinopatia diabética é que ela geralmente não apresenta sintomas na fase inicial, de forma que a pessoa pode apenas descobri-la já na fase avançada. Por isso, é obrigatório que a pessoa com diabetes faça consulta oftalmológica periódica, para detectar qualquer alteração. Uma causa comum de queixa do paciente é quando há o acúmulo de liquido (plasma) na região central da visão, a mácula, configurando o edema de mácula. No estágio mais avançado da doença, surgem sintomas como: visão turva; manchas na visão; perda da visão periférica ou central; e visão distorcida. O diagnóstico é feito por médico oftalmologista, por meio de exames especializados como fundo de olho ou mapeamento da retina, angiofluoresceinografia (a fotografia que abre este post é deste exame) e tomografia de coerência óptica (OCT). Esses exames permitem uma observação detalhada da retina e visualização de possíveis alterações. Tratamento e Prevenção É importante ressaltar que a retinopatia diabética é uma doença que não tem cura. No entanto, se descoberta na fase inicial e tratada de forma adequada, a perda da visão pode ser diminuída. Os principais tratamentos para a doença são: Tratamento com laser: é feita uma fotocoagulação com o laser que causa diminuição do edema local e destruição dos vasos sanguíneos anormais; Tratamento com medicamentos de uso intra-ocular: são utilizados medicamentos anti-inflamatórios (corticóides) e/ou medicamentos anti-angiogênicos para diminuir o edema e a proliferação dos neovasos. Vitrectomia: cirurgia realizada em casos avançados da doença, sobretudo quando há hemorragia do humor vítreo ou descolamento de retina. A saúde ocular deve ser uma preocupação diária, não só para os diabéticos, e sim para todos. A prevenção e a detecção precoce da retinopatia diabética são os principais aliados para evitar a perda de visão. É necessário fazer um controle rigoroso da glicose no sangue e se consultar regularmente com oftalmologista, se possível fazer uma avaliação com médico retinológo. Além disso, prevenir também os fatores de risco que aumentam a chance de retinopatia, citados anteriormente. O que você achou desse guia sobre retinopatia diabética? Gostou? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais para que outros possam saber como se prevenir! Aproveite e baixe nosso e-book exclusivo sobre o tema neste link. Material produzido pela equipe técnica da RetinaPro, uma clinica especializada no tratamento de doenças da retina Acompanhe nosso blog e conheça mais sobre doenças oculares. Siga-no nas redes sociais: Facebook, Linkedin, Instagram, Twitter, YouTube. Quem escreveu? Prof. Dr Alexandre Rosa Medico Especialista em Doenças da Retina e Vítreo Doutor em Oftalmologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Professor Adjunto de Oftalmologia da Universidade Federal do Pará www.retinapro.com.br

  • Diabéticos: Por que é tão importante tomar a vacina da gripe?

    E aí meus amores, tudo bem? Venho hoje aqui falar pra vocês sobre algo muito importante: A vacinação contra a gripe! O Ministério da Saúde prorrogou a vacinação deste ano até o dia 09/06 e os diabéticos estão nos grupos prioritários. Porque estamos nos grupos prioritários? Somos portadores de uma doença autoimune, e algumas pessoas com doenças autoimunes costumam ter a imunidade mais baixa e têm mais chances de serem afetadas no caso de alguma infecção ou gripe. Já reparou que a glicose fica louca quando ficamos gripados ou com alguma infecção? Geralmente, nos diabéticos, quando a glicose está descontrolada, a imunidade cai. Com a imunidade baixa, é porta aberta para gripes, resfriados, viroses e infecções. Ou seja: mais descontrole da glicose ainda! Também tem o seguinte: o tempo de recuperação da gripe de uma pessoa com diabetes é maior, os sintomas são mais evidentes e há mais chances de evolução para pneumonia ou até um caso grave de insuficiência respiratória. Por isso é bem perigoso deixar a glicose descontrolada e não se vacinar com frequência. Então, quem ainda não se vacinou, ainda tem tempo! Como disse ali no começo, o Ministério da Saúde prorrogou a vacinação até o dia 09/06! Corre pro posto de saúde pra garantir a sua dose de proteção 😉 Fonte: Sanofi Pasteur Quem escreveu? Bia Scher Relações Públicas - Social Media Diabética Tipo 1 há 17 anos Fundadora do blog Biabética #vacina #Diabetes #Diabético #Grupoderisco

  • Basaglar: Primeira insulina biossimilar do mercado brasileiro é aprovada pela Anvisa

    Oi pessoal! Recebi ontem uma notícia maravilhosa: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de Basaglar, a primeira insulina biossimilar do mercado brasileiro. É uma insulina basal de longa ação e é indicada para controlar os níveis de açúcar no sangue em adultos e crianças com diabetes tipo 1 e adultos com diabetes tipo 2. Foi desenvolvido pela aliança Lilly e Boehringer estará disponível em breve em canetas descartáveis e em refis para serem usados em canetas reutilizáveis. Desde que a patente da Lantus (Insulina Glargina) caiu, fabricantes de produtos farmacêuticos estão investindo no desenvolvimento de versões alternativas desta insulina. Um desses fabricantes é a Lilly, que em parceria com o laboratório Boehringer, desenvolveram a insulina Basaglar. Elas funcionam da mesma forma e por este motivo é que temos grandes chances dos preços para as insulinas GLARGINA serem mais acessíveis, já que a perda de patente desse tipo de insulina vai fazer com que mais laboratórios passem a fabricá-lo. LINDA NOTÍCIA NÉ? I <3 Concorrência no mercado de insulinas! Um medicamento biossimilar é desenvolvido depois que a patente de um produto biológico expira, o que permite que outras empresas desenvolvam versões parecidas. Por serem feitos com materiais biológicos, o desenvolvimento de medicamentos biossimilares envolve tecnologias mais caras e complexas do que os sintéticos. Não é à toa que existem apenas 20 biossimilares registrados em todo o mundo. Legenda: Medicamento de referência / inovador - Tem marca registrada, com eficácia terapêutica, qualidade e segurança comprovadas através de testes científicos. Só pode ser comercializado após a aprovação da Vigilância Sanitária. Após o vencimento de sua patente, pode servir de parâmetro para a fabricação de medicamentos similares ou genéricos. Medicamento biossimilar – É, basicamente, uma cópia do medicamento biológico de referência. Entretanto, não é um “genérico”. As múltiplas etapas envolvidas no processo de fabricação impedem que o produto final seja exatamente idêntico ao medicamento biológico de referência. Medicamento genérico – É idêntico ao medicamento de referência. Tem preço mais barato porque os laboratórios não precisam investir dinheiro em pesquisas. Porém, para serem colocados à venda, precisam comprovar bioequivalência em relação ao medicamento original. Fique atento: Enquanto os genéricos podem substituir os medicamentos originais sem problemas, os biossimilares devem ser avaliados caso a caso. O ato de substituição deve ser definido SOMENTE PELO MÉDICO. Quem escreveu? Bia Scher Relações Públicas - Social Media Diabética Tipo 1 há 17 anos Fundadora do blog Biabética #Diabetestipo1 #insulina #biossimilar

  • Diabulimia e Diabetes Duplo

    O artigo abaixo foi traduzido do link: http://lyfebulb.com/2017/04/06/can-solve-food-related-addictions-retraining-gut-crave-healthy-food/ É possível solucionar maus hábitos alimentares com uma reeducação para termos desejo por comidas saudáveis? ''Comida faz parte da vida, não podemos sobreviver sem nos alimentarmos. Mas para aqueles com problemas de vícios alimentares, isto torna-se um problema. A comida tem um papel importante nos eventos familiares, culturas e feriados religiosos, e para muitos uma boa refeição os torna mais felizes. Conviver com o diabetes significa ter que aplicar insulina, ingerir remédios orais e monitorar os níveis de glicemia cuidadosamente. No entanto, para todos os tipos de diabetes, a alimentação tem um papel muito importante na glicemia e na quantidade de insulina a ser aplicada para fazer a correção. Para estes indivíduos, a alimentação não é apenas a nutrição necessária para sobreviver ou um momento de felicidade, e sim um importantíssimo ingrediente no tratamento do diabetes. Muitas culturas expressam o amor através da comida e quando alguém diz não para o amor, esta pessoa pode vir a sofrer as consequências, independente de qual seja o motivo. Uma pessoa que controla sua alimentação pode ser vista como alguém tenso ou não divertido. Negar um prato não saudável pode gerar reações fortes, principalmente se a pessoa que está servindo a comida não souber da condição de saúde da outra pessoa. Ainda pior é o fato de que a comida que deveria te fazer forte e feliz é a mesma que se torna um veneno para você e você não pode nem comer pequenas porções. É desta forma que uma desordem alimentar nasce. Para uma pessoa com diabetes, mais de 200 decisões extras precisam ser tomadas no dia a dia e ainda assim existem outros problemas que podem surgir mesmo que todas estas decisões sejam corretas. Uma ação que pode ser controlada é restringir a alimentação, pois eliminando a tentação, o risco de falha torna-se menor e para um diabético, falha significa sofrer consequências a longo prazo como por exemplo desmaiar por causa de uma hipo ou perder a visão e a função do rim por causa de uma hiper. Eu restringi a quantidade de carboidratos ingeridos por diversos anos a ponto de diminuir drasticamente a aplicação de insulina e nunca ter que me preocupar com hipos e hipers. Se você não comer carboidratos e não aplicar grandes quantidades de insulina a glicemia se torna estável mas seu corpo passa a sofrer pela falta de energia. Isto ainda não se trata de diabulimia mas vem a causar perda de peso e uma enorme fixação por comida. Diabulimia é um transtorno alimentar onde o indivíduo aplica menos insulina do que precisa com o objetivo de perder peso. A transição para a diabulimia total é perigosa e muitas vezes acontece como uma progressão "natural" da restrição, principalmente quando a tentação por comida for grande e a pessoa ingerir carboidratos sem aplicar a devida insulina para correção. Desta forma você está evitando hipos mas as hipers se tornam mais constantes e isso é algo muito ruim em longo prazo. O oposto acontece quando a pessoa come o que quiser e mantém a glicemia sob controle aplicando uma dose muito grande insulina. Isso pode causar algo conhecido como "diabetes dupla", que faz com que a pessoa fique resistente à insulina tornando-a diabética tipo 2 quando ela já possui o diabetes tipo 1. Infelizmente isso vem se tornando muito comum graças a facilidade de aplicar insulina através de bombas ou canetas, e também à atitude "politicamente correta" de não restringir a alimentação de jovens pacientes, geralmente aplicada por médicos e pais. Então como podemos evitar a diabulimia e a diabetes dupla? Eu acredito em treinar o corpo para passar a gostar de comidas saudáveis e também nutritivas. Como mencionei anteriormente, comida é essencial para a vida e também pode ser um prazer na vida. O relacionamento entre o nosso sistema nervoso e gastrointestinal (alimentar) está ficando cada vez mais conhecido e eu acredito que se o sistema gastrointestinal for exposto a uma dieta de baixo açúcar, baixo carboidrato, mas de bastante fibra, proteína e ingredientes com gordura ‘’boa’’, nosso microbioma começará a se acostumar com esse tipo de alimentação e o nosso cérebro se sentirá feliz e satisfeito com comidas que não são um gatilho para a compulsão, picos de glicose e sentimentos de culpa. A pesquisa focada no microbioma é muito interessante para mim. As células que vivem no nosso sistema gastrointestinal parecem determinar o tipo de comida que desejamos, sendo magros ou acima do peso, e há chances de serem parte da causa de doenças autoimunes, como a Doença Inflamatória Intestinal, Esclerose Múltipla e Diabetes Tipo 1. Nossas atitudes devem ser: 1: Parar de julgar pessoas por manterem dietas saudáveis. Pois é um sinal de força, disciplina e vontade de sobreviver. 2: Ficar atento aos sinais de diabulimia: diabéticos com dependência por insulina e com um péssimo controle glicêmico que admitem, sob pressão, estarem tomando pouca insulina para ficarem magras. 3: Não encorajar a diabetes dupla: quando somos diagnosticados com T1D, não podemos comer tudo que queremos. Isto é um fato e uma oportunidade de sermos mais saudáveis do que nossos colegas. 4: Aprender e entender quais alimentos são bons para você e o que o seu corpo gosta. Mantenha esta dieta por um tempo e vai passar a gostar dela, não por querer, mas porque seu sistema de relação "cérebro-estômago" vai ser reeducado e vai passar a pedir por salmão grelhado com champingnon ao invés de macarrão com molho cremoso!'' Karin Hehenberguer MD, PhD Medicina Molecular e Biotecnologia Expert em Diabetes #diabulimia #diabetes #diabetesduplo #diabetestipo1

  • O que é o Fenômeno do Amanhecer?

    Oi pessoal! Quem usa sensores de glicose já deve ter percebido um leve aumento da glicose ao acordar. Algumas vezes ela já começa a subir de madrugada mesmo, outras só depois do despertar. Você deve se perguntar: ''Mas como isso pode acontecer se estou em jejum???'' Calma que vou te explicar: Esse acontecimento é mais comum do que você imagina! É chamado de Fenômeno do Amanhecer. Todos os dias para acordar, o corpo libera uns hormônios que te dão energia para despertar. A liberação acontece entre as 4 e 8 horas da manhã (repara se não é nessa hora que a glicose fica meio louca?). Esses hormônios interferem na sensibilidade do corpo à insulina, aumentando assim a glicemia. Em uma pessoa sem diabetes, o corpo percebe que a glicose está aumentando e libera insulina pra voltar ao normal, mas em nós com diabetes, precisamos fazer isso manualmente. Ou aguardar a maravilhosa 670G da Medtronic (Vou falar mais sobre ela em uma outra oportunidade). Os hormônios que causam essa confusão toda são chamados de contra-reguladores, que se dividem em quatro tipos: adrenalina, glucagon, cortisol e GH (hormônio do crescimento). Se você não usa sensor, mas desconfia que isso pode estar acontecendo com você, minha dica é que você acorde de madrugada por alguns dias para checar a glicose. Converse com o seu médico para ele te indicar o melhor horário para colocar o despertador e cheque por alguns dias para que possa traçar um padrão de aumento na glicose pela manhã. Dessa forma, o médico vai poder te ajudar na hora de ajustar as doses! Lembrem-se sempre: Qualquer dúvida, só mandar mensagem pra mim! Espero que tenha sido clara na explicação <3 #educaçãoemdiabetes #diabetestipo1 #diabetes #controledodiabetes #diabetescontrolado

  • O que é CGM?

    Todos os anos acontece um evento maravilhoso em Paris chamado ATTD (Advanced Technology and Treatment for Diabetes), onde várias empresas lançam seus produtos revolucionários para diabetes que buscam sempre melhorar a nossa qualidade de vida. Eis que vi uma novidade que me deixou bem animada: a Roche vai lançar um sensor CGM! Ao compartilhar essa notícia no Facebook percebi que muita gente não sabia o que essa sigla significava e que causou uma mini confusão em relação ao Libre. 2016 foi um ano muito positivo em relação às inovações no tratamento do diabetes no Brasil. Ganhamos o Libre, um sensor Flash de Monitoramento de Glicose que substitui as picadas no dedo. A princípio é bem fácil de entender: o sensor tá ali, é só passar o aparelho. A leitura pode dar um pouco diferente porque ela é feita no líquido intersticial e não no sangue (mas isso é papo para outro post!).Demorou uns meses para a população diabética geral pegar de fato como funciona, e agora anunciaram que a Roche vai lançar o tal CGM pra quem não usa Bomba de Insulina! Quem é usuário de Bomba de Insulina da Medtronic está bem acostumado com essa sigla que significa Continuous Glucose Monitoring (Monitorização Contínua de Glicose). O nome já é auto explicativo, mas algumas pessoas costumam confundir o CGM com o sistema Flash do Libre. Vou explicar pra você porque o CGM é extremamente superior: O nosso corpo humano constantemente está monitorando internamente os nossos níveis de glicose. Em uma pessoa sem diabetes, o corpo toma decisões sozinho quando os níveis começam a alterar. No nosso corpo com diabetes não consegue tomar essa decisão. O sensor de Monitorização Contínua de Glicose mede a nossa glicose continuamente e envia as informações para a Bomba de Insulina (o que temos no Brasil hoje) ou para um dispositivo especifico (O que a Roche vai lançar ou o Dexcom, por exemplo, não está conectado a nenhuma bomba de insulina!), que por sua vez é inteligente o bastante para entender os dados desse sensor e emitir alertas caso a glicose saia da meta. Ou seja, a grande diferença do CGM para o Libre é que você não precisa passar o dispositivo no sensor para ler. Melhor ainda: ele te mostra em tempo real como está a sua glicose e te avisa quando você precisa tomar alguma atitude! Perfeito, não? Essa tecnologia está mudando a forma como vemos o diabetes. Através da leitura pelos gráficos, podemos ver indicações de tendência de glicose, a variação da glicemia ao longo do dia e assim podemos tomar decisões antes de algo acontecer. O meu percentual de hipoglicemias caiu de 40% pra 7% em 2 meses usando o CGM com a Veo. A melhora na qualidade de vida da pessoa com diabetes é imensurável!!! O libre é bem legal e tal, mas não é um CGM rsrs Por isso que acredito que com o lançamento desse da Roche, será um ''concorrente'' de peso, já que o sensor será MUITO superior: além de avisar as hipos e hipers, ele vai durar 60 dias! Vejo nos perfis de Instagram do povo que mora na Europa e Eua todo mundo usando sensor e melhorando o sue controle e qualidade de vida e fico extremamente feliz em saber que isso está pra chegar ao Brasil! Meu trabalho de levar informações a vocês só me traz alegria! Vamos aos poucos melhorando a mentalidade brasileira em relação ao diabetes e provar que a vida pode ser mais fácil do que é! Tecnologia, eu te amo! O que antes era uma exclusividade de quem usava Bomba de Insulina, agora tá chegando pra todo mundo <3 Por um Brasil mais consciente em relação ao controle do Diabetes! Algumas leituras pra quem entende em inglês: 3 razões para usar um sensor de Monitoramento Contínuo de Glicose A anatomia de um sensor de glicose #diabética #diabetes #diabetescontrolado #diabetestipo1 #controledodiabetes #CGM